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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; inss</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Previdência Social anuncia calendário do pagamento de atrasados dos aposentados e pensionistas</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 11:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, esclareceu que o pagamento dos atrasados chega ao montante de R$ 1,6 bilhão, e deverá ser feito em quatro grupos, conforme o valor que o beneficiário tiver a receber. O primeiro grupo começa areceber em outubro deste ano e o último no início de 2013.  <a href="http://vaccarezza.com.br/previdencia-social-anuncia-calendario-do-pagamento-de-atrasados-dos-aposentados-e-pensionistas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_19310" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/07/foto_Alta-1.jpg" rel="lightbox[19308]"><img class="size-medium wp-image-19310" title="foto_Alta-1" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/07/foto_Alta-1-300x200.jpg" alt="foto Alta 1 300x200 Previdência Social anuncia calendário do pagamento de atrasados dos aposentados e pensionistas" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">O ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, concede entrevista sobre o pagamento do retroativo da revisão do teto (Foto: Nicolas Gomes)</p></div>
<p>A partir do dia 31 de outubro os aposentados e pensionistas da  Previdência Social começam a receber os valores referentes a parcelas  atrasadas em função de revisão do teto dos benefícios do INSS. O anúncio  foi feito nesta quinta-feira (14/7), pelo ministro da Previdência  Social, Garibaldi Alves Filho, ao detalhar o calendário de pagamentos  que vai beneficiar 131.161 pessoas. O formato de pagamento foi definido,  ontem (13/7), durante reunião entre os Ministérios da Previdência e da  Fazenda, além da Advocacia-Geral da União (AGU). Na prática, o governo  está cumprindo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p style="text-align: justify;">Na entrevista concedida, Garibaldi Alves esclareceu que o pagamento  dos atrasados chega ao montante de R$ 1,6 bilhão, e deverá ser feito em  quatro grupos, conforme o valor que o beneficiário tiver a receber. O  primeiro grupo começa areceber em outubro deste ano e o último no início  de 2013. O cidadão que tiver direito ao atrasado vai receber o dinheiro  em parcela única, segundo a proposta divulgada, e os valores devidos  serão atualizados até a data do pagamento. O ministro informou também  que a decisão do governo será ainda apresentada ao Tribunal Regional  Federal (TRF) da 3ª Região, que cobre os estados de São Paulo e Mato  Grosso do Sul, para que seja homologada judicialmente. Segundo ele,  embora a decisão daquele tribunal diga respeito apenas as beneficiários  dos dois estados, os efeitos da decisão serão estendidos a todo o país.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, o primeiro grupo compreende aqueles que têm crédito de  até R$ 6 mil e, de acordo com o ministro, são quase 70 mil pessoas, que  representam mais de 50% do grupo. Para esses, o pagamento será efetuado  no dia 30 de outubro de 2011. O segundo grupo, formado pelos que têm  crédito entre R$ 6 mil e R$ 15 mil, receberão o pagamento em 31 de maio  de 2012. O terceiro é daqueles que têm direito a receber entre R$ 15 mil  e R$ 19 mil. Neste caso, o pagamento deverá cair na conta em 30 de  novembro de 2012. O último grupo de beneficiários, formado pelos  beneficiários que têm direito a receber acima de R$ 19 mil, terá o  pagamento creditado em 31 de janeiro de 2013.<br />
<a href="http://blog.planalto.gov.br/previdencia-social-anuncia-calendario-do-pagamento-de-atrasados-dos-aposentados-e-pensionistas/#more-34645"><br />
</a></p>
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		<title>Microempreendedores individuais pagarão menos INSS</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 13:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alíquota passará de 11% para 5%. Para empreendedores individuais da área de comércio e indústria o valor cai de R$60,95 para R$28,25.  <a href="http://vaccarezza.com.br/microempreendedores-individuais-pagarao-menos-inss/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>para R$ 32,25.<a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/04/empreendedor-individual-ei.jpg" rel="lightbox[17340]"><img class="alignleft size-medium wp-image-17341" title="empreendedor-individual-ei" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/04/empreendedor-individual-ei-300x199.jpg" alt="empreendedor individual ei 300x199 Microempreendedores individuais pagarão menos INSS" width="300" height="199" /></a><em>Do Blog do Planalto </em></p>
