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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; redução das desigualdades</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Dilma: meta da área social é acabar com a miséria</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 22:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[erradicação da miséria]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[Dilma salientou que a diferença entre o projeto do governo Lula, que ela dará continuidade, e dos tucanos de José Serra é que a questão social define as prioridades da gestão e não apenas a economia é o carro chefe. <a href="http://vaccarezza.com.br/dilma-meta-da-area-social-e-acabar-com-a-miseria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande festa no Teatro dos Bancários, em Brasília, marcou o anúncio da plataforma de governo de Dilma Rousseff para a área social. O principal compromisso é a erradicação da miséria no país. Segundo ela, essa será a principal meta da sua gestão, porque um país só pode comemorar crescimento econômico quando muda para melhor a vida das pessoas.</p>
<p>“Para nós, a questão social não é adereço de mão. É o cerne do nosso programa de governo. Essa é uma diferença histórica entre nós e o adversário. Não existe como conceber o desenvolvimento sem olhar como grande indicador a melhora nas condições de vida da população. Não é no PIB [Produto Interno Bruto] que olhamos se o Brasil melhorou ou não. É importante que a economia cresça, mas o indicador principal é se melhoramos as condições de vida das pessoas”, discursou a candidata.</p>
<p>Dilma salientou que a diferença entre o projeto do governo Lula, que ela dará continuidade, e dos tucanos de José Serra é que a questão social define as prioridades da gestão e não apenas a economia é o carro chefe.</p>
<p>Por isso, segundo ela, programas como o Minha Casa, Minha Vida foram lançados porque o governo tem olhar social.</p>
<p>“Investimos em mais moradias e lares para população e isso gera empregos para população. Ou seja, é um programa social com conseqüências econômicas. É dessa forma que vemos o país. Temos que voltar a ter valores, ao invés de dar importância às questões mercantis, dar importância só aos números, temos que focar nas pessoas. Eu vou continuar fazendo isso”, comentou.</p>
<p><strong>Mobilização</strong><br />
Dilma alertou ainda para o perigo do &#8220;salto alto&#8221; na reta final do segundo turno e do clima de já ganhou. “De agora até dia 31 ninguém pode achar que já ganhou. Isso não dá certo, a gente fica confortável demais, orgulhoso demais e sobe demais no salto alto. Então, vamos colocar um salto bem baixinho e disputar até dia 31 voto por voto”, disse.</p>
<p>Conheça os 13 compromissos para o desenvolvimento social:</p>
<p>* Eliminar a pobreza absoluta do país<br />
* Ampliar o papel do programa Bolsa Família na erradicação da pobreza e da desigualdade de rendimentos<br />
* Ampliar o acesso das famílias atendidas pelo programa Bolsa Família a outras políticas públicas<br />
* Garantir os direitos sociais e aumentar a oferta de serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a todas as famílias<br />
* Consolidar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS)<br />
* Garantir o direito à proteção social como foco nas famílias em situação de vulnerabilidade social, aprimorando os serviços e garantindo a sua efetividade e a consequente melhoria das condições de vida da população<br />
* Implementar e consolidar serviços regionais inseridos no Sistemas Públicos Nacionais (SUAS E SISAN), ampliando o acesso da população em todos os municípios, incluindo a área rural e as comunidades tradicionais<br />
* Ampliar a oferta e melhorar a qualidade dos programas de alimentação e nutrição voltados aos que têm maior dificuldade de acesso à sua alimentação<br />
* Ampliar e fortalecer as estratégias de aquisição de alimentos da agricultura familiar<br />
* Assegurar o acesso à água potável a todas as famílias em situação de pobreza que vivem dispersas na zona rural e que não têm acesso à rede pública de abastecimento<br />
* Garantir às comunidades tradicionais acesso às políticas universais de Assistência Social e de Segurança Alimentar e Nutricional<br />
* Erradicar o trabalho infantil<br />
* Criar oportunidades de geração de renda para os segmentos em situação de vulnerabilidade</p>
<p><em>www.dilma13.com.br</em></p>
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		<title>Estudo do Ipea aponta diminuição acelerada da pobreza no país</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 11:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[IPEA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[A proporção dos que ganham menos de R$ 100 (em 2004) caiu de 26,1%, em 2001, para 13,7%, em 2009, queda de 48%. Dos que ganham menos de meio mínimo, a proporção caiu de 45,4% em 2001 para 29,2% em 2009, queda de 36%, consequência de uma distribuição de renda cada vez mais igualitária. <a href="http://vaccarezza.com.br/estudo-do-ipea-aponta-diminuicao-acelerada-da-pobreza-no-pais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pobreza no Brasil vem diminuindo em ritmo acelerado desde 2003 e essa queda acontece de maneira mais acentuada entre os mais pobres. É o que aponta estudo divulgado na terça-feira, 5 de outubro, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O levantamento dá continuidade à série de análises sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNAD/IBGE).</p>
<p>A análise considera três linhas de pobreza diferentes &#8211; com renda abaixo de meio salário mínimo, abaixo de R$ 100 mensais (corrigidos a partir da base de 2004, com a criação do Bolsa Família) e R$ 50 mensais (também corrigidos a partir de 2004).</p>
<p>O índice daqueles com renda inferior ao equivalente a R$ 50 (de 2004) caiu de 10,3%, em 2001, para 4,8% em 2009 &#8211; uma redução de 53,4%.</p>
<p>A proporção dos que ganham menos de R$ 100 (em 2004) caiu de 26,1%, em 2001, para 13,7%, em 2009, numa queda de 48%. Na faixa dos que ganham menos de meio salário mínimo, a proporção caiu de 45,4% em 2001 para 29,2% em 2009 &#8211; queda de 36%. &#8220;Isso é consequência de uma distribuição de renda cada vez mais igualitária&#8221;, aponta o Ipea.</p>
<p>Segundo a análise do Ipea, a renda do trabalho tem um peso muito maior sobre a queda da desigualdade do que outras fontes, como renda previdenciária ou programas de transferência de renda, o que explica a razão pela qual o ritmo da queda na desigualdade caiu entre 2008 e 2009 mesmo com as ações do governo para mitigar os impactos da crise financeira global.</p>
<p>O estudo aponta que a desigualdade no país continua caindo em 2009, mas em um ritmo um pouco menor que nos anos anteriores. Enquanto de 2005 a 2008 o Coeficiente de Gini (que mede a desigualdade) caiu em média 0,72 ponto ao ano, de 2008 a 2009 a queda foi de apenas 0,53 pontos (numa escala de zero a 100) .</p>
<p>O Coeficiente de Gini tem variação entre 0 (menos desigual) e 1 (mais desigual) e mede a relação entre a concentração de renda entre os mais ricos e os mais pobres. Essa diminuição do ritmo, no entanto, segundo o Ipea, foi devida à crise mundial e não é preocupante nem indica o início de uma tendência de menor redução da desigualdade.</p>
<p>Entre 2008 e 2009, houve uma queda de 32% para 29,2% na proporção daqueles com renda inferior a meio salário mínimo, de 14,6% para 13,7% na proporção das pessoas com renda menor que o equivalente a R$ 100 em 2004 e de 4,9% para 4,8% na parcela com renda inferior a R$ 50 de 2004.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com ptnacamara.org.br</em></p>
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		<title>FGV: Desigualdade no país cai mais rápido do que no período pré-crise</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 15:31:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[fgv]]></category>
		<category><![CDATA[Gini]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[O índice de Gini, que mede a desigualdade, e, quanto mais perto de 1, mais desigual, caiu 1,8% de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período de 2009. No período pré-crise (dezembro/2002 a dezembro/2008), o índice caiu 1,6%. <a href="http://vaccarezza.com.br/fgv-desigualdade-no-pais-cai-mais-rapido-do-que-no-periodo-pre-crise/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A desigualdade de renda no Brasil está caindo este ano num ritmo mais acelerado do que no período do boom que antecedeu a crise de 2008/2009. A renda média também cresce mais forte do que antes da crise.</p>
