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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; distribuição de renda</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Superar a miséria &#8211; Artigo de Vaccarezza na Folha de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 13:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O "Brasil sem Miséria" é vital para que brasileiros resgatados da marginalidade ajudem a manter crescimento econômico com distribuição de renda 
 <a href="http://vaccarezza.com.br/superar-a-miseria-artigo-de-vaccarezza-na-folha-de-sao-paulo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/06/EA77.jpg" rel="lightbox[19096]"><img class="alignleft size-large wp-image-19099" title="GERAL/ ELIARIA ANDRADE" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/06/EA77-500x333.jpg" alt="EA77 500x333 Superar a miséria   Artigo de Vaccarezza na Folha de São Paulo" width="500" height="333" /></a>Superar a miséria </strong></p>
<p>Folha de S.Paulo - Seção: Opinião &#8211; 29/06/2011</p>
<div>*CANDIDO VACCAREZZA<em>O &#8220;Brasil sem Miséria&#8221; é vital para que brasileiros resgatados da marginalidade ajudem a manter crescimento econômico com distribuição de renda </em></p>
</div>
<div><em></em><br />
O programa &#8220;Brasil sem Miséria&#8221;, lançado neste mês pela presidenta Dilma, inaugura novo capítulo nas políticas sociais do governo. O objetivo: remover da miséria mais profunda todos os 16 milhões de brasileiros que ainda vivem à margem das oportunidades que surgiram nos últimos anos no país.No governo Lula, o Bolsa Família tirou da miséria 28 milhões de brasileiros e fez outros 36 milhões ascenderem à classe média.</p>
<p>O combate à pobreza se mostrou uma bem-sucedida estratégia para pavimentar o caminho do desenvolvimento do país. Com a nova classe média, o mercado consumidor interno foi ampliado de forma extraordinária e, junto com ele, as oportunidades de negócios para as empresas brasileiras.</p>
<p>Agora, o Estado vai atrás daqueles milhões de brasileiros que, de tão desamparados, não conseguem sequer se inscrever em programas sociais muito conhecidos. Isso ocorre, entre outros motivos, porque é uma pobreza que se esconde, perdida em grotões longínquos do nosso imenso território ou em zonas segregadas de grandes cidades.</p>
<p>O ponto de partida do trabalho foi um estudo encomendado pelo governo federal ao IBGE, que identificou onde estão esses 16 milhões de compatriotas e quais são suas condições de vida. A pesquisa detectou que 46,7% desses brasileiros vivem na zona rural e que, destes, 30,3% são analfabetos, metade tem até 19 anos, 55% são mulheres e 70,8% são negros ou pardos. As regiões Norte e Nordeste concentram 75% desses excluídos do país.</p>
<p>O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que planejou e implementará o &#8220;Brasil sem Miséria&#8221;, programou ações nacionais e regionais a partir de três eixos: renda, inclusão produtiva e acesso aos serviços públicos. Serão montados dois grandes diagnósticos: o Mapa da Pobreza do Brasil e o Mapa de Oportunidades.</p>
<p>A partir dos dados obtidos, o governo federal incentivará o aumento da pequena produção agrícola. Um dos componentes inovadores do &#8220;Brasil sem Miséria&#8221; deverá ser a Bolsa Verde, programa de apoio à conservação ambiental que autorizará a transferência de recursos a famílias carentes que colaborarem para a preservação e recuperação do meio ambiente.</p>
<p>Isto é combinar, na prática, desenvolvimento econômico e conservação ambiental.</p>
<p>Os programas sociais do governo, como o Bolsa Família, o Brasil Alfabetizado, o Saúde da Família, o Brasil Sorridente, o Mais Educação e o Rede Cegonha, serão ampliados, e o acesso a eles será facilitado.</p>
<p>O governo federal também irá se articular com governos estaduais e prefeituras para somar esforços.</p>
<p>Não basta a criação dos programas e o mérito de cada um; o mais significativo de tudo é fazer chegá-los a todos os brasileiros que precisam. O programa &#8220;Brasil sem Miséria&#8221; será decisivo para que políticas públicas corretas lancetem de vez a chaga da exclusão social.</p>
<p>E para que os milhões de brasileiros resgatados da marginalidade ajudem a manter funcionando o mecanismo do crescimento econômico com distribuição de renda, esse segredo nada secreto do sucesso do Brasil de hoje.</p>
<p>*CANDIDO VACCAREZZA, médico, é deputado federal pelo PT-SP e líder do governo na Câmar</p>
</div>
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		<title>31 milhões subiram de classe social em 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 19:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O formato da distribuição de renda deixa de ser uma pirâmide e se torna um losango, o que se aproxima dos países desenvolvidos. <a href="http://vaccarezza.com.br/31-milhoes-subiram-de-classe-social-em-2010/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Márcia De Chiara &#8211; O Estado de S.Paulo</em></p>