<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (8/4) Medida Provisória que reduz de 11% para 5% a alíquota de contribuição dos microempreendedores individuais para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>O texto reduz o percentual de contribuição previdenciária incidente sobre o limite mínimo mensal do salário de contribuição. Com isso, a partir de agora, para ter direito a benefícios como aposentadoria por idade, por invalidez, auxílio doença e salário-maternidade, entre outros, o empreendedor individual deverá participar com 5% do salário de contribuição. Já os profissionais autônomos que não integram o programa a alíquota é de 11%.</p>
<p>Com a medida, que tem força de lei, os microempreendedores individuais da área de comércio e indústria, por exemplo, que contribuíam com R$ 60,95 passarão a contribuir com R$ 28,25. Para os empreendedores individuais da área de serviços, o valor cai de R$ 65,95 para R$ 32,25.</p>
<p>As alterações entram em vigor hoje, produzindo efeitos a partir do dia 1º de maio de 2011.</p>
<p><strong>Linha de crédito</strong> &#8211; O governo federal estuda ainda a criação de uma linha de crédito específica para os empreendedores individuais, com condições adequadas às necessidades e à realidade produtiva dos seus negócios. A expectativa é que a nova modalidade de crédito seja lançada em aproximadamente 60 dias.</p>
<p><strong>Programa</strong> &#8211; Criado por meio da Lei Complementar 128/2008, o Programa Empreendedor Individual foi lançado em 1º julho de 2009. No dia 17 de março de 2011 ultrapassou a marca de 1 milhão de novos empreendedores individuais, quando a Receita Federal do Brasil registrou 1.004.764 adesões. A meta é chegar à marca de 1,5 milhão empreendedores até o final de 2011.</p>
<p>Com registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o empreendedor é enquadrado no Simples Nacional e está isento dos tributos federais (PIS, Cofins, IPI e CSLL).</p>
<p>Para aderir ao programa, o trabalhador deve ter rendimento bruto anual de até R$ 36 mil, não ter sócio ou ser dono de qualquer outra empresa. Pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.</p>
<p>A inscrição é feita exclusivamente pelo Portal do Empreendedor. Quem não tem computador, pode se cadastrar nos postos do Sebrae ou em parceiros do Empreendedor Individual, como as prefeituras e câmaras municipais.</p>
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		<title>Ferrovia Transnordestina, imagem do Brasil no exterior e benefícios sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os temas foram tratados na coluna semanal ‘Conversa com a Presidenta’, publicada em jornais e revistas no Brasil e no exterior.  <a href="http://vaccarezza.com.br/ferrovia-transnordestina-imagem-do-brasil-no-exterior-e-beneficios-sociais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Blog do Planalto</em></p>
<p>A coluna semanal ‘Conversa com a Presidenta’, publicada em jornais e revistas no Brasil e no exterior, nesta terça-feira (5/4) aborda temas como a conclusão das obras da ferrovia Transnordestina, a imagem do Brasil no exterior e os benefícios sociais produzidos pelo governo federal. A primeira questão apresentada à presidenta Dilma Rousseff vem de Correntina (BA). A professora Maria Alice B. dos Santos diz que a Transnordestina “é um sonho que estamos vendo realizar”. Ela indagou sobre quando a ferrovia estará concluída.</p>
<p>“De fato, Maria Alice, finalmente estamos vendo a realização de um sonho, que aliás é muito antigo – data do tempo do Império. De lá para cá, pelo menos três governos retomaram a ideia da Transnordestina, produziram novos estudos sobre o assunto, refizeram o traçado, mas de concreto nada foi feito. Somente no governo passado o empreendimento começou a tomar forma. Nós pretendemos que os trabalhos estejam concluídos até 2013. A Transnordestina terá 1.728 km de extensão e vai ligar a cidade de Eliseu Martins (PI) aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE), capazes de operar navios de grande porte.”</p>
<p>A presidenta disse ainda que “os trabalhos da ferrovia estão avançados – mais de 50% do total está com obras em execução”. São 25 frentes, segundo a presidenta, que empregam diretamente mais de 11 mil trabalhadores. Trata-se de um megaempreendimento que vai contribuir para a redução das nossas desigualdades regionais e sociais. Voltada especialmente para o transporte de produtos agrícolas e de minério do semiárido, dará um grande impulso ao desenvolvimento econômico e à geração de empregos no Nordeste.</p>