<p>O índice de Gini, que mede a desigualdade, e, quanto mais perto de 1, mais desigual, está caindo 1,8% de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. No período pré-crise (de dezembro de 2002 a dezembro de 2008), o índice de Gini caiu 1,6%.</p>
<p>Já a renda média cresceu nos primeiros sete meses deste ano 4,2% em comparação ao mesmo período de 2009. Antes da crise (de dezembro de 2002 a dezembro de 2008), a renda média cresceu 3,8%.</p>
<p>Esses dados serão divulgados hoje (21) no lançamento pela internet para o público externo da pesquisa “ A Nova Classe Média: O Lado Brilhante dos Pobres (The Bright Side of the Poor)” coordenada pelo professor Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais (CPS/FGV).</p>
<p>O lançamento será em inglês e tem algumas atualizações em relação à pesquisa divulgada há pouco mais de uma semana. A entrevista coletiva que marca o lançamento da pesquisa será transmitida em vídeo ao vivo pela internet através do site www.fgv.br/cps/ncm.</p>
<p>A pesquisa inclui os dados da PNAD 2009 e da PME (pesquisa mensal de emprego) até julho de 2010.</p>
<p>Segundo Marcelo Neri, o que mais chama a atenção, a seu ver, na pesquisa, é o fato de a desigualdade de renda continuar em queda neste ano, depois da chamada década da redução da desigualdade (os anos 2000).</p>
<p>Para ele, esses números são uma surpresa, já que muitos imaginavam que a desigualdade iria parar de cair, a partir de agora.</p>
<p><em>Portal iG</em></p>
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		<title>Queda da desigualdade de renda no país coloca mais 31, 9 milhões no mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 13:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
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		<description><![CDATA[“No futuro, as pessoas não olharão Lula como o novo Getúlio Vargas. Mas entenderão Vargas como o Lula do passado", afirma Marcelo Néri, da FGV.  <a href="http://vaccarezza.com.br/queda-da-desigualdade-de-renda-no-pais-coloca-mais-31-9-milhoes-no-mercado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por João Villaverde, de São Paulo – Valor Econômico</em></p>
<p>“No futuro, as pessoas não olharão Lula como o novo Getúlio Vargas. Mas entenderão Vargas como o Lula do passado. O presidente encarna a principal mudança por que passou o Brasil nos últimos anos, ele é a nova classe média. Lula é o Nelson Mandela tupiniquim”. A análise é de Marcelo Néri, economista da Fundação Getulio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ) e um dos maiores especialistas em política social do país.</p>
<p>“Na última década, a desigualdade de renda caiu como nunca em nossa história. O equivalente a 31,9 milhões de pessoas ascenderam à classe C, ingressando no mercado consumidor, ampliando a capacidade de nossa economia crescer”, avalia Neri, para quem, no entanto, o futuro do país está nas classes A e B. “Quando terminarmos o processo de transferir pessoas das classes D e E para a C, passaremos a transferi-las da C para cima, o que gerará maior pressão sobre os ricos.”</p>
<p>A percepção de Neri não é isolada. Durante seminário realizado ontem pela Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, economistas e cientistas políticos configuraram o atual momento da economia brasileira como “privilegiado”. Para o cientista político André Singer, as condições econômicas e sociais estão próximas do período do New Deal, nos Estados Unidos, quando o governo americano, por meio de gastos em programas de amparo social e em obras de infraestrutura, impulsionou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) após o “crash” de 1929. “Para ir além”, disse Singer, “é indispensável manter a elevação do salário mínimo”.</p>
<p>O processo virtuoso, conforme avaliação dos participantes do debate, está assentado em “pontos-chave”, como denominou Neri. Segundo números do economista da FGV, a renda oriunda do trabalho respondeu por 67% da redução na desigualdade, a frente dos 17% oriundos de programas de transferência direta de renda, como Bolsa Família, e dos 15,7% provenientes da Previdência Social . “O tripé é este”, diz Singer, “quer dizer, aumento do emprego, seguido de gastos com pobreza extrema e aposentadorias”.</p>
<p>Este quadro, no entanto, também revela problemas. “Do ponto de vista do crescimento acelerado combinado com redução da desigualdade, o jogo como está colocado hoje é preocupante”, avalia Mariano Laplane, economista da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Ficamos por quase 30 anos completamente à margem do desenvolvimento. O mundo moveu seu eixo tecnológico e industrial para os países asiáticos, ao longo dos anos 1970, e nós ficamos parados, assistindo isso tudo”, afirma.</p>
<p>A lógica de Laplane, compartilhada por outros economistas da FGV, é que o ritmo acelerado do PIB – que neste ano, segundo estimativas do governo, deve passar por ampliação de 7%, a maior em 24 anos – não se sustentará, uma vez que o parque industrial brasileiro é pouco desenvolvido tecnologicamente, quando comparado com outros países, como a China.</p>
<p>“Os ganhos de produtividade que nossa indústria fez após a abertura comercial, em 1990, são claramente incapazes de fazer frente aos competidores externos”, avalia Laplane, para quem a ampliação do mercado de trabalho passa, principalmente, por maior oferta de empregos no setor industrial.</p>
<p>“Nos próximos dez anos, nosso crescimento será focado no mercado interno. Se não quisermos que a renda que estamos dividindo vaze para o exterior, por meio do consumo de importados, é preciso atenção maior com a indústria”, raciocina Paulo Gala, economista da FGV-SP.</p>
<p>A pressão por mudanças, no entanto, ocorrerá de forma difusa, avaliam Neri e Singer. Para este, a nova classe média é “parcialmente conservadora”, uma vez que quer continuar ascendendo socialmente, mas deseja que isso ocorra dentro da ordem, sem radicalizações. “Seja para fortalecer o processo de redução da pobreza, seja para efetuar mudanças do lado econômico, como alterar o câmbio e reduzir os juros, o Estado têm diante de si um novo proletariado, que está no setor de serviços, como os operadores de telemarketing”, diz Singer.</p>
<p>Para Neri, a nova classe média “não precisa tanto do Estado quanto os mais pobres”, assim, passa a ser natural que o Estado “foque mais em políticas sociais aos mais necessitados, deixando a classe ascendente com margem para desenvolvimento próprio”.</p>
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		<title>Inflação para a baixa renda perde ritmo e é a menor desde 2008, diz FGV</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 12:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[Os itens que contribuíram para a desaceleração do IPC-C1 foram roupas, arroz e feijão, artigos de higiene e cuidado pessoal e bebidas alcoólicas. <a href="http://vaccarezza.com.br/inflacao-para-a-baixa-renda-perde-ritmo-e-e-a-menor-desde-2008-diz-fgv/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Do Portal Uol</em></p>
<p>A inflação para a faixa da população de menor renda desacelerou em julho, com variação negativa de 0,56%, a menor taxa desde setembro de 2008, quando o índice registrou queda de 0,57%. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,20% no ano e 4,65%, nos últimos 12 meses.</p>
<p>Em junho, o índicador já havia desacelerado 0,38%.</p>
<p>O IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1) é calculado a partir das despesas das famílias com renda mensal entre um e 2,5 salários mínimos (de R$ 510 a R$ 1.275). Ele foi divulgado nesta sexta-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p>Em julho, o IPC-BR registrou queda de 0,21%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 4,36%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1.</p>
<p>Quatro das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: vestuário (0,78% para -1,11%), alimentação (-1,31% para -1,54%), saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,25%) e despesas diversas (1,64% para 1,58%).</p>
<p>Os itens que contribuíram para a desaceleração do IPC-C1 foram roupas (1,08% para -0,89%), arroz e feijão (-0,22% para -1,31%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,72% para 0,30%) e bebidas alcoólicas (-0,06% para -1,07%).</p>
