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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; Governo Lula</title>
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	<description>Deputado Federal da base de apoio da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>PIB 2010: o maior crescimento dos últimos 24 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 20:27:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Lei na revista Economia Brasileira em Perspectiva]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/ilustração-revista.jpg" rel="lightbox[16875]"><img class="aligncenter size-large wp-image-16878" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/ilustração-revista-500x286.jpg" alt="ilustração revista 500x286 PIB 2010: o maior crescimento dos últimos 24 anos" width="500" height="286" title="PIB 2010: o maior crescimento dos últimos 24 anos" /></a>Lei na revista <a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Economia-Brasileira-Em-Perpectiva-Especial-10.pdf">Economia Brasileira em Perspectiva</a></p>
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		<title>Em um ano, acesso à banda larga cresceu 53%</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 20:33:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
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		<description><![CDATA[O crescimento equivale a 24 novas instalações no País por minuto, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira de Telecomunicações.  <a href="http://vaccarezza.com.br/em-um-ano-acesso-a-banda-larga-cresceu-53/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpeg" rel="lightbox[16253]"><img class="alignleft size-full wp-image-16254" title="images" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpeg" alt=" Em um ano, acesso à banda larga cresceu 53%" width="150" height="136" /></a>Do iG São Paulo</em></p>
<p><em>Entre janeiro de 2010 e janeiro de 2011, número de acessos chegou a 36,1 milhões</em></p>
<p>O número de acessos à banda larga no Brasil cresceu 53% nos últimos 12 meses, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Com o acréscimo de 12,4 milhões milhões de acessos registrado entre janeiro de 2010 e janeiro deste ano, o número total de acessos atingiu 36,1 milhões.</p>
<p>O crescimento equivale a 24 novas instalações no País por minuto, de acordo com o levantamento. Os acessos móveis – caso dos feitos por terminais de terceira geração (3G), como os smartphones –, por sua vez, avançaram 85% no mesmo período.</p>
<p>Também consolidou-se a disseminação do acesso à internet em alta velocidade, afirma a Telebrasil. Em janeiro, a oferta do serviço passou a abranger cinco mil municípios brasileiros, ou 88% do total. Somados, eles representam 96% da população do País.</p>
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		<title>Folha de SP: Mínimo, responsabilidade e compromisso</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 13:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vaccarezza na Mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[FOLHA DE S. PAULO – TENDÊNCIAS/DEBATES &#8211; Mínimo, responsabilidade e compromisso / Por Candido Vaccarezza 16/02/2011. A proposta de forças que perderam as eleições de 2010 de aumentar o mínimo para R$ 600 neste ano soa como demagogia e oportunismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>FOLHA DE S. PAULO – TENDÊNCIAS/DEBATES &#8211; Mínimo, responsabilidade e compromisso / Por Candido Vaccarezza 16/02/2011.<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A  proposta de forças que perderam as eleições de 2010 de aumentar o  mínimo para R$ 600 neste ano soa como demagogia e oportunismo</p>
<p>A  proposta da presidente Dilma Rousseff de elevar o salário mínimo para  R$ 545 neste ano garante um aumento real de 1,3% para uma ampla massa de  brasileiros. Mais importante: assegura que o salário mínimo continue a  crescer mais do que a inflação.</p>
<p>É  a continuidade do acordo selado pelo ex-presidente Lula com as centrais  sindicais. A fórmula consiste em reajustar o salário mínimo  considerando-se a inflação do ano anterior e a variação do PIB de dois  anos antes. Os números comprovam o sucesso da metodologia.</p>
<p>Nos  oito anos do governo Lula, o aumento real do salário mínimo foi de  aproximadamente 45%. Fato inédito na história recente do Brasil. O  resultado é evidente: basta caminhar pelas ruas de qualquer cidade do  país para constatar que o brasileiro vive melhor.</p>