<p>Certa de que a imagem do Brasil no exterior “melhorou muito nos últimos anos”, a professora Carmen Wanda R. Schneider, moradora de Carazinho (RS), disse que “ainda somos vistos como um país onde impera a corrupção e a violência”. Ela questionou sobre qual seria a solução para mudar este cenário.</p>
<p>“Você tem razão em dizer que a nossa imagem vem melhorando no exterior. Isso é resultado da nossa política de crescimento econômico com democracia e inclusão social. Em relação à corrupção e à violência, ainda temos muito que avançar, mas os problemas estão sendo enfrentados com firmeza. A Polícia Federal (PF) vem atuando em parceria principalmente com a Controladoria-Geral da União, com o Tribunal de Contas da União, Receita Federal, INSS e Ibama.”</p>
<p>E prosseguiu: “somente em 2010, foram realizadas 63 operações especiais, que chegaram aos níveis mais altos da hierarquia das organizações criminosas. Fica a impressão de que a corrupção está aumentando, mas o que cresce mesmo é a investigação e a identificação dos criminosos. A PF desenvolve também um processo importantíssimo de integração com as forças de segurança estaduais, a exemplo do que ocorreu recentemente nas ocupações de morros no Rio de Janeiro. Aliás, o governo federal trabalha junto com o governo do Rio no projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Entramos com obras de infraestrutura, com programas para os jovens, que oferecem esportes, lazer e cursos de capacitação. Da mesma forma, implantamos os Territórios de Paz nos locais em que a juventude vive em situação de vulnerabilidade. São mais de 90 ações de repressão e de prevenção do crime. Estes são apenas alguns exemplos das nossas iniciativas na área da segurança pública.”</p>
<p>O advogado Joaquim G. Espindola, de Arcoverde (PE), trouxe a questão da ampliação dos benefícios sociais criados pelo ex-presidente Lula. Para a presidenta Dilma, “os benefícios estão sendo ampliados fortemente e de várias formas, pois temos como prioridade o combate à pobreza extrema”. Segundo ela, “o valor dos benefícios do Bolsa Família, por exemplo, a partir deste mês, receberá um reajuste médio de 19,4%, o que representa um aumento real, ou seja, acima da inflação, de 8,7%”.</p>
<p>“O aumento mais expressivo, de 45,5%, foi para a faixa de 0 a 15 anos, porque achamos que crianças e jovens devem ser os principais beneficiários. Os estudos mostram que, depois da implantação do programa, o Brasil tem conseguido reduzir de forma significativa a desnutrição infantil. O índice de crianças e adolescentes de 6 a 16 anos fora da escola caiu 36% em relação às famílias não-atendidas. É bom lembrar que o Bolsa Família é um programa que combate a pobreza e também estimula a economia. Outro exemplo de ampliação dos benefícios: há menos de duas semanas, assinei acordo para a construção de 718 creches em 419 municípios. Este lote faz parte das 6 mil unidades que vamos implantar até 2014. Lançamos também o programa Saúde Não Tem Preço, para a distribuição gratuita de medicamentos para diabetes e hipertensão. No primeiro mês de funcionamento do programa, o número de remédios distribuídos para diabetes aumentou em 50% e, para hipertensão, em 61%. Cito também o Rede Cegonha, que vai garantir atendimento adequado e humano para mães e filhos, desde a confirmação da gravidez. Os investimentos no programa serão de R$ 9,4 bilhões até 2014.”</p>
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		<title>Pacote abre rombo bilionário no INSS</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/pacote-abre-rombo-bilionario-no-inss/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 13:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vaccarezza classificou de "eleitoralismo" a aprovação pelo Senado do projeto que acaba com a contribuição previdenciária dos que permanecem no mercado de trabalho. <a href="http://vaccarezza.com.br/pacote-abre-rombo-bilionario-no-inss/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Edna Simão &#8211; O Estado de S. Paulo</em></p>
<p>Além do reajuste do benefício, Senado aprova isenção da contribuição de aposentado que continua a trabalhar e possibilidade de saque do FGTS</p>
<p>Para garantir a simpatia dos aposentados em ano eleitoral, um pacote de bondades está sendo preparado nas comissões do Senado. Além do reajuste do benefício, o aposentado que continua no mercado de trabalho poderá ficar isento da contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e poderá, ainda, sacar trimestralmente os saldos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).</p>