<p>Em alta ficaram seguintes grupos que compõem o indicador: educação, leitura e recreação (-0,05% para 0,35%), habitação (0,14% para 0,19%) e transportes (-0,01% para 0,01%) registraram acréscimos em suas taxas de variação.</p>
<p>As principais influências da alta partiram dos itens: excursão e tour (-1,69% para 1,58%), tarifa de eletricidade residencial (0,41% para 0,63%) e tarifa de ônibus interurbano (0,17% para 0,42%).</p>
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		<title>Pesquisa do IBGE revela queda da desigualdade entre ricos e pobres</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 13:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de renda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[Para especialistas, a queda na desigualdade promete ser sustentável por causa, especialmente, de avanços no mercado de trabalho e nos programas de transferência de renda. <a href="http://vaccarezza.com.br/pesquisa-do-ibge-revela-queda-da-desigualdade-entre-ricos-e-pobres/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Fabiana Ribeiro, Cássia Almeida e João Guedes &#8211; O Globo </em></p>
<p>A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE,  mostrou que a distância que separa os ricos e pobres no Brasil ficou menor também quando se olha os gastos das famílias brasileiras. Outros levantamentos já haviam mostrado uma queda na desigualdade de renda.</p>
<p>Agora, a POF constatou uma melhora na distribuição dos gastos familiares. Em 2002/2003, os 10% mais ricos tinham despesa 10,1 vezes superior aos 40% mais pobres. Em 2008/2009, essa distância caiu para 9,6 vezes.</p>
<p>A desigualdade caiu também entre os menos e mais instruídos, mas aumentou entre homens e mulheres. Para especialistas, a queda na desigualdade promete ser sustentável por causa, especialmente, de avanços no mercado de trabalho e nos programas de transferência de renda.</p>
<p>Segundo Eduardo Nunes, presidente do IBGE, o nível de desigualdade, apesar do recuo, não é compatível com o grau de desenvolvimento econômico.</p>
<p>— Comparando com outros países com padrão de desenvolvimento equivalente ao nosso, não vamos encontrar a desigualdade que temos no Brasil. É preciso fazer mais do que tem sido feito — disse.</p>
<p>Quando se olha os rendimentos apurados pela POF, também houve queda na desigualdade.</p>
<p>Nos cálculos de Marcelo Neri, economista da Fundação Getulio Vargas, o Índice de Gini de todas as rendas caiu de 0,591 para 0,561 entre as duas POFs — quanto mais perto de 1, mais desigual.</p>
<p>— O bolo cresceu, com redução de desigualdade. Trata-se de um momento único, já que na fase do milagre econômico, a desigualdade não caiu — disse Neri, acrescentando que, de 2003 a 2008, 25,9 milhões de pessoas foram incorporadas à classe C. — A POF deixou claro que pessoas pobres passaram a ter mais renda. A queda da desigualdade é sustentável, mas os problemas sociais são altos.</p>
<p><strong>Região Sul registra maior recuo da desigualdade</strong></p>
<p>A maior queda na desigualdade foi registrada no Sul do país, onde os mais ricos gastam 6,9 vezes mais do que os mais pobres — contra 8 vezes no levantamento anterior. O casal Diego Rodrigues, de 27 anos, e Cláudia Machado, 23, trabalham numa churrascaria na zona leste de Porto Alegre e tem uma renda média de dois salários mínimos.</p>
<p>Os dois trocaram o preparo de refeições em casa por pratos prontos, mais caros. Além disso, o casal também aproveitou o aumento na renda para equipar a casa onde moram. Depois de uma televisão e de um aparelho de DVD novos, eles agora planejam trocar máquina de lavar, geladeira e fogão.</p>
<p>Por escolaridade, a diferença no consumo diminuiu à metade.</p>
<p>Seis anos antes, nos lares onde a pessoa de referência tinha 11 anos ou mais de estudo, a despesa era 400% superior à de famílias onde o chefe era analfabeto.</p>
<p>Essa diferença caiu para 207%. Para Sergei Soares, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o prêmio para quem conseguiu completar o ensino médio diminuiu pelo aumento da oferta de educação.</p>
<p>— Uma das explicações é que, com a universalização do acesso à educação, houve queda da qualidade. Outra justificativa é que o mercado de trabalho é desigual e isso aparece de alguma maneira nas estatísticas.</p>
<p>Mesmo assim, a diferença dos ganhos entre as famílias que têm algum componente formado na faculdade e as que não têm diminuiu: em 2003 chegava a 190% e baixou agora para 160%.</p>
<p>Quando há dois membros formadas, a distância cresce. Passa para 390%, mas em 2003 chegava a 430%. Essa redução reflete o aumento do acesso à universidade no Brasil. Há seis anos, havia um membro formado em 16% das famílias. Essa parcela subiu para 24%.</p>
<p>Na avaliação de Naércio Menezes, professor de economia do Insper (antigo Ibmec SP), o maior acesso à educação contribuiu para reduzir os níveis de desigualdade. Em 2001, apenas 10% dos jovens de 22 anos chegavam ao ensino superior. Em 2008, subiu para 19%.</p>
<p>Já entre mulheres e homens, a desigualdade nos gastos subiu de 15% para 20% em seis anos, contrariando as pesquisas que mostram que os salários de mulheres e homens vêm se aproximando.</p>
<p>Para Soares, usar as despesas na avaliação da desigualdade de gênero pode incluir variáveis que não são relacionadas só ao mercado de trabalho. No mercado de trabalho, a diferença vem caindo.</p>
<p>O IBGE constatou aumento na desigualdade entre pretos e brancos, mas queda na distância entre brancos e pardos. Mas, segundo Soares, o ideal é comparar brancos e não-brancos.</p>
<p><strong>Pesquisa compara dois momentos de crise<br />
Cássia Almeida, Fabiana Ribeiro e Luciana Rodrigues </strong></p>
<p>No levantamento recente, entretanto, turbulência externa não conteve avanço da renda</p>
<p>Os dois últimos levantamentos feitos pelo IBGE sobre os gastos das famílias foram a campo em momentos particularmente difíceis para a economia brasileira. A POF anterior, realizada entre os meses de julho de 2002 e junho de 2003, encontrou um país estagnado (a economia cresceu só 1,1% em 2003), com inflação em alta e que tentava se organizar após as turbulências financeiras pré-eleitorais, quando o dólar chegou a bater R$ 3,99. Ainda em 2002: a taxa de desemprego era de 9,2% e os brasileiros amargaram uma perda de renda de 2,6%.</p>
<p>Desta vez, o período de investigação da POF — maio de 2008 a maio de 2009 — coincidiu com a maior crise internacional desde a Grande Depressão (1929), que levou o país a uma recessão de 0,2% em 2009, no primeiro recuo da economia desde o Plano Collor, em 1992. Mas, antes de os efeitos da crise externa se abaterem de forma mais intensa sobre a economia brasileira, o desemprego médio do país em 2008 recuara para 7,2%, e os trabalhadores obtiveram, naquele ano, um ganho de renda de 1,7%, no quarto ano seguido de avanços nos rendimentos.</p>
<p>— As comparações são entre duas crises. Mas, na POF mais recente, apesar de terminar numa outra crise, é um período muito bom, em que a crise externa não impediu avanços na distribuição de renda — diz Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas.</p>
<p>A inflação também fez diferença.</p>
<p>Entre julho de 2002 e junho de 2003, os preços da economia subiram em média 16,3%. Na POF mais recente, a alta da inflação foi significativamente menor — 5,4%.<br />
<strong><br />
‘Biênio 2008/2009 foi pior que 2002/2003‘ </strong></p>
<p>Para Marcia Quintslr, coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, que gerenciou a POF, a melhoria na percepção das famílias brasileiras, observada no último levantamento, reflete a situação mais desfavorável de 2003, quando a taxa de desemprego chegou a superar os 10%: — Naquele ano, o rendimento era menor (R$ 888, contra R$ 1.041 em 2008, último dado disponível). A pesquisa está refletindo a situação pior da economia naquela época.</p>
<p>Para Fernando Gaiger Silveira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o biênio 2008/2009 foi particularmente ruim e, em termos relativos, pior do que o período 2002/2003.</p>
<p>— Os anos de 2002 e 2003 foram de crise, mas não tão piores do que o cenário econômico desse período (início da década 2000). Já o biênio 2008/2009 foi absolutamente atípico dentro de um período de bonança para a economia brasileira — diz Gaiger.</p>
<p>Segundo o IBGE, o fato de o período entre as duas pesquisas praticamente coincidir com os dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se explica pelas dificuldades orçamentárias enfrentadas para realizar a POF.</p>