<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/povo.jpg" rel="lightbox[16959]"><img class="alignright size-medium wp-image-16960" title="povo" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/povo-300x159.jpg" alt="povo 300x159 31 milhões subiram de classe social em 2010" width="300" height="159" /></a>A distribuição dos brasileiros por classes socioeconômicas mudou nos últimos cinco anos. Deixou de ter o formato de pirâmide, típico de países pobres, com grande contingente de baixa renda, e passou a ser um losango, figura geométrica que se aproxima de uma distribuição socioeconômica mais equilibrada entre os estratos sociais e frequente em países desenvolvidos.</p>
<p>Essa é a principal constatação da 6.ª edição da pesquisa O Observador Brasil 2011, espécie de radiografia do mercado de consumo, executada pelo instituto Ipsos Public Affairs, a pedido da Cetelem BGN, do grupo financeiro francês BNP Paribas.</p>
<p>A mudança de formato da distribuição das classes socioeconômicas entre 2005 e 2010 ocorreu em razão do ganho de renda que levou a uma grande mobilidade social. Só no ano passado, quase 31 milhões de brasileiros ascenderam socialmente. Desse total, cerca de 19 milhões saíram das classes D/E e engrossaram a grande classe média, a classe C. E perto de 12 milhões de pessoas pularam da classe C para as classes de maior poder aquisitivo A/B.</p>
<p>&#8220;Eu não me surpreenderia se no ano que vem houvesse um empate entre as classes D/E e A/B em número de brasileiros&#8221;, afirma o presidente da Cetelem BGN, Marcos Etchegoyen.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a classe C já representava no ano passado mais da metade (53%) da população brasileira de 191,7 milhões de pessoas. Em 2009, a fatia da classe C era de 49% e em 2005, de 34%.</p>
<p>Já as classes D/E responderam em 2010 por 25% da população, ante 35% no ano anterior e 51% em 2005. No sentido oposto, a participação das classes A/B está aumentando. Cinco anos atrás, elas representavam 15% da população. Esse índice subiu para 16% em 2009 e atingiu 21% no ano passado.</p>
<p><strong>Renda.</strong> Outro resultado relevante da pesquisa é que em 2010 houve ganho de renda disponível para os brasileiros de todas as classes sociais e especialmente para os estratos mais pobres. A renda disponível é aquela que sobra no orçamento das famílias depois de pagas todas as despesas e é basicamente sinônimo de consumo para as classes sociais de menor renda.</p>
<p>No ano passado, sobraram, em média, R$ 368 por mês no orçamento das famílias, cifra 60% maior que no ano anterior. Mas foram as classes D/E que registraram os maiores ganhos de renda disponível no período. &#8220;Em 2010, a renda disponível dos mais pobres superou R$ 100&#8243;, observa Miltonleise Carreiro Filho, vice-presidente da Cetelem BGN. No ano passado, a renda disponível desse estrato social atingiu R$ 104, com crescimento de 70% ante 2009.</p>
<p>Nas contas de Carreiro Filho, a maior renda disponível entre as camadas mais pobres equivale a um total de recursos de cerca de R$ 1,4 bilhão livre para o consumo. Ele lembra também que houve uma mudança radical na renda disponível das classes D/E ao longo dos anos. Em 2005, essa camada da população tinha renda disponível negativa em R$ 17, ou seja, a renda era insuficiente para cobrir as despesas do mês. &#8220;Faltava renda para fechar as contas&#8221;, observa.</p>
<p>Depois dos mais pobres, as classes mais ricas, A/B, registraram a maior taxa de crescimento da renda disponível em 2010, com aumento de 46%, de R$ 680 em 2009 para R$ 991 em 2010. Já a classe média teve o menor ganho de renda disponível no período. Em 2009, a renda disponível da classe C era de R$ 204 e subiu para R$ 243 no ano passado, com acréscimo de 19%.<br />
<strong><br />
Otimismo.</strong> Entre 13 países pesquisados pelo BNP Paribas, o Brasil foi o mais bem avaliado pela sua população em 2010. De zero a dez, o País obteve nota 6,8 e ficou um ponto à frente da Alemanha.</p>
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		<title>Vanguarda econômica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em artigo, Vaccarezza fala da importância do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, que será criado pela presidenta Dilma. <a href="http://vaccarezza.com.br/vanguarda-economica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16850" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/foto-11.jpg" rel="lightbox[16849]"><img class="size-medium wp-image-16850" title="foto 1" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/foto-11-300x199.jpg" alt="foto 11 300x199 Vanguarda econômica" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza ao lado da presidenta Dilma - Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</p></div>
<p>Por Cândido Vaccarezza*</p>
<p>Com a recém-anunciada criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, a presidente Dilma Rousseff reconhece a importância do segmento e dá um grande passo para manter o crescimento econômico com distribuição de renda no país.</p>
