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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; ministra Dilma Rousseff</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Assessoria de Dilma divulga íntegra de entrevista da ministra em Jacutinga (MG)</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[ministra Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[PAC 2]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo é divulgar a íntegra das perguntas e respostas da entrevista que foi mal interpretada por alguns veículos de comunicação. <a href="http://vaccarezza.com.br/assessoria-de-dilma-divulga-integra-de-entrevista-da-ministra-em-jacutinga-mg/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A assessoria de imprensa da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, divulgou nota à imprensa neste final de semana com a íntegra da entrevista concedida pela ministra na cidade de Jacutinga (MG), na última sexta-feira (29).</p>
<p>Segundo a assessoria, a entrevista foi mal interpretada por alguns veículos de comunicação.</p>
<p>Leia a íntegra:</p>
<p>&#8220;Em entrevista a jornalistas que acompanharam a inauguração do gasoduto Paulínia-Jacutinga, na sexta-feira (29), em Minas Gerais, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi perguntada por repórter da Record News se já se considerava sucessora do presidente Lula. A pergunta aludia à intenção do presidente de deixar um conjunto de projetos, o chamado PAC 2, para o próximo presidente da República.</p>
<p>Primeiro, a ministra disse que o presidente Lula nunca escondeu a vontade de deixar um legado de projetos para o seu sucessor. Em seguida, falou que isto é uma demonstração de respeito com quem for assumir o cargo depois dele.</p>
<p>A repórter insistiu, perguntando se a ministra já se via como sucessora de Lula. Dilma respondeu que o presidente merece ter um sucessor à altura dele e que, se a escolhessem, gostaria de ser essa sucessora, mas que hoje não se considera como tal.</p>
<p>Alguns veículos de comunicação misturaram nas reportagens a fala da ministra na inauguração do gasoduto com a resposta à pergunta formulada pela jornalista em entrevista concedida depois, dando a entender, incorretamente, que a ministra se colocava como candidata.</p>
<p>Confira o trecho da entrevista coletiva da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em Jacutinga (MG):</p>
<p><strong>Pergunta &#8211; (Record News)</strong> Voltando à estória do PAC, a senhora falou do PAC 2, dos objetivos. A senhora acredita que o presidente Lula vá conseguir atingir todos os objetivos ainda durante o governo dele, ou a senhora já se considera uma sucessora dele para colocar isto em prática?</p>
<p><strong>Dilma -</strong> O presidente nunca deixou escondido que o PAC 2 é o legado dele para os próximos governos, sejam quem sejam. É isso que nós vamos deixar. Daqui pra frente, no Brasil, você vai olhar o governo pelo que ele fez e pelo que ele deixou para o próximo. Porque a gente tem de ter consideração com o próximo governo. E o Brasil não pode viver num soluço, né &#8211; você faz uma coisa, soluça e depois você faz outra. É possível até que o próximo governante não queira aquele, queira adaptar, mas pode sempre usar alguma coisa. É isso, é nesse sentido que a gente tá fazendo.</p>
<p><strong>Pergunta -</strong> A senhora se considera uma sucessora?<br />
<strong><br />
Dilma </strong>- Olha, eu acho que o presidente tem de ter um sucessor à altura do governo dele. Eu gostaria muito, se me escolherem, de ser sucessora. Não sou hoje.</p>
<p><strong>Pergunta &#8211; (Flavio &#8211; O Globo)</strong> &#8211; Ministra, há uma grande divergência na cúpula do partido em relação à escolha do vice para uma eventual chapa encabeçada pela senhora. Eu queria saber se a senhora está ajudando a apagar esse incêndio e se a senhora está ajudando pró ou contra o Michel Temer?</p>
<p><strong>Dilma -</strong> Olha gente, você sabe o que é? É aquele negócio que o povo fala: não dá para botar a carroça na frente dos bois. Eu nem sou pré-candidata. Eu só serei pré-candidata, e isso não é uma questão formal, é uma questão duma escolha partidária, onde muita gente tá envolvido, não só uma, duas ou três pessoas. Então, quando concluído o congresso, eu serei candidata se o congresso me escolher. Agora, como é que eu, sem ser, vou dar palpite em quem vai ser vice. É a própria carroça lá na frente dos bois &#8211; o boi tá aqui atrás e a carroça tá lá na frente&#8221;.</p>
<p><em>Assessoria de imprensa / Casa Civil da Presidência da República</em></p>