<p><strong>Intervalo mínimo entre as pesquisas deve ser de 5 anos </strong></p>
<p>De acordo com Marcia Quintslr, as pesquisas de consumo devem ser realizadas, no mínimo, com um intervalo de cinco anos, seguindo as recomendações internacionais: — O nosso esforço foi para realizar a pesquisa nesse intervalo de cinco anos e, assim, perseguir a recomendação internacional.</p>
<p>Não conseguimos, por um ajuste de orçamento e de recursos. Mas estamos trabalhando para realizar a POF num modelo simplificado e, daqui a cinco anos, novamente nesse formato maior.</p>
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		<title>Dilma: Brasil de Lula será governado com a alma e o coração de uma mulher</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 13:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma presidente]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[vitória]]></category>

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		<description><![CDATA[Dilma afirmou que o Brasil precisa continuar mudando para melhor e que “chegou a hora de uma mulher comandar o país”. Clique no título acima para ler a íntegra do pronunciamento de Dilma na convenção do PT que oficializou sua candidatura à Presidência da República. <a href="http://vaccarezza.com.br/dilma-brasil-de-lula-sera-governado-com-a-alma-e-o-coracao-de-uma-mulher/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11192" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-11192" title="m100613170533luladilma1site" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/06/m100613170533luladilma1site.jpeg" alt=" Dilma: Brasil de Lula será governado com a alma e o coração de uma mulher" width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Dilma, candidata do PT à Presidência da República, ao lado do presidente Lula - Foto: Paulino Menezes</p></div>
<p><a href="http://vaccarezza.com.br/integra-do-pronunciamento-de-dilma-na-convencao-do-pt-que-oficializou-sua-candidatura-a-presidencia-da-republica/" target="_self">Clique aqui para ler a íntegra do pronunciamento</a></p>
<p>&#8220;Estamos celebrando o Brasil do Lula, que será governado com a alma e o coração de uma mulher&#8221;, afirmou a candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, durante a Convenção Nacional do PT, no domingo, 13 de junho, em Brasília. Para Dilma, o Brasil precisa continuar mudando para melhor e que para isso é mais que simbólico que o PT e os partidos aliados estejam dizendo que “chegou a hora de uma mulher comandar o país”.</p>
<p>“Minha emoção é muito grande. Minha alegria também. Por esta festa tão cheia de energia, de confiança e esperança. Sei que esta festa não é para homenagear uma candidata. Aqui se celebra, em primeiro lugar, a mulher brasileira! Aqui se consagra e se afirma a capacidade de ser – e de fazer – da mulher brasileira. É em nome de todas as mulheres do Brasil &#8211; em especial de minha mãe e de minha filha &#8211; que recebo esta homenagem para ser a primeira mulher presidente da República”.</p>
<p>Dilma disse que o Brasil conquistou muitos avanços com o governo de Lula, mas é preciso avançar mais e ela quer ser a presidente da inclusão digital, da educação da qualidade. Agora, com Dilma, o país terá ainda mais oportunidades de reduzir a desigualdade de crescer para todos.</p>
<p>“Lula mudou o Brasil e o Brasil quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança. É seguir mudando, para melhor, o emprego, a saúde, a segurança, a educação. É seguir mudando com mais crescimento e inclusão social para que outros milhões de brasileiros saiam da pobreza e entrem na classe média. É seguir mudando para diminuir ainda mais a desigualdade entre pessoas, regiões, gêneros e etnias”, discursou.</p>
<p>Ela lembrou que nos governantes do passado davam atenção para um terço da população e os demais brasileiros eram um estorvo. “Historicamente, quase todos governantes brasileiros governaram para um terço da população. Para muitos deles, o resto era peso, estorvo e carga”, disse.</p>
<p>“Falavam que tinham que arrumar a casa primeiro [antes de distribuir renda aos mais pobres]. Falavam e nunca arrumavam. Porque é impossível arrumar uma casa deixando dois terços dos filhos ao relento, à margem do progresso e da civilização. Resultado: o Brasil era uma casa dividida, marcada pela injustiça e pelo ressentimento, que desperdiçava suas melhores energias, que é a energia do seu povo”, completou.</p>
<p>No governo Lula essa forma de governar mudou. O país passou a ser verdadeiramente de todos e os mais pobres conseguiram ter esperança. “Nós, do governo do presidente Lula, fizemos o contrário. Chegamos à conclusão de que só fazia sentido governar se fosse para todos. E provamos que aquilo que era considerado estorvo era, na verdade, força e impulso para crescer, para avançar a fazer desse um país de todos”.</p>
<p>Durante seu discurso, ela sentiu a força da militância petista pelas palmas, pelos cantos de olê, olê, olá, Dilma, Dilma, pelas bandeiras lilás tremulando no auditório e pela vibração da convenção do PT. Ao lado dos aliados, ela listou os avanços que pretende fazer no país em muitas áreas: saúde, educação, infraestrutura, democracia, planejamento urbano, segurança pública, inovação tecnológica. Ela ressaltou também a necessidade das reformas Política e Tributária.</p>
<p><strong>Mulher presidente</strong><br />
Ao final do discurso, Dilma contou a história da mãe que pediu a ela num aeroporto que contasse para a filha, que se chama Vitória, que as mulheres também podem ser presidentes da República.</p>
<p>“É mais que simbólico que, nesse momento, o PT e os partidos aliados estejam dizendo: chegou a hora de uma mulher comandar o país. Estejam dizendo: para ampliar e aprofundar o olhar de Lula, ninguém melhor que uma mulher na presidência da República. Creio que eles têm toda razão. Nós, mulheres, nascemos com o sentimento de cuidar, amparar e proteger.Somos imbatíveis na defesa dos nossos filhos e da nossa família”, disse.</p>
<p><strong>Leia, abaixo, a íntegra da fala da Dilma.<br />
</strong></p>
<p>Companheiras e Companheiros do meu partido,</p>
<p>A minha emoção é muito grande. Mas a minha alegria também é muito grande por esta festa estar tão cheia de energia, tão cheia de confiança e esperança. Sei que esta festa não é para homenagear uma candidata. Aqui nós estamos celebrando, em primeiro lugar, a mulher brasileira. Aqui se consagra e se afirma a capacidade de ser, de fazer da mulher brasileira.</p>
<p>Em nome de todas as mulheres do Brasil, em especial, da minha mãe e da minha filha, recebo essa homenagem e essa indicação para concorrer à Presidência da Republica. Ser a primeira mulher presidente do meu País é o que eu almejo. É também em nome delas que eu repito, eu abraço essa missão deferida pelo meu partido, o Partido dos Trabalhadores, e pelos partidos da nossa coligação que hoje estão aqui presentes.</p>
<p>A energia, companheiros e companheiras, que move esta grande festa brasileira, é a força do trabalho. É a força do sonho de um povo que sempre lutou e jamais perdeu a esperança. E que levou a presidência um trabalhador que provou que um novo Brasil é possível. Um Brasil justo, um Brasil forte, um Brasil democrático, um Brasil independente. Cheio de oportunidades para todas as brasileiras e os brasileiros.</p>
<p>E não é por acaso que, depois desse grande homem, ele pode ser governado por uma mulher. Um Brasil de Lula com a alma e coração de mulher.</p>
<p>O nosso presidente Lula mudou o Brasil. E o Brasil por causa dessa mudança quer seguir mudando. A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança, que é isso que nós conseguimos mudar. É seguir mudando para melhor, mudando para melhor o emprego, a saúde, a segurança, a educação. É seguir mudando com mais crescimento e inclusão social. É seguir mudando para que outros milhões de brasileiros saiam da pobreza e entrem na classe média, como nós conseguimos durante o governo do nosso presidente Lula.</p>
<p>É seguir mudando para diminuir ainda mais a desigualdade entre as pessoas, os gêneros, as regiões e as etnias. Minhas queridas companheiras e meus queridos companheiros, a distância entre o sonhar e o fazer pode ser mais curta do que a gente imagina, desde que a gente tenha a coragem, a determinação – que eu sei que nós temos. Foi o que ocorreu durante o governo do presidente Lula, quando alcançamos tantas conquistas que tantos julgavam impossíveis.</p>