<p>As micro e pequenas empresas (MPEs) contribuem muito para a economia brasileira. Os números são impressionantes: as MPEs representam 98% de 5,1 milhões de empresas brasileiras. São responsáveis por 58% dos empregos com carteira assinada e por 20% do Produto Interno Bruto (PIB). No Estado de São Paulo, o maior mercado do país, elas respondem por 67% do total de trabalhadores ocupados.</p>
<p>Nos dois governos do presidente Lula, o segmento conseguiu avanços significativos. Em 2006, foi criada a Lei Geral da Pequena e Micro Empresa.</p>
<p>Em 2007, a Lei Geral do Simples Nacional reduziu a carga tributária e simplificou a vida das MPEs. E um ano depois foi a vez da Lei do Microempresário Individual, que regularizou dezenas de milhares de empreendimentos, seguida, em 2009, por ajustes no Simples, que passou a abranger empresas de um número maior de setores econômicos.</p>
<p>As mudanças foram fundamentais para as MPEs e contribuíram com o fortalecimento da economia. Mas, mesmo com esses avanços, ainda há muito o que ser feito. O relatório do Sebrae sobre a mortalidade de empresas continua sendo alarmante. Os números apontam que 27% das empresas vão à falência no primeiro ano de vida; 37% no segundo e 58% no quinto ano. Os principais fatores que levam ao fechamento das empresas são a falta de planejamento e erros de gestão.</p>
<p>A instituição do Fórum Permanente de Aconselhamento para uma Política Nacional de Desenvolvimento das MPEs, constituído por 47 órgãos governamentais e 81 entidades do setor privado, e a Mobilização Empresarial pela Inovação, liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), são outras iniciativas para unificar empresários e o poder público em busca da solução dos problemas enfrentados pelo segmento, principalmente no que diz respeito à área da inovação tecnológica.</p>
<p>Vale observar que a cooperação entre micro e pequenos empresários, poder público e universidades já tem registrado grandes feitos no país. Destaque para as incubadoras de empresas de alta tecnologia. Em São Carlos, por exemplo, florescem dezenas de MPEs de alta tecnologia. Uma delas está produzindo VANTs, aviões não-tripulados para controle de fronteiras e de desmatamento. Outra se transformou em líder mundial na produção de determinado equipamento ótico. Em outros países, como Itália, Espanha e Israel, incubadoras tripartites do gênero lideram a inovação e a geração de empregos de alta qualificação.</p>
<p>Agora, deputados e senadores também contribuem com esse movimento. O Congresso se prepara para votar ajustes no Simples que vão melhorar a vida dos micros e pequenos empresários. Terá papel importante a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, com a principal finalidade de elevar de R$240 mil para R$360 mil o limite da receita bruta anual das microempresas para inclusão no Simples. As pequenas empresas e o empreendedor individual também serão beneficiados, com aumento do limite de R$2,4 milhões para R$3,6 milhões e de R$36 mil para R$48 mil, respectivamente.</p>
<p>Muitos falam nas MPEs e elas são tema constante dos debates (e das promessas) eleitorais. Mas a criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas é o primeiro reconhecimento definitivo de que as micro e pequenas empresas são a vanguarda da geração de empregos e de renda no país. E constitui elemento fundamental para a constituição de uma política pública clara em apoio aos micro e pequenos empreendimentos, de forma a reduzir sua mortalidade nos primeiros anos de luta.</p>
<p><em>*Cândido Vaccarezza é deputado federal (PT-SP) e líder do governo da Câmara. Artigo originalmente publicado em O Globo, edição de segunda-feira, 21 de março de 2011. </em></p>
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		<title>Emprego e renda em crescimento mostram país no rumo certo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 19:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
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		<description><![CDATA[Em janeiro, a criação de empregos foi a segunda maior desde 1992. Já a renda do trabalhador foi a mais elevada desde 2002. <a href="http://vaccarezza.com.br/emprego-e-renda-em-crescimento-mostram-pais-no-rumo-certo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16329" class="wp-caption alignleft" style="width: 271px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpg" rel="lightbox[16328]"><img class="size-full wp-image-16329" title="images" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpg" alt="images Emprego e renda em crescimento mostram país no rumo certo" width="261" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Operários, tela de Tarsila do Amaral pintada em 1933</p></div>
<p>Janeiro deste ano registrou o segundo melhor resultado para o mês na criação de empregos desde 1992. Ao todo, o Brasil gerou 152.091 postos de trabalho formal no primeiro mês de 2011, número superado apenas pelo de 2010, quando foram criadas 181.418 vagas com carteira assinada.  Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.</p>