<p>Os projetos que tratam desses temas foram aprovados na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, em caráter terminativo, e agora seguem para a Câmara. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), classificou de &#8220;eleitoralismo&#8221; a aprovação pelo Senado do projeto que acaba com a contribuição previdenciária dos aposentados que permanecem no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Déficit.</strong> Só a isenção da contribuição poderá ampliar o déficit da Previdência em algo entre R$ 10 bilhões e R$ 14 bilhões, segundo cálculos do ex-ministro da Previdência Social, José Cechin, que é superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar. A previsão de déficit para este ano é de R$ 50,7 bilhões.</p>
<p>A situação das contas públicas poderá ficar ainda mais complicada caso seja aprovada emenda ao projeto que prevê a devolução das contribuições feitas desde 1991. A contribuição vai de 8% a 11%, dependendo da faixa salarial, até o máximo R$ 3.416,54.</p>
<p>Temendo que o proposta ganhe ainda mais simpatizantes, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), avisou ontem que vai entrar com um recurso na Casa para fazer com que o projeto, aprovado na CAS, passe antes pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), para depois seguir para a Câmara. &#8220;Não tem sentido um rombo desse tamanho&#8221;, frisou Jucá.</p>
<p>Para técnicos do governo, o número é exagerado. Ele considerou nos cálculos a existência de 2 a 3 milhões de aposentados no mercado de trabalho &#8211; seja com carteira assinada ou não &#8211; e a renda média dos brasileiros. Segundo Cechin, muitos se aposentaram muito jovens, e não há condições de livrar os aposentados que continuam trabalhando da contribuição previdenciária.</p>
<p>Em seu relatório, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) disse que não se trata de renúncia de receita. &#8220;O que está sendo cobrado não deveria sê-lo.&#8221;</p>
<p>Outro projeto tira o sono dos técnicos que administram os recursos do FGTS. Foi aprovada na CAS a possibilidade de o aposentado que voltar ao mercado retirar trimestralmente o dinheiro do fundo. Hoje, só o aposentado que não rompeu o contrato de trabalho tem o direito de sacar mensalmente o FGTS.</p>
<p>&#8220;É justa a inclusão de uma hipótese de movimentação ao trabalhador que, muitas vezes, se vê forçado a se manter no mercado de trabalho, mesmo após a aposentadoria&#8221;, disse o relator da matéria na CAS, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).</p>
<p>Para técnicos da Caixa, não faz sentido permitir nem o saque mensal (como é hoje) nem o trimestral (como foi proposto).  COLABOROU ANA PAULA SCINOCCA</p>
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		<title>INSS: governo tenta barrar isenção</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/inss-governo-tenta-barrar-isencao/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 13:44:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vaccarezza: O Senado está passando do limite, e não é problema só da base. Se não houvesse ano eleitoral, seria diferente. Não tenha dúvida, vamos barrar isso. <a href="http://vaccarezza.com.br/inss-governo-tenta-barrar-isencao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Projeto que aumenta rombo na Previdência deve ir a nova votação</strong></p>
<p><em>O Globo </em></p>
<p>BRASÍLIA. Após o cochilo que permitiu a aprovação, no Senado, do projeto que acaba com a contribuição previdenciária dos aposentados que continuam a trabalhar, o governo se mobilizou ontem para barrar a aprovação final da proposta no Congresso. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), decidiu recorrer ao plenário do Senado para que o projeto não vá diretamente para a Câmara, como estava previsto, já que foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais em caráter terminativo.</p>
<p>No plenário, será apresentado um pedido para que o assunto vá a novo exame, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o governo tem maioria. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse ontem que o Senado está “passando do limite” na aprovação desse tipo de projeto. Vaccarezza disse que, se o projeto chegar à Câmara, barrará sua tramitação.</p>
<p>O Senado está passando do limite, e não é problema só da base. Se não houvesse ano eleitoral, seria diferente. Não tenha dúvida, vamos barrar isso — afirmou Vaccarezza.</p>
<p>Para o petista, se a proposta virar lei, haverá uma corrida à Justiça: — O que o Senado aprovou, infelizmente, corrobora a crítica que estamos fazendo do eleitoralismo. Você definir uma questão que tem retroatividade a 1991 é, no mínimo, uma irresponsabilidade.</p>