<p>Para  formalizar esse acordo e manter o crescimento, a presidente Dilma  enviou ao Congresso um projeto de lei que não apenas define o valor do  salário mínimo para 2011 como também estabelece a política de aumento  até 2014.</p>
<p>O  país passará a contar com uma política clara e previsível de  recomposição salarial, permitindo que empresas, sindicatos e  trabalhadores se planejem melhor.</p>
<p>Para o ano que vem, por exemplo, as estimativas são de que o salário mínimo tenha um aumento de 12,5%, chegando a R$ 613.</p>
<p>Se  adotássemos agora um salário mínimo superior a R$ 545, ele não teria  base no crescimento real da economia brasileira, já que o PIB de 2009  sofreu retração de 0,2%. Isso iria gerar fortes impactos sobre as contas  públicas.</p>
<p>Cada real a mais no salário mínimo representa uma despesa extra de R$ 280 milhões para o INSS.</p>
<p>Quando  a economia cresce, a arrecadação aumenta e compensa os gastos. Mas,  quando o crescimento é inferior ao reajuste, o governo tem de mover  recursos de outras áreas para cobrir o buraco.</p>
<p>Um  aumento no mínimo sem lastro no progresso da economia causaria graves  consequências para as prefeituras de cidades pequenas e para as empresas  de pequeno e médio porte, que geram cerca de 80% dos postos de trabalho  no país.</p>
<p>A  insistência na defesa de um salário mínimo superior a R$ 545 torpedeia a  institucionalização de uma política de valorização salarial. Ao abrir  mão de uma política transparente de recomposição do mínimo,  violentaríamos nossas próprias convicções e êxitos, onerando demais os  cofres da Previdência e comprometendo o crescimento sustentável do  futuro.</p>
<p>A  proposta de forças que perderam as eleições de 2010 de aumentar o  mínimo para R$ 600 neste ano soa como demagogia e oportunismo eleitoral  de quem não tem a responsabilidade de pagar a conta.</p>
<p>Durante  as eleições esse debate já havia sido colocado, também de forma  demagógica. Os trabalhadores viram que a proposta apresentada pela  oposição não seria cumprida. Quando estavam no governo, aplicaram uma  implacável política de arrocho salarial e descompromisso diante dos mais  pobres.</p>
<p>A  presidente Dilma, ao contrário, defendeu a política de valorização  salarial do governo Lula e o equilíbrio macroeconômico. Portanto, a  proposta apresentada hoje pelo governo foi chancelada nas urnas.</p>
<p>O  governo federal trabalha com responsabilidade e mantém o compromisso  com a classe trabalhadora. Por isso, não abrirá mão da defesa de  valorização sustentada e permanente do salário mínimo, com aumentos  acima da inflação, sem comprometer a estabilidade e mantendo a inflação  sob controle.</p>
<p>São  conquistas preciosas dos trabalhadores brasileiros, consolidadas nos  governos do presidente Lula e que serão mantidas pela presidente Dilma  Rousseff.</p>
<p>CANDIDO VACCAREZZA deputado federal (PT-SP), é líder do governo na Câmara dos Deputados.</p>
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		<title>Ganho real do salário mínimo será mantido pelo governo Dilma</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 18:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[governo Dilma]]></category>
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		<category><![CDATA[líder do governo na Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo propõe um valor de R$ 545 para o mínimo, resultado da regra de reajuste em vigor, implantada durante o governo Lula e que o governo da presidenta Dilma quer manter. Adotado em 2003, o cálculo proporcionou ganho real de 63%. "Nenhuma categoria teve reajuste igual", afirma Vaccarezza. <a href="http://vaccarezza.com.br/ganho-real-do-salario-minimo-sera-mantido-pelo-governo-dilma/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados deve votar na quarta-feira, dia 16 de fevereiro, o novo valor do salário mínimo e sua política de reajuste para até o final do mandato do governo da presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>O projeto de lei do governo federal propõe um valor de R$ 545 para o mínimo, resultado da regra de reajuste em vigor, implantada durante o governo Lula e que o governo da presidenta Dilma quer manter. Mas alguns parlamentares e partidos querem ampliar o valor, deixando de lado a fórmula de cálculo, o que certamente comprometerá o orçamento das prefeituras e dos estados e não apenas o do governo federal.</p>