<p>Como o presidente há pouco falou, por exemplo, quando nós pagamos a dívida externa e passamos a ser aqueles que emprestavam dinheiro para o Fundo Monetário Internacional. Nós vimos, durante o governo do presidente Lula, se confirmar o que ele mesmo disse no início do primeiro governo. Você sabe o que ele disse? Ele disse uma coisa muito certa. Ele disse o seguinte: primeiro vamos começar fazendo apenas o necessário, depois nós vamos fazer o possível e, quando menos se esperar, nós estaremos realizando o impossível.</p>
<p>Pois é, companheiros, nós somos aqueles capazes de realizar o impossível. Quando me perguntam: mas como é que isso aconteceu? Eu respondo: foi porque trabalhamos com cabeça e com o coração. Foi porque trabalhamos primeiro para as pessoas e nós produzimos resultados surpreendentes.</p>
<p>Quando perguntam como isso aconteceu, eu também respondo: foi porque nós soubemos abrir novos caminhos, quebrando antigos tabus. O tabu mais importante que quebramos foi o de que era quase impossível governar para todos os brasileiros.</p>
<p>Historicamente quase todos os presidentes que nos antecederam, que antecederam o governo do presidente Lula, governaram para um terço da população. Poucos foram aqueles que governaram para todos. Para muitos deles, o resto era peso, o resto da população era resto, era peso, era carga, era estorvo. Não era integrado por brasileiros e brasileiras.</p>
<p>Sempre diziam: tem que arrumar a casa primeiro, para depois melhorar a situação. Falavam e nunca arrumavam a casa. Porque nós sabemos que é impossível arrumar uma casa deixando dois terços ao relento, à margem do progresso, à margem da civilização. Cada um de nós sabe disso.</p>
<p>O resultado era um só. O Brasil era uma casa dividida, marcada pela injustiça e pelo ressentimento. Nós fizemos o contrário. Só fazia sentido governar se fosse para todos, e provamos que aquilo que era considerado estorvo, aquilo que era considerado peso e carga, eram na verdade a força, o impulso para crescer, avançar e fazer esse país, um país de todos.</p>
<p>Quebramos o tabu e provamos que incluir os mais fracos e os mais necessitados de progresso era um avanço no desenvolvimento do país. Um caminho socialmente correto, um caminho politicamente indispensável e, sobretudo, um caminho que eleva economicamente o crescimento e o desenvolvimento.</p>
<p>Companheiras e companheiros, nós queremos e podemos fazer mais e melhor.</p>
<p>Para realizar esta grande tarefa, não basta apenas ser eleito ou dizer que vai fazer. É preciso conhecer bem o Brasil, conhecer o governo e ter projetos que ampliem e acelerem o que está sendo feito. Não é necessário que eu diga a vocês. Chega de promessas. Aqueles que sabem fazer são aqueles que farão.</p>
<p>Aquelas que sabem fazer são aquelas que farão. É preciso ainda companheiros estar do lado certo e ter a postura e atitude corretas. É preciso dar prioridade e apoio aos que mais precisam.</p>
<p>Porém, devemos governar como governamos para todos os brasileiros e todas as brasileiras. Mas é preciso, sobretudo, acreditar no Brasil, acreditar no povo brasileiro. Acreditar, por exemplo, numa coisa fundamental: que podemos e vamos erradicar a miséria e nos tornarmos um dos países de uma das maiores e mais vigorosas classes médias do mundo.</p>
<p>Podemos alcançar isso, porque somos um povo criativo. Somos um povo empreendedor. Temos uma democracia sólida, uma democracia vibrante. Temos um grande mercado interno, a maior reserva florestal e a mais limpa matriz energética do planeta.</p>
<p>Temos também o parque industrial diversificado, uma agricultura forte e desfrutamos de estabilidade econômica, agora com grandes reservas de moeda internacionais, muito maiores do que os nossos compromissos. Porque nós acumulamos, companheiras e companheiros, 250 bilhões de dólares de reserva, quando no passado íamos de pires na mão ao FMI pedir empréstimo.</p>
<p>Mas, para ampliar o que nós conquistamos, precisamos reforçar. Reforçar primeiro a nossa confiança cada vez maior no Brasil. Reforçar também a capacidade de planejar do Estado brasileiro. A capacidade de planejar e a integração entre o estado e o setor produtivo, setor privado, entre o governo e a sociedade. Entre o governo Federal, entre o governo dos estados e dos municípios.</p>
<p>Esse trabalho terá como prioridade, para nós, a educação de qualidade, como disse o nosso presidente. Dando sequência à transformação educacional que hoje está em curso no Brasil, da creche à pósgraduação.</p>
<p>Isso, companheiros, significa dar especial atenção a formação continuada para os professores, para o ensino fundamental e médio. Fazer com que os professores tenham pelo menos o curso universitário. Mas é também preciso dar aos professores uma remuneração condizente com a importância deles.</p>
<p>É importante, companheiros, que os nossos professores, sobretudo, sejam respeitados. E quando forem colocar suas legítimas reivindicações, não sejam reprimidos por policiais armados.</p>
<p>É importante também que o nosso aluno seja avaliado e as nossas escolas também, para que a gente possa garantir uma qualidade do ensino fundamental, tanto do ensino médio tanto do ensino básico.</p>
<p>É necessário espalhar isso que o presidente voltou a fazer: escolas profissionalizantes por todo o Brasil, levando a cada cidade, cada município que pudermos. Ter escolas técnicas para que o aluno não corra atrás da escola, mas que ela vá aonde está o aluno.</p>
<p>É necessário qualificar o ensino universitário. O universitário fazendo pósgraduação, equipar nossas escolas e dar aos nossos alunos acesso a banda larga gratuita e assegurar bolsas de estudo de apoio aos alunos. E, aí sim, formar jovens preparados para conduzir a sociedade da tecnologia e do conhecimento.</p>
<p>Quero dizer para vocês uma coisa: se eleita presidente, eu vou liderar sem descanso esse progresso. Esse processo de levar a educação a todos os brasileiros e brasileiras. Educação de qualidade.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, e para melhor, é fundamental promover um salto de qualidade na assistência universal produzida pelo Sistema Único de Saúde. Nossas prioridades na saúde estarão baseadas em três pilares:</p>
<p>- Financiamento adequado e estável para o Sistema Único de Saúde;<br />
- Valorização das práticas preventivas;<br />
- Organização dos vários níveis de atendimento, garantindo atendimento básico, de ambulatorial nas unidades de Saúde, nas UPAS, nas Unidades de Pronto Atendimento.</p>
<p>Que também haja atendimento hospitalar de alta média complexidade, garantindo que a população resolva seus problemas de saúde, que não seja empurrada para uma próxima etapa. Isso em todos os estados brasileiros.</p>
<p>Daremos prioridade ao desenvolvimento de remédios, produção no Brasil dos chamados fármacos, de modo que as nossas instituições de pesquisas universidades e empresas sejam capazes de produzir aqui remédios adequados e mais baratos.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando para melhor, precisamos investir, ainda mais, em pesquisa, inovação e política industrial.</p>
<p>O governo Lula foi o que mais investiu em pesquisa e inovação na história recente. A nossa meta é ampliar este esforço, focando nos setores portadores de futuro – como é o caso da biotecnologia, agroenergia e da produção desses princípios chamados fármacos. Fortalecendo o tripé empresas privadas, institutos tecnológicos e redes universitárias.</p>
<p>Isso vai favorecer nosso parque industrial. Vai aumentar o emprego e a nossa competitividade. Também na área agrícola e industrial vai fortalecer as nossas exportações.</p>
<p>Nós vamos adotar um princípio que o presidente adotou logo no início do governo. Quando o Brasil voltou a produzir plataformas aqui, deixamos de exportar empregos para a Singapura e Coréia.</p>
<p>O principio é muito claro e ele diz assim: tudo que pode ser produzido no Brasil deve ser produzido no Brasil, porque nós somos capazes, com o mesmo preço, qualidade e prazo. É para empregar aqui e gerar renda aqui e não exportar empregos lá para fora.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, companheiras e companheiras, é preciso investir na inclusão digital, no acesso à internet. A economia, a cultura contemporânea, exigem que toda a sociedade tenha acesso aos bens digitais. Isso é fundamental para construir uma sociedade baseada no conhecimento. Como Lula, eu quero continuar sendo presidente da inclusão social, mas quero ser também a presidente da inclusão digital.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, e a vida do seu povo ficar cada vez melhor, é preciso investir em segurança pública. Isso exige uma ação planejada e concentrada em segurança nas áreas urbanas. A exemplo do que o governo Lula vem fazendo com o Pronasci.</p>