<p>É injusto, porque, se a pessoa está trabalhando, deve ser para ajudar a financiar a Previdência.</p>
<p>É um posto de trabalho que ela está ocupando. Por isso, contribuir é mais correto. Todos vamos envelhecer, e o sistema tem que ser sustentável — disse Vaccarezza.</p>
<p><strong>DEM ameaça insistir em concessão de 100% do PIB mais inflação </strong><br />
Apesar de já estar com a estratégia traçada no Senado, Jucá, ex-ministro da Previdência, não quis comentá-la.</p>
<p>Afirmou apenas que não se pode criar esse rombo para o INSS.</p>
<p>O deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) também reclamou de irresponsabilidade fiscal, lembrando que a Previdência já é deficitária. Frisou que não se sabe a dimensão do impacto nas finanças públicas, se o projeto for aprovado. Só com o fim da contribuição previdenciária dos inativos, o rombo seria de cerca de R$ 14 bilhões, sem contar o impacto da devolução do que foi cobrado dos aposentados. Para ele, isso é reflexo do ano eleitoral.</p>
<p>— Estamos em fase de só fazer benfeitorias. É só criação de despesa — disse Madeira.</p>
<p>No caso do reajuste dos aposentados, com votação na Câmara marcada para o dia 27, Vaccarezza criticou a ameaça do DEM de insistir na aprovação de uma emenda que prevê a concessão de 100% do PIB, mais a inflação, o que daria cerca de 8,7% de reajuste — contra os 6,14% dados pelo governo, na Medida Provisória 475, e pagos desde janeiro. A proposta do DEM amplia o aumento dado ao salário mínimo aos demais aposentados.</p>
<p>Mas a ameaça do líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), é isolada, já que a base aliada e as centrais sindicais — em especial a Força Sindical — fecharam em torno de um reajuste de 7,7%, equivalentes à concessão da inflação do período mais 80% do PIB de 2008. Vaccarezza ainda tenta convencer os governistas a aprovar um reajuste de 7%.</p>
<p>O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse ontem que o governo deve tratar com “responsabilidade fiscal” a questão do reajuste das aposentadorias. Lembrou, porém, que a base das aposentadorias é o salário mínimo, que vem crescendo desde o governo de Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>Mas frisou que é preciso saber se há dinheiro para cobrir as despesas.</p>
<p>— Acho que tudo que melhora a situação dos aposentados é bom, mas tem que se pensar no dinheiro para pagar isso. Aí, a base do governo, às vezes, desafina com o próprio governo nessa matéria. São duas coisas para pensar: em melhorar a situação dos aposentados, e na responsabilidade fiscal — disse Serra, em entrevista à Rádio Bandeirantes. (Cristiane Jungblut e Flávio Freire).</p>
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		<title>Aposentados</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 12:16:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O líder do governo na Câmara quer barrar na Casa o projeto que extingue a contribuição dos aposentados ao INSS retroativa a 1995, aprovada pelo Senado. <a href="http://vaccarezza.com.br/aposentados/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Luiz Carlos Azedo e Norma Moura &#8211; DaColuna BRASÍLIA – DF /Correio Braziliense</p>
<p>O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), quer barrar na Casa o projeto que extingue a contribuição dos aposentados ao INSS retroativa a 1995, aprovada pelo Senado. “O Senado perdeu o juízo”, reclama. Atrás do prejuízo, que contou com a ajuda da base aliada — o relator do projeto foi o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) —, o líder do governo no Senado, Romero Jucá, do PMDB-RR, pedirá em plenário que o projeto volte para a Comissão de Assuntos Econômicos.</p>
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		<title>INSS tem 1º superávit na área urbana em 24 anos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 12:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[De 1986 a 2007, era preciso R$ 14 bilhões, em média, para fechar as contas. Em 2008, o déficit caiu a R$ 1,5 bilhão. A necessidade de financiamento na Previdência foi basicamente rural.  <a href="http://vaccarezza.com.br/inss-tem-1%c2%ba-superavit-na-area-urbana-em-24-anos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Tatiana Farah &#8211; O Globo</p>
<p>SÃO PAULO. O ministro da Previdência, José Pimentel, anunciou na segunda-feira, 18 de janeiro, que as contas da seguridade social urbana no país fecharam o ano passado com o primeiro superávit desde 1985: R$ 3,6 bilhões. Por outro lado, o sistema de previdência rural, que é não contributivo, teve déficit de R$ 40 bilhões, quase dez vezes maior do que sua arrecadação (R$ 4,6 bilhões).</p>