<p>O líder do Governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, afirma que o cálculo de reajuste do salário mínimo é uma fórmula vitoriosa que merece ser mantida. “Desde 2003, o mínimo obteve ganhos reais de 63%. Nenhuma categoria teve reajuste igual. A recuperação do valor do salário mínimo aconteceu graças à regra estabelecida em acordo entre o governo do presidente Lula e as centrais sindicais: o índice da inflação do ano anterior somado ao crescimento do Produto Interno Bruto de dois anos anteriores, mesma fórmula aplicada agora pelo governo Dilma e que resultou em R$ 545”, destacou o líder.</p>
<p>O líder lembrou que, por meio dessa sistemática, “toda a sociedade fica sabendo de antemão o valor do reajuste e isso é importante. Dois terços da população são atingidos diretamente pelo aumento do salário mínimo. É arriscado voltar a determinar o valor com base em critérios diferenciados a cada ano porque poderá resultar, alternadamente, em aumentos justos e injustos, ao sabor da conjuntura política”.</p>
<p><strong>Votação </strong>- A votação da proposta do governo, na quarta-feira, só será possível porque Vaccarezza construiu um acordo com os líderes dos partidos na Câmara dos Deputados, tanto da base do governo quanto da oposição. “Temos pressa, porque o salário mínimo envolve milhões de trabalhadores”, afirma Vaccarezza.</p>
<p>O planejamento inicial é que o debate, na Câmara, em torno do mínimo aconteça na terça-feira, dia 15. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, participará de uma audiência para explicar as contas públicas e a necessidade de se aprovar o mínimo de R$ 545. À tarde, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, participa, também na Câmara, de comissão geral para debater o assunto.</p>
<p><strong>O salário mínimo no governo Lula</strong> – Em 2002, o salário mínimo era de R$ 200. Ao assumir o governo em 2003, o presidente Lula concedeu reajuste nominal de 20% contra inflação de 18, 54% e registrando ganho real de 1,23%. Resultado: o valor do mínimo passou a R$ 240. Em 2004, o aumento real foi de 1,19% e o valor nominal ficou em R$ 260. No ano seguinte, foi corrigido em 15,38%, contra inflação de 6,61%, o aumento real chegou a 8,23% e o mínimo passou a valer R$ 300. Em 2006, aumento real de 13,04% e o salário ficou em R$ 350. Em 2007, o mínimo passou a R$ 380 com ganho real de 5,10%. Em 2008, mínimo de R$415 com ganho real de 4,03%.  Em 2009, o salário mínimo passou a valer R$ 465, ganho real de 5,79%. No último ano do governo Lula, 2010, o mínimo chegou a R$ 510, com aumento real de 6,02%.</p>
<p>Além disso, o salário mínimo, cujo reajuste tradicionalmente começava a ser pago em 1º de maio, foi antecipado em um mês a cada ano até passar a vigorar a 1º de janeiro.</p>
<p><em>Assessoria de deputado Cândido Vaccarezza</em></p>
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		<title>Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

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		<description><![CDATA[A taxa em 2010 foi a menor registrada pelo IBGE. Vaccarezza destaca que, em 2003, início do governo Lula, o índice era de 12,4%. Em 2010, último ano do governo Lula, ficou em 6,7%, o menor dos últimos 8 anos. Na mesma comparação, o rendimento médio do trabalhador cresceu 19%. <a href="http://vaccarezza.com.br/queda-do-desemprego-nos-ultimos-8-anos-mostra-acerto-das-politicas-implantadas-por-lula/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15801" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/01/fotoh-edit1.jpg" rel="lightbox[15799]"><img class="size-medium wp-image-15801" title="fotoh edit1" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/01/fotoh-edit1-300x228.jpg" alt="fotoh edit1 300x228  Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula" width="300" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza: Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula - Foto: Salu Parente</p></div>
<p>O índice de desemprego em dezembro, de 5,3%, é o menor desde 2002. E o do ano de 2010 também é o menor da série histórica registrada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – e ficou em 6,7%. Para o deputado Cândido Vaccarezza, líder do Governo na Câmara dos Deputados, é mais um dado a reafirmar que as políticas adotadas pelo governo do presidente Lula, do PT e dos partidos aliados foram acertadas e abriram um novo ciclo de desenvolvimento no país, desta vez com distribuição de renda e com criação de empregos. E ressalta: no primeiro ano do governo Lula, em 2003, a taxa média de desocupação era de 12,4%.</p>