<p>É necessário, também, dar continuidade na capacitação da nossa Polícia Federal nas áreas de fronteiras e nas ações de inteligência. É preciso lutar contra o crime organizado, contra o roubo de cargas, contra o tráfico de armas e, sobretudo, contra as drogas. Contra essa praga destruidora que é o crack.</p>
<p>O crack avança sobre a nossa população de forma devastadora. O crack é um crime contra a juventude, contra a família e contra a sociedade. Mas nós vamos vencer essa guerra. E vamos vencer como venho dizendo: com apoio, com carinho e com autoridade.</p>
<p>Para o Brasil, companheiros e companheiras, seguir mudando, é preciso voltar a fazer o planejamento urbano, revigorar a meta de prover serviços públicos fundamentais como água e esgoto sanitário. E aumentar a paz social dentro das nossas cidades. Melhorar o ambiente das cidades é uma ação urgente e necessária, já iniciada com o Programa de Aceleração do Crescimento.</p>
<p>É hora de avançar ainda mais, ampliando o acesso ao esporte, lazer e a cultura. Melhorando cada vez mais o saneamento básico e os serviços de saúde de qualidade. E assegurando um tipo de transporte acessível e eficiente.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, é preciso continuar a investir maciçamente em infraestrutura. Vamos seguir estimulando por meio do Programa de Aceleração do Crescimento. Ter a parceria entre o setor público e privado e garantir investimentos que ampliem a competitividade de nossa economia.</p>
<p>Vamos construir e melhorar portos e aeroportos, rodovias, ferrovias e hidrovias. Ampliar e garantir mais eficiência ao nosso sistema elétrico, aos meios de transporte, incluindo o trem de alta velocidade e de transporte de cargas.</p>
<p>Eu quero ser a presidente da consolidação da infraestrutura brasileira, completando o grande trabalho do presidente Lula.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, nós precisamos vencer o déficit habitacional, a falta de moradia, já nessa década que se inicia. Com o Minha Casa, Minha Vida, nós abrimos um vigoroso caminho nessa direção. Garantimos subsídios que evitam os preços dos financiamentos insuportáveis para os mais pobres. Mobilizamos o setor privado e simplificamos a burocracia.</p>
<p>Participei da concepção e da coordenação do Programa Minha Casa, Minha Vida, a pedido do presidente Lula. Esse programa, portanto, eu sei como fazer para avançar mais. E nós já temos pronto o projeto para mais 2 milhões de moradias.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, nós temos que priorizar a chamada economia do baixo carbono, consolidada no modelo de energia renovável que conquistamos. É preciso também dar prosseguimento ao que o Governo Lula fez, incentivando os projetos de reflorestamento em áreas degradadas e cumprindo as metas de redução do desmatamento.</p>
<p>Em especial, nós vamos cumprir as metas de Conferência de Copenhague, independentemente do que façam ou deixam de fazer os outros países. Ao mesmo tempo, nós vamos investir, procurando novos materiais e produtos mais adequados a sustentabilidade e a proteção ao meio ambiente.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, temos que continuar modernizando a política de desenvolvimento regional, reconhecendo as particularidades de cada estado, cada região. Eu quero ser, depois do presidente Lula, a presidente da moderna integração regional do país. Unindo o Nordeste, o Norte, o CentroOeste, o Sul e o Sudeste, de forma que todas as nossas regiões possam realizar as suas qualidades e aproveitar as oportunidades.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, é preciso assegurar a estabilidade e continuar as reformas que melhoram o ambiente econômico, em especial a Reforma Tributária. A nossa estrutura tributária é caótica, apesar de áreas de excelência na administração e se não tivermos coragem de reconhecer isso, jamais faremos esta reforma tão urgente e necessária.</p>
<p>Entre outras coisas, vamos investir para informatizar todos os tributos. Ampliar a base de arrecadação e diminuir as alíquotas dos impostos. Outra grande meta do governo Lula, que nós vamos completar e que foi realizada, mas iremos aprofundála, é a desoneração do investimento. Porque ele melhora o crescimento econômico.</p>
<p>Para o Brasil, companheiros e companheiras, seguir mudando, nós precisamos valorizar a nossa cultura. Vamos ampliar a produção e o consumo de bens culturais com base em nossa diversidade. Dar meios e oportunidades para a criatividade popular. Assim, nós vamos alargar caminhos para que aflore a diversidade cultural brasileira, cuja a riqueza e significado podem ser comparados aos da nossa biodiversidade.</p>
<p>A cultura é o espaço por excelência da alma e da identidade de um povo. É essencial para a construção de um sentido e de um sentimento de nação. Nós precisamos da cultura para a nossa identidade, para saber quem somos. Sabemos que a cultura brasileira é diversificada. Do Norte ao Sul, Leste a Oeste desse Brasil.Nós temos manifestações ricas. E elas fazem parte do nosso sentimento de sermos brasileiros e brasileiras.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, precisamos aproveitar, em benefício de todo o país, as reservas extraordinárias do présal, descobertas pela nossa querida Petrobras. Não podemos nos transformar num exportador de óleo cru. Ao contrário, devemos agregar trabalho de brasileiros e brasileiras ao petróleo aqui dentro, construindo aqui dentro refinarias e exportando derivados de maior valor e portanto de maior riqueza do Brasil.</p>
<p>O présal, como já e disse o presidente Lula, é o nosso passaporte para o futuro. Seus recursos não devem ser gastos apenas para a geração presente. Devem formar uma robusta poupança para servir a todas brasileiras e brasileiros, com investimentos em educação, cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia e combate à pobreza.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, precisamos aprofundar a nossa democracia, aperfeiçoando e valorizando nossas instituições. Unir o melhor das nossas energias para fazer a Reforma Política. Quero dizer com todas as letras aos partidos políticos e ao país: não dá mais para adiar esta reforma. Ela é uma necessidade vital para corrigir equívocos, vícios e distorções. Para dar eficácia ao voto do eleitor e credibilidade à representação parlamentar. Para dar transparência às instituições e garantir mecanismos reais de controle pelo cidadão da vida parlamentar. Para fortalecer os partidos, estimular o debate público e a participação popular.</p>
<p>A consolidação do estado democrático de direito passa, igualmente, pela garantia e pela manutenção de ampla liberdade de imprensa e da livre circulação e difusão de idéias. Exige, cada vez mais, a ampliação do direito à informação da população, com a multiplicação dos meios de comunicação. E que sejamos capazes de dar respostas abrangentes e inclusivas aos imensos desafios e às fantásticas possibilidades abertas pelo mundo digital, pela internet e pelo progresso e pelo processo de convergência de mídias.</p>
<p>Para o Brasil seguir mudando, vamos ampliar nossa presença internacional, oferecendo ao mundo as contribuições valiosas que já demos no governo Lula na área econômica, mudança climática e recentemente para a paz mundial.</p>
<p>Seguiremos defendendo, de forma intransigente, essa paz mundial, a convivência harmônica dos povos, e não a guerra, a redução de armamentos e a valorização dos espaços multilaterais.</p>
<p>Em especial, vamos seguir estreitando as relações com os nossos vizinhos aqui da América Latina e integrando a América do Sul e a América Latina. Sem querer ter qualquer espécie de imperialismo, sem querer abafar ninguém, mas com ênfase na solidariedade e no desenvolvimento de todos.</p>
<p>Precisamos manter nosso olhar especial para a África. A África que é um continente que contribuiu para a nossa formação. Para a nossa formação, para a nossa cultura, para a nossa língua.</p>