<p>— A necessidade de financiamento na Previdência foi basicamente rural — informou o ministro, comemorando o primeiro superávit em 24 anos. — A última vez que a previdência urbana foi equilibrada foi em 1985. De 1986 a 2007, precisávamos de R$ 14 bilhões, em média, para fechar as contas. Em 2008, o déficit caiu a R$ 1,5 bilhão, em valores atualizados.</p>
<p>Segundo o ministro, houve redução de 452 mil benefícios desde que o governo iniciou o censo previdenciário, em 2006.</p>
<p>— Esse é um dos fatores que está equilibrando a previdência pública.</p>
<p>Em 2009, a Previdência urbana arrecadou R$ 179,9 bilhões, pagando R$ 176,3 bilhões em benefícios. O superávit teria sido usado para pagar R$ 6,6 bilhões do passivo judicial do ministério, que tem 5,8 milhões de processos movidos por trabalhadores.</p>
<p>A Previdência também transferiu cerca de R$ 1 bilhão para os municípios, por meio da compensação previdenciária.</p>
<p>José Pimentel divulgou os números em reunião com participantes do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Segundo o presidente do Consea, Ruy Martins Altenfender, a Fiesp havia solicitado um detalhamento das contas.</p>
<p>— É importante fazer a separação da contabilidade dessas contas para buscar o equilíbrio da Previdência.</p>
<p>Os empresários também se preocupam com a diferença entre os vencimentos de aposentados dos setores público e privado.</p>
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		<title>Em Questão nº. 952 de 16/12/2009</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 11:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Questão nº. 952 de 16 de dezembro de 2009 - formações sobre o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) estarão disponíveis à população nas 1.110 agências em funcionamento no País. <a href="http://vaccarezza.com.br/em-questao-n%c2%ba-952-de-16122009/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>INSS institui Carta de Serviços ao Cidadão </strong></p>
<p>Informações sobre o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) estarão disponíveis à população nas 1.110 agências em funcionamento no País. Na próxima sexta-feira (18), será lançada a Carta de Serviços ao Cidadão, documento com dados sobre os serviços prestados pelo órgão, as condições e prazos desse atendimento. A Carta é um instrumento de gestão pública tornado obrigatório para as instituições do Poder Executivo Federal que prestam atendimento ao público, segundo o Decreto 6.932 de agosto de 2009, de iniciativa da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento. O órgão se junta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como as primeiras instituições públicas a cumprirem o decreto. <a href="http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/EQ952c/">(Leia a íntegra)</a></p>
<p><strong>Leilão ressalta competitividade da energia eólica no Brasil </strong></p>
<p>A produção de energia eólica no Brasil está cada vez mais atrativa. É o que revelou o primeiro leilão de energia gerada pelos ventos promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na segunda-feira (14), em São Paulo. Com um deságio de 21,49% em relação preço-teto definido no edital, o leilão negociou 753 lotes de 1 megawatt (MW) ao preço médio de R$ 148,39 MWh. O investimento estimado chega a R$ 9 bilhões e o preço alcançado garante competitividade à fonte eólica, limpa e renovável, frente à geração térmica, poluente e não-renovável. <a href="http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/EQ952a/">(Leia a íntegra)</a></p>
<p><strong>Emissão de certificado de cadastro de imóvel rural pode ser feita via Internet </strong></p>
<p>Um novo serviço facilita a vida de proprietários dos quase 6 milhões de imóveis rurais espalhados por todo o País. Desde 14 de dezembro, é permitido emitir gratuitamente o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) pela Internet, na página do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária: www.incra.gov.br.</p>
<p>O documento é indispensável para transações imobiliárias, como compra e venda de imóveis rurais, e para tomada de empréstimos junto aos bancos. Ele comprova  que o imóvel está cadastrado no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), instrumento fundamental para conhecer a estrutura fundiária do País. <a href="http://www.brasil.gov.br/noticias/em_questao/.questao/EQ952b/">(Leia a íntegra)</a></p>