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		<title>Em Londres, Dilma participou de seminário sobre investimento no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[ministra Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[seminário sobre investimento no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Em conversa com jornalistas, a ministra Dilma falou sobre o Estado em que acredita: “Nem mínimo nem máximo; o adequado". <a href="http://vaccarezza.com.br/em-londres-dilma-participou-de-seminario-sobre-investimento-no-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, acompanhou o presidente Lula em Londres, onde o presidente recebeu o prêmio Chatam House, e participou de seminário sobre investimento no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista ao &#8220;Financial Times&#8221;, o correspondente Jonathan Wheatley quis saber de seu eventual governo. Pergunta e resposta: &#8220;Lula diz bastante que gostaria que você o sucedesse, na eleição. Que tipo de relação você vê entre os setores público e privado, olhando para o futuro?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É estratégica, para nós, uma cooperação entre o setor privado e o setor público. No passado, diante de crise, o Estado brasileiro cruzava os braços e deixava as empresas aos seus próprios meios. O governo era parte do problema, hoje é parte da solução. O que vamos almejar é uma relação moderna. O governo não constrói uma só estrada, uma só hidrelétrica. Quem faz é o setor privado. O papel do governo é ser um indutor. Em vez de comprar uma plataforma de US$ 2 bilhões no exterior, por que não dar incentivo à indústria brasileira ou às empresas estrangeiras estabelecidas no Brasil para quem produzam?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Em conversa com jornalistas brasileiros, a ministra Dilma falou sobre o Estado em que acredita: “Nem mínimo nem máximo; o adequado&#8221;. Exemplo prático de adequação: quando assumiu em 2003 o Ministério de Minas e Energia, havia 25 motoristas e apenas três engenheiros.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Leia, abaixo, matéria de Clóvis Rossi sobre o evento, publicada na edição de hoje da Folha de S.Paulo:</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dilma improvisa seu primeiro comício eletrônico </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi absolutamente involuntário, mas a ministra Dilma Rousseff acabou sendo a protagonista do que soou como o primeiro comício eletrônico da campanha eleitoral de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Dilma havia sido apresentada por Quentin Peel, um dos moderadores do seminário sobre investimento no Brasil, como alguém que poderia concorrer à Presidência.</p>
<p style="text-align: justify;">No intervalo, Dilma saiu para tomar um café e começou a conversar informalmente com a Folha quando todos os jornalistas de televisão que seguiam o evento apertaram a ministra contra o balcão do café e crivaram-na de perguntas, a começar pela campanha de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">A jornalista quis saber se Dilma achava que o público do seminário viera para ver a candidata. Ela negou: &#8220;99% vieram para ver o Brasil&#8221;. Mas depois foi encadeando uma resposta após outra até improvisar um mini-manifesto eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesto que reforça a imagem usual da ministra como nacionalista, desenvolvimentista e favorável a mais intervenção do Estado. Mas ela qualificou em que Estado acredita: &#8220;Nem mínimo nem máximo; o adequado&#8221;. Exemplo prático de adequação: quando assumiu em 2003 o Ministério de Minas e Energia, havia 25 motoristas e apenas três engenheiros.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado de Dilma seria, portanto, muito mais executivo do que inchado. Nessa trilha, comentou a polêmica fiscalização x execução desencadeada por Lula, ao criticar o que considera excesso de instrumentos de fiscalização, que travam as obras.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Dilma, o problema não está no excesso de instrumentos de fiscalização, mas na carência de meios de execução.</p>
<p style="text-align: justify;">Um Estado capaz de ser mais executivo teria, segundo ela, que atacar o problema dos salários dos professores e do equipamento da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimentismo nacionalista aparece quando ela defende que o Brasil em vez de só exportar minério, produza peças de aço ou cascos de plataforma para explorar petróleo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a Folha pergunta se tudo o que ela dissera não era uma plataforma pós-Lula, a resposta vem rápida &#8211; e negativa: &#8220;Não, é para o que resta do mandato do presidente Lula&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado reapareceu no discurso com o qual Lula agradeceu o prêmio Chatam House-2009, do Royal Institute of International Affairs, que recebeu à noite: &#8220;Não queríamos, e não queremos, um Estado que intervenha abusivamente no sistema produtivo ou busque substituí-lo. Necessitamos no entanto de um Estado que induza e regule o desenvolvimento. Um Estado democrático, com fortes mecanismos de controle e participação social&#8221;.</p>
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