<p>Companheiras e companheiros, para o Brasil seguir mudando é preciso, acima de tudo, manter e aprofundar o olhar social do governo do nosso grande presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>É mais que simbólico nesse momento. O PT e os partidos aliados estão dizendo algo que eu acho muito importante. E isso é mais que simbólico: chegou a hora de uma mulher comandar o país. Eles estão dizendo para aprofundar e ampliar o olhar de Lula. Para aprofundar esse olhar, ninguém melhor do que uma mulher na presidência da República. Creio que eles têm toda razão. Nós, mulheres, nascemos com o sentimento de cuidar, de amparar e de proteger. Somos imbatíveis na defesa de nossos filhos e da nossa família.</p>
<p>Milhões e milhões de heroínas que homenageio nas figuras maravilhosas de Ilza de Nazaré, dona Raimunda dos Cocos, Giovana Abramovicz, Maria da Penha, Ivanete Pereira, Hildelene Lobato Bahia, Janaina Oliveira, Rose Marie Muraro, Maria da Conceição Tavares e Maria da Penha, nossas convidadas especiais, que são exemplos vivos de luta e sensibilidade social.</p>
<p>E quando falamos de cuidado e amparo, falamos de cuidado e amparo para todos os brasileiros. Se nós somos capazes e somos as responsáveis pelo cuidado e amparo nas nossas famílias, com nossos filhos e filhas, irmãos e maridos, nós somos também responsáveis diante da necessidade de cuidado e amparo da população brasileira. Eu estou falando aqui de saúde, educação, segurança e emprego.</p>
<p>De cuidar mais e melhor das nossas crianças, dos nossos jovens e dos mais velhos. Estou falando aqui de construir, no mínimo, mais 500 unidades de pronto atendimento – as UPAs 24 horas. Para garantir que as mulheres desse país e que os homens desse país, as crianças e os jovens tenham acesso a uma saúde quando necessitam de tratamento de emergência. Estou falando de mais 8.600 novas unidades básicas de saúde.</p>
<p>Estou falando de seis mil creches. De expandir e consolidar a rede de escolas técnicas. Estou falando também de centros de excelência no nível superior, de centros de inovação científica e tecnológica. Estou falando, como diz o presidente Lula, de ampliar o ProUni, para que mais homens e mulheres possam formar-se em medicina.</p>
<p>Estou falando em fortalecer os programas sociais. E aqui, ministro Patrus, estou falando de um carinho especial pelo Bolsa Família, da qual o senhor cuidou nos últimos anos, meu querido companheiro Patrus.</p>
<p>Estou falando de ampliar o emprego e melhorar o salário. De continuar o grande trabalho desse grande presidente que é Lula.</p>
<p>Estou falando, queridas companheiras, porque estou convencida de que os próximos anos serão decisivos. Estou falando porque esses anos serão decisivos porque neles nós vamos ter de seguir mudando.</p>
<p>Nós vamos ter que seguir incluindo, de seguir crescendo. E temos tudo para atingir esses objetivos. O Brasil vai mudar definitivamente de patamar.</p>
<p>Nós podemos dizer que nós vamos erradicar a miséria nos próximos anos. Porque já começamos a fazer.</p>
<p>Nós podemos dizer que somos capazes de fazer com que o Brasil transite de país emergente para país desenvolvido no qual a população desfrute de serviços públicos adequados, de educação de qualidade e bons de empregos.</p>
<p>Eu tenho certeza: se trabalharmos direito e fizermos as opções acertadas e corretas, vamos construir e<br />
levar para nossos filhos, nossos netos e netas, o melhor lugar do mundo para se viver.</p>
<p>Companheiras e companheiros,</p>
<p>Durante o governo do presidente Lula, começamos a construir um novo Brasil. Esta é a obra que quero continuar. Com a clara consciência de que continuar não é repetir. É avançar.</p>
<p>Esta é a missão que o presidente Lula, o PT e os países aliados colocam em minhas mãos. É este o compromisso de fazer o Brasil seguir mudando que assumo, hoje aqui com vocês e com todo Brasil, que assumo a partir da minha alma e do meu coração. Este é o compromisso que vamos cumprir, com coragem, com determinação, eu e meu companheiro de chapa, Michel Temer, futuro vicepresidente da República.</p>
<p>Temer: vamos fazer uma bela caminhada juntos, com nossos partidos e com todos os partidos da coalizão a coalizão dos que sabem que, da mesma forma que foi preciso somar forças para conquistar a democracia no passado, é preciso somar forças hoje para alargar ainda mais o caminho aberto pelo nosso presidente Lula. Estamos juntos para seguir mudando. Não há e não haverá retornos.</p>
<p>Nesta campanha nós vamos debater em alto nível, vamos confrontar projetos e programas. Vamos esclarecer ao povo que somos diferentes dos outros candidatos. Mas depois de eleitos, governaremos para todos os brasileiros, como fez Lula, o presidente que uniu os brasileiros. Governaremos para todos, sem exceção.</p>
<p>Eu sei como buscar a união de forças e não a divisão estéril. Sei como estimular o debate político sério e não o envenenamento que não serve a ninguém.</p>
<p>Para concluir, quero lembrar para vocês, contar para vocês, uma cena que vivi há poucos dias num aeroporto e que me comoveu fortemente.</p>
<p>Eu estava num aeroporto, quando um jovem casal, com uma filhinha muito bonita, se aproximou de mim. E a mãe falou assim: &#8220;eu trouxe minha filha aqui para você dizer a ela que mulher pode&#8221;. Aí ela disse que mulher pode. Eu perguntei para a menina: &#8220;mulher pode o quê?&#8221;. E ela: &#8220;ser presidente&#8221;. Aí, eu disse: &#8220;pode sim, não tenha dúvida que pode&#8221;.</p>
<p>Sabem como é o nome desta menininha? Ela chama Vitória!</p>
<p>Pois é, para ela, para essa menina chamada Vitória, e para as milhões e milhões de pequenas Vitórias e Marias, meninas deste Brasil que não sabem ainda que uma mulher pode ser presidente, é para elas que eu quero dedicar a minha luta. E a nossa vitória. Para que, assim como depois de Lula, um operário brasileiro, qualquer operário brasileiro, saiba que ele, seu filho, seu neto, podem ser presidente do Brasil.</p>
<p>Assim como Lula construiu essas certezas, essas pequenas Vitórias e Marias também possam responder, quando perguntadas o que vão ser quando crescer; que elas possam responder, como fazem os meninos : &#8220;Eu quero ser Presidente do Brasil!&#8221;.</p>
<p>Brasília, 13 de junho de 2010.</p>
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		<title>Diminuiu a parcela da pobreza rural no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 15:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa redução na pobreza rural está fortemente associada à expansão da cobertura dos benefícios pagos pelo sistema de aposentadoria rural, diz a pesquisadora no estudo. <a href="http://vaccarezza.com.br/diminuiu-a-parcela-da-pobreza-rural-no-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>por Cássia Almeida &#8211; O Globo</em></p>
<p>Extensão de benefícios na área agrícola garantiu melhoria na renda. No país, houve também mais emprego formal</p>
<p>O cenário rural que sempre ilustrou a pobreza no Brasil ficou metropolitano. A primeira explicação está na queda da proporção de pobres no Brasil, que era de 45% no início dos anos 90 e caiu para 22,9% em 2008 (último dado disponível).</p>
<p>Estudo que a pesquisadora do Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade (Iets) Sonia Rocha apresenta hoje no 22° Fórum Nacional mostra essa mudança na composição da pobreza entre as metrópoles e a zona rural. Em 1995, apesar de representar 19,8% da população, os moradores da zona rural eram 24,7% dos pobres.</p>
<p>Já no Brasil metropolitano, a participação na população era de 30,7%, superior à sua representação entre os pobres (28,7%).</p>
<p>Essa redução na pobreza rural está fortemente associada à expansão da cobertura dos benefícios pagos pelo sistema de aposentadoria rural, diz a pesquisadora no estudo.</p>
<p>Em 2008, essa situação mudou.</p>
<p>Enquanto a população rural representava 14% do total, a pobreza rural ficou em 15,4% do total de pobres; os moradores da metrópoles representavam 30,9% da população e 36,5% entre dos pobres.</p>
<p>Nos períodos de crise, as metrópoles sentem mais rapidamente os impactos, porém também reagem mais cedo nos momentos de recuperação explica Sonia.</p>
<p>E isso ficou flagrante entre 2004 e 2008, reduzindo o ritmo de queda das desigualdades regionais, diferentemente do que se viu entre o Brasil metropolitano e o rural. Apesar de a pobreza ter caído 27% no Nordeste, a redução foi de 35% no Sudeste.</p>
<p>Todos ganham, mas a retomada beneficia mais diretamente os centros dinâmicos da economia diz Sonia.</p>