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		<title>Vaccarezza convoca a oposição para debate coerente sobre aposentados</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/vaccarezza-convoca-a-oposicao-para-debate-coerente-sobre-aposentados/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 12:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[associações dos aposentados e centrais sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste dos aposentados]]></category>

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		<description><![CDATA[Nenhum governo conseguirá manter reajuste até 2023, no ritmo que o governo Lula tem dado para o mínimo, se o reajuste for extensivo aos aposentados. Um dos fatores que levaram ao crescimento econômico do Brasil foi a distribuição de renda através da política do governo de dar reajuste acima da inflação para todos os trabalhadores que ganham salario minimo. <a href="http://vaccarezza.com.br/vaccarezza-convoca-a-oposicao-para-debate-coerente-sobre-aposentados/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_7958" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2009/12/1-edit.JPG" rel="lightbox[7947]"><img class="size-medium wp-image-7958" title="1 edit" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2009/12/1-edit-300x209.jpg" alt="1 edit 300x209 Vaccarezza convoca a oposição para debate coerente sobre aposentados" width="300" height="209" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza discursa na Tribuna da Câmara dos Deputados</p></div>
<p>O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP), desafiou na quarta-feira 2 de dezembro, da Tribuna, os partidos da oposição a enfrentarem &#8220;de forma clara&#8221; o debate sobre o reajuste dos aposentados e criticou a obstrução sistemática para impedir a votação do marco regulatório do pré-sal. A oposição tem impedido a apreciação dos projetos em plenário para pressionar o governo a votar o Projeto de Lei 1/07, que concede, a todos os aposentados pelo INSS, o mesmo reajuste dado ao salário mínimo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estou disposto a claramente debater, sem medo, essa questão dos aposentados e desafio a oposição a fazer a discussão sobre os aposentados sem mistificação&#8221;, afirmou Vaccarezza.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o líder do PT, o debate precisa ser feito com serenidade, coerência e mostrando sustentação para, de fato, ajudar os aposentados. &#8220;Os aposentados precisam ficar atentos aqueles que nunca respeitaram a categoria e agora fazem discurso em defesa deles&#8221;, disse Vaccarezza.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao alertar os aposentados sobre o discurso da oposição de querer que índice de reajuste do salário mínimo até 2023 valha também para o reajuste dos aposentados, o líder do PT afirmou que isso, na verdade, vai significar uma perda real para a maioria dos aposentados que ganham salário mínimo e que são dois terços da categoria. &#8220;Nenhum governo vai conseguir manter um reajuste até 2023 no ritmo que o governo Lula tem conseguido para o salário mínimo, se esse reajuste for extensivo para todos os aposentados. E o mais grave é a perda que isso vai significar para todos os trabalhadores brasileiros que ganham salário mínimo. Essa proposta é contra os aposentados e contra todos os trabalhadores que ganham salario minimo e terá repercussão negativa na política de recuperação do minimo e do crescimento econômico&#8221;, frisou Vaccarezza.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fatores que levaram ao crescimento econômico do Brasil, acrescentou o líder do PT, &#8220;foi a distribuição de renda através da política do governo Lula e dos partidos aliados de darem reajuste acima da inflação para todos os trabalhadores que ganham salario minimo&#8221;, disse Vaccarezza. Ele lembrou que em 2002 o salário minimo era em torno de US$ 70 e hoje já supera US$ 200 em função da implementação desde o início do governo Lula, em 2003, da política de valorização do salário mínimo. &#8220;De 2003 até hoje, dois terços dos aposentados tiveram todos os anos o reajuste acima da inflação. Um terço desses aposentados, durante todo o governo Lula, não teve nenhuma perda salarial&#8221;, afirmou Vaccarezza.</p>
<p style="text-align: justify;">O líder do PT acrescentou que já está em curso um processo de negociação entre o governo, associações dos aposentados e centrais sindicais para chegar a uma solução sobre o tema. &#8220;Estamos dispostos, em 2010 a pagar para os aposentados uma perda de governos anteriores porque durante todo o nosso governo Lula os aposentados foram tratados de forma digna, decente e com respeito&#8221;, afirmou Vaccarezza.</p>