<p>Vaccarezza destaca ainda outro ponto nos números divulgados na última semana de janeiro pelo IBGE: O ano de 2010 apresentou a maior média do rendimento médio mensal habitual desde 2003 – R$ 1.490,61 – o que representou um ganho de 3,8% em relação a 2009 e de 19% em relação a 2003.</p>
<p><strong>Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE</strong><br />
A Pesquisa de Emprego do IBGE é calculada mensalmente com base em dados das seguintes regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Para isso, cerca de 400 servidores do Instituto visitam aproximadamente 44 mil domicílios.</p>
<p>De acordo com o IBGE, em 2010, o número de pessoas ocupadas somou 22 milhões, 3,5% a mais do que em 2009. Também o número de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu recorde no ano passado. Foram 10,2 milhões de pessoas, em média, ou seja, 46,3% do total de pessoas ocupadas. Em 2009, a proporção de trabalhadores formais no universo de pessoas ocupadas era de 44,7%.</p>
<p>Na comparação dezembro de 2010 com dezembro de 2009, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado cresceu 8,1%.</p>
<p><strong>Desocupação no país é uma das mais baixas</strong></p>
<p><em>Por Cassia Almeida &#8211; O Globo em 28/01/2011<br />
</em></p>
<p><em> </em>O Brasil fechou o ano passado com uma taxa de desemprego das mais baixas numa comparação com 37 países, feita pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. Pelo estudo, a maioria dos países da Zona do Euro ainda ostenta desemprego superior a 2010. Na região, o desemprego atingiu 10% dos trabalhadores. Em 2009, estava em 9,4%. Já na América Latina e Caribe, o movimento foi inverso. A taxa de desemprego passou de 8,2% para 7,6%:</p>
<p>- Muitos países da América Latina reduziram o desemprego a reboque do Brasil. Vimos isso na Argentina (a taxa caiu de 8,7% para 7,8%), no Paraguai (de 8,2% para 7,8%), no Uruguai (7,7% para 7,1%). Foi a força da economia brasileira no ano passado que se refletiu nos vizinhos.</p>
<p>O ranking do desemprego é liderado pela Espanha, onde 20% da força de trabalho está à procura de uma ocupação. Agostini afirma que os países com crises fiscais são os que apresentam as maiores taxas. Não por acaso, Irlanda ocupa o terceiro lugar no ranking, com desemprego de 13,5%. Em 2009, a taxa ficara em 11,9%. Em Portugal, situação semelhante. A taxa de desocupação saiu de 9,6% para 10,9%.</p>
<p>- A questão crítica do desemprego ainda está na Europa com níveis de desemprego historicamente elevados.</p>
<p>Desemprego nos EUA subiu de 9,3% para 9,7%</p>
<p>Nos Estados Unidos, a falta de vagas fez a taxa subir de 9,3% em 2009 para 9,7% em 2010. Taxa bastante alta quando a comparação é feita com 2007, quando o desemprego atingia menos da metade da força de trabalho americana. Naquele ano, a taxa ficara em 4,6%.</p>
<p>- O Brasil está a um passo à frente no emprego. O mercado de trabalho fortalece a demanda doméstica e o país não fica tão refém da recuperação do setor externo para manter a atividade econômica aquecida.</p>
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		<title>Governo Lula criou 20 vezes mais vagas do que governo FHC</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 13:49:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[geração de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil criou 15 milhões de empregos formais durante o governo Lula, 20 vezes mais que os 726 mil do período FHC. <a href="http://vaccarezza.com.br/governo-lula-criou-20-vezes-mais-vagas-do-que-governo-fhc/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Célia Froufe &#8211; O Estado de São Paulo </em></p>
<p>O saldo de novos empregos com carteira assinada durante os oito anos do governo Lula foi mais de 20 vezes maior do que os oito anos em que Fernando Henrique Cardoso esteve à frente do País. De janeiro de 2003 até dezembro de 2010, o Ministério do Trabalho registrou a criação de 15,048 milhões de vagas formais. No período de 1995 a 2002, foram 726 mil.</p>
<p>Mais do que as crises internacionais que abalaram o País, o economista da Tendências Consultoria Integrada Rafael Bacciotti salientou que, nos últimos anos, o Brasil foi marcado pela estabilidade da economia e da inflação. &#8220;Esses números de emprego refletem toda a mudança estrutural da economia&#8221;, analisou. Com maior previsibilidade e menos risco, as empresas têm, segundo ele, maior facilidade para incorporar mão de obra formal em seus quadros.</p>
<p>Bacciotti salientou ainda que nos últimos anos a fiscalização no mercado de trabalho também contribuiu para os números positivos na era Lula.</p>
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