<p>Trabalhadores mais pobres ganharam mais Outro efeito esperado com a expansão econômica é a escassez de mão de obra. Esse fenômeno fez crescer o salário dos trabalhadores mais especializados, porém em patamar inferior aos mais pobres e pouco qualificados.</p>
<p>E a explicação para o fenômeno está na valorização real (descontada a inflação) de 32% do salário mínimo entre 2002 e 2004. Isso fez os ganhos da parcela dos 20% mais pobres dos ocupados crescer 36%, enquanto entre os 20% mais ricos, essa alta foi de 14%.</p>
<p>Isso se deveu à valorização do mínimo acoplada à formalização da economia, principalmente no trabalho. O mercado está criando emprego e empresa.</p>
<p>Diante desse quadro, Sonia acredita que a pobreza deve ter continuado a cair em 2009, sem interromper a redução contínua desde 2004, mesmo com a crise financeira global que fez a economia brasileira parar em 2009. Os números só serão divulgados em setembro: Com o mínimo mais alto, expansão do Bolsa Família e criação de emprego, a pobreza deve ter caído.</p>
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		<title>Renda de negros cresce 222% em 8 anos</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/renda-de-negros-cresce-222-em-8-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de renda]]></category>
		<category><![CDATA[redução da pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[O aumento de emprego formal e o maior acesso à educação e ao crédito são as principais razões para explicar a alta no poder de consumo dos negros. <a href="http://vaccarezza.com.br/renda-de-negros-cresce-222-em-8-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consumidores negros e pardos devem fechar 2010 com receitas de R$ 546 bi, o que representa 40% do total das famílias</p>
<p>Dados incluem rendimento de trabalhos avulsos e temporários; salário do negro, no entanto, ainda equivale à metade do do branco</p>
<p>Por Claudia Rolli &#8211; Folha de S. Paulo</p>
<p>Os consumidores negros e pardos devem fechar 2010 com uma renda de R$ 546 bilhões no bolso, o que equivale a 40% do total previsto para todas as famílias (negras e não negras) do país, de R$ 1,38 trilhão.</p>
<p>Isso significa que, a cada R$ 10 disponíveis para o consumo neste ano no Brasil, R$ 4 estarão em poder de trabalhadores negros e pardos (com ou sem carteira assinada). No total da população, eles representam 51%. Em 1998, eram 45%.</p>
<p>As projeções da renda disponível neste ano foram feitas pelo Data Popular, instituto de pesquisas e consultoria, a partir dos rendimentos das famílias da Pnad de 2008, última disponível pelo IBGE.</p>
<p>Os valores foram atualizados para 2010 e consideram a inflação medida pelo IPCA no período, os reajustes concedidos ao salário mínimo nos últimos dois anos e a previsão de crescimento do país de 5% neste ano.</p>
<p>Em 2002, a massa de renda total de negros e pardos foi de R$ 170 bilhões. Se confirmada a previsão deste ano (R$ 546 bilhões), o crescimento será de 222% em relação àquele ano.</p>
<p>O resultado chama a atenção porque o salário de um negro ainda é cerca da metade do de um branco. Mesmo assim, a massa de renda dos negros já representa 40% do total.</p>
<p>O que explica essa aparente contradição é que no total de rendimentos das famílias não entram somente salários. No cálculo estão todas as fontes de receita -como trabalhos avulsos (bicos) e temporários.</p>
<p>A disparidade salarial obrigou as famílias negras a estimularem também o trabalho de crianças e adolescentes para complementar a renda.</p>
<p>&#8220;Em uma família branca, que, em geral, é menos numerosa, é comum encontrar só o pai como gerador de renda&#8221;, diz Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto. &#8220;Na família negra, os filhos trabalham. Se não for assim, não terão como pagar a faculdade e melhorar de vida.&#8221;</p>
<p>O aumento de emprego formal e o maior acesso à educação e ao crédito são as principais razões para explicar a alta no poder de consumo dos negros. De 1998 a 2008, a proporção de negros e pardos com ensino superior completo no total de adultos (25 anos ou mais) passou de 2,2% para 4,7%.</p>
<p>&#8220;As políticas públicas que vêm sendo desenvolvidas desde o final do governo FHC também contribuem para ajudar na inserção do negro no mercado de trabalho&#8221;, diz Meirelles.</p>
<p>&#8220;Antes, havia mais negros na informalidade, com renda ainda menor. Hoje não há como falar sobre a nova classe média brasileira sem falar no negro.&#8221;</p>
<p>A classe C negra deve ter disponível renda de R$ 187 bilhões neste ano -ou 43,8% da renda total prevista para a classe C (com renda de 3 a 10 mínimos).</p>
<p>Mas as empresas ainda estão longe de atender ao anseio desse consumidor. &#8220;Ter uma política de inclusão não significa somente ter um sabonete específico ou colocar o negro como garoto-propaganda. Isso é um avanço, mas é preciso entender os valores e a cultura negra.&#8221;</p>
<p>Alcir Gomes Leite, diretor-executivo e sócio da DM9, diz que empresas e marcas estão &#8220;aprendendo&#8221; a olhar para a classe C independentemente de sua cor.</p>
<p>&#8220;Ainda existem erros absurdos de criar estereótipos para essa classe, que tem hábitos e um jeito próprio de ser. O Brasil é um país de classes C e D, acho estranho considerar que são nichos de mercado.&#8221;</p>
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		<title>Número de favelados no Brasil cai 10 milhões na década, mas avança no resto do mundo, diz ONU</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 19:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[redução das desigualdades]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência para habitação da ONU atribuiu a melhoria também à criação do ministério das Cidades pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. <a href="http://vaccarezza.com.br/numero-de-favelados-no-brasil-cai-10-milhoes-na-decada-mas-avanca-no-resto-do-mundo-diz-onu/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em São Paulo</em></p>
<p>O Brasil reduziu em 16% sua população de favelas, com cerca de 10,4 milhões de pessoas deixando esse tipo de habitação nos últimos 10 anos, apontou nesta quinta-feira, 17 de março, um relatório das Nações Unidas. Apesar disso, o número de habitantes de moradia precária em todo o mundo no mesmo período avançou de 776,7 milhões para 827,6 milhões.</p>
<p>O número de brasileiros que moram em favelas diminuiu de 31,5% para 26,4% em dez anos devido à adoção de políticas econômicas e sociais, à diminuição da taxa de natalidade e à migração do campo para a cidade, disse o relatório da ONU.</p>
<p>A agência para habitação das Nações Unidas atribuiu a melhoria também à criação do ministério das Cidades pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a adoção de uma emenda constitucional afirmando o direito do cidadão à moradia e aos os subsídios a materiais de construção, terrenos e serviços de construção.</p>
<p>Entre os países pesquisados, o Brasil está atrás apenas de China, Índia e Indonésia, que, segundo a ONU, deram “grandes passos” para combater a precariedade das moradias.</p>
<p>Os autores do estudo calculam que, mantida a taxa atual, o número de habitantes de favelas aumentará seis milhões por ano até 2020, quando chegará a 889 milhões. Apesar do incremento de 55 milhões no número absoluto de favelados no período pesquisado, o relatório destaca que “227 milhões de pessoas no mundo deixaram de viver em assentamentos precários entre 2000 e 2010 e passaram a fazer parte da cidade formal”.</p>
<p>“Isto significa que, coletivamente, os governos do mundo alcançaram a Meta 11 do Objetivo 7 dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (melhorar a vida de pelo menos 100 milhões de habitantes em assentamentos precários para o ano 2020) em 2,2 vezes”, diz o texto. “(Mas) o progresso que foi feito em relação à meta das favelas ainda não foi o suficiente para conter o crescimento de assentamentos informais nos países em desenvolvimento.”</p>
<p>A África Subsaariana é região que concentra a maior população em favelas, onde 199,5 milhões ou 61,7% de sua população urbana vivem em tais áreas. Em seguida aparecem o sul da Ásia com 190,7 milhões (35%); Ásia do Leste com 189,6 milhões (28,2%); América Latina e o Caribe com 110,7 (23,5); Sudeste Asiático com 88,9 milhões (31%); Oeste Asiático com 35 milhões (24,6%); Norte da África com 11,8 milhões (13,3%); e Oceania com 6 milhões (24,1%).</p>
<p><em>* Com informações da BBC Brasil</em></p>
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