<p><em>Informes PT</em></p>
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		<title>Governo fala em definir reajuste dos aposentados por medida provisória</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/governo-fala-em-definir-reajuste-dos-aposentados-por-medida-provisoria/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 13:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vaccarezza na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste dos aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínino]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo quer conceder reajuste de 6% para aposentadorias acima do mínimo, em 2010 e 2011, aumento real de 2,5% em cada ano. <a href="http://vaccarezza.com.br/governo-fala-em-definir-reajuste-dos-aposentados-por-medida-provisoria/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Por Vera Rosa e Edna Simão, O Estado de S. Paulo </em></p>
<p>Se o impasse continuar até o fim do ano, serão editadas 2 MPs, para desvincular benefícios do reajuste do mínimo</p>
<p>O governo federal pode recorrer a medidas provisórias para tentar isolar o senador Paulo Paim (PT-RS) e, ao mesmo tempo, desvincular o debate sobre o reajuste do salário mínimo do aumento das aposentadorias e pensões do INSS. A ideia é impedir a aprovação da emenda de Paim, que estende a todos os aposentados o mesmo índice do mínimo e ameaça provocar um rombo na Previdência.</p>
<p>&#8220;Em janeiro de 2010 vamos ter o novo salário mínimo, e não está descartada a hipótese de medida provisória para tratar do assunto. Tudo depende do clima na Câmara&#8221;, afirmou o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha.</p>
<p>Apesar da pressão dos aposentados, o governo não pretende negociar nada além do que foi acertado em agosto com as duas maiores centrais sindicais, a CUT e a Força Sindical. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já avisou que está disposto a conceder um reajuste de 6% para aposentadorias acima do mínimo, em 2010 e 2011, o que representaria aumento real de 2,5% em cada ano. &#8220;A proposta é esta. Não há alternativa além disso&#8221;, disse Padilha.</p>
<p>Os aposentados acham o porcentual baixo e querem cerca de 8% &#8211; índice próximo do previsto para o salário mínimo. &#8220;Tem dinheiro pra todo mundo, menos para o aposentado. No governo Collor, os caras pintadas foram às ruas. Agora, na era Lula, são os caras enrugadas&#8221;, disse o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçalles.</p>
<p>Se o impasse persistir até o fim do ano, o governo vai publicar duas MPs. Uma sobre a política de longo prazo do mínimo &#8211; que entra em vigor em janeiro de 2010, quando ele deve subir de R$ 465 para R$ 510 &#8211; e outra sobre o reajuste dos aposentados. Atualmente, a correção dos benefícios para quem ganha mais de um salário mínimo tem como base apenas o INPC.</p>
<p>A emenda do senador Paim &#8211; o petista que causa dor de cabeça ao Planalto &#8211; foi feita ao Projeto de Lei 01/2007, do Executivo, que trata da política de elevação do salário mínimo até 2023. O acerto feito em agosto com as principais centrais foi uma tentativa do governo para impedir o avanço, no Congresso, do que foi batizado como &#8220;kit Paim&#8221;.</p>
<p>O acerto, porém, não vingou e os aposentados continuam a pressionar o Palácio do Planalto. Além da correção de todos os benefícios previdenciários pelo mesmo índice do piso salarial, eles querem acabar com o fator previdenciário &#8211; mecanismo que reduz o valor do benefício para quem se aposenta mais cedo. E também querem restabelecer o valor das aposentadorias pelo número de salários mínimos que elas representavam quando foram concedidas. Todas essas medidas constam de projetos em debate na Câmara.</p>
<p>Convencidos de que podem obter mais vantagens por causa da proximidade das eleições de 2010, os aposentados querem reabrir as negociações. O governo também quer acordo, mas não admite ceder. Em conversas reservadas, auxiliares do presidente temem que Lula sofra desgaste político ao ser obrigado a vetar a concessão de benefícios para não causar um rombo na Previdência. &#8220;Não tem essa de desgaste. Se tiver de vetar, o governo vai vetar&#8221;, insistiu o líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP).</p>
<p>Na segunda-feira, representantes da CUT e da Força Sindical, entre outras centrais, reúnem-se com dirigentes da Confederação Brasileira dos Aposentados (Cobap) para definir nova proposta a ser levada ao Executivo. Se o diálogo não avançar, os aposentados voltarão a protestar na Câmara.</p>
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