<p>Os setores que mais contribuíram para o saldo positivo foram os de serviços (71.231), da indústria de transformação (53.207) e da construção civil (33.358).</p>
<p>Também em janeiro deste ano, o rendimento médio real dos trabalhadores atingiu R$ 1.538,30 nas seis principais regiões metropolitanas do País, o valor mais elevado para o mês desde 2002, quando foi iniciada a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.  A alta foi de 0,5% na relação com dezembro último e de 5,3% na comparação com janeiro de 2010.</p>
<p>Os números mostram que o Brasil está no rumo certo, afirma o líder do Governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza. O governo do PT e partidos aliados, iniciado em 2003 com o presidente Lula, continua a promover o desenvolvimento econômico com distribuição de renda na gestão da presidenta Dilma. E a criar empregos com carteira assinada, destaca Vaccarezza.</p>
<p><strong>Desemprego tem menor taxa para janeiro em 8 anos</strong><br />
A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 6,1% em janeiro, ante 5,3% em dezembro. O resultado é o menor para meses de janeiro desde 2003. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego em janeiro deste ano também ficou bem abaixo da apurada em janeiro de 2010, quando atingiu 7,2%.</p>
<p>O aumento da taxa de desemprego de dezembro para janeiro representa a dispensa de trabalhadores temporários costumeiramente contratados no último trimestre de cada ano, segundo o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, Cimar Azeredo. “Isso sempre acontece, este aumento da taxa de desocupação em janeiro. É um fato sazonal e esperado no mercado”, afirmou ele.</p>
<p>Azeredo lembrou que, nos últimos meses de cada ano, sempre ocorre um aumento no número de trabalhadores temporários, para atender o mercado interno mais aquecido do período. Mas, nos primeiros meses de cada ano, esses trabalhadores temporários são dispensados, e entram novamente no mercado de trabalho para buscar emprego, elevando assim a taxa de desemprego. “Mas o que é preciso ver é que, na comparação com os meses de janeiro da série histórica, esta (a taxa de janeiro de 2011) é a menor taxa de desocupação da série”, observou. “Este janeiro é melhor do que o mês de janeiro do ano passado, o que representa uma continuidade daquela trajetória de redução da população desocupada, descontado efeitos sazonais”, completou.</p>
<p><strong>População ocupada</strong><br />
Ainda segundo o IBGE, a população ocupada nas seis principais regiões metropolitanas do País foi de 22,08 milhões de pessoas em janeiro deste ano. Isso representa uma queda de 1,6% ante dezembro do ano passado, mas uma alta de 2,2% ante janeiro de 2010.</p>
<p>Já a população desocupada, ou seja, sem emprego, foi de 1,423 milhão de pessoas em janeiro deste ano, o que representa uma alta de 13,7% na comparação com dezembro do ano passado e recuo de 15,6% ante janeiro de 2010.</p>
<p>Ainda segundo o instituto, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 10,474 milhões de pessoas em janeiro deste ano. É uma estabilidade ante dezembro de 2010 e uma elevação de 6,6% ante janeiro de 2010.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com agências noticiosas</em></p>
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		<title>Por que o Brasil cresceu mais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 19:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de renda]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[medidas anticíclicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo, o economista Demian Fiocca cita cinco políticas importantes que têm de constar das explicações do novo crescimento: distribuição de renda, investimentos de estatais, fomento à expansão do crédito, acumulação de reservas e medidas anticíclicas. <a href="http://vaccarezza.com.br/por-que-o-brasil-cresceu-mais/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Demian Fiocca*</em></p>
<p>O crédito de bancos públicos, voltados ao investimento, foi importante para evitar que a aceleração da economia fosse limitada pelo risco de inflação</p>
<p>O Brasil viveu dois períodos diferentes desde a estabilização. De 1995 a 2003, teve crescimento baixo: 2,2% em média. De 2004 a 2010, alcançou crescimento alto: 4,4% em média. Mudanças na gestão econômica explicam essa melhora.</p>
<p>O país não foi levado pela &#8220;onda&#8221; de uma expansão mundial. Enquanto o crescimento do mundo oscilou de 3,4% para 3,8%, o do Brasil dobrou.</p>
<p>Tampouco foi apenas a &#8220;sorte&#8221; dos bons preços das commodities.</p>
<p>Minério ou petróleo em alta estimularam investimentos nesses setores e o saldo comercial. Mas o uso de poupança externa, dado pelo deficit em contas correntes, diminuiu.</p>
<p>Passou, na média anual, de 2,9% do PIB para 0,2%.</p>
<p>Cinco políticas importantes têm de constar das explicações do novo crescimento: distribuição de renda, investimentos de estatais, fomento à expansão do crédito, acumulação de reservas e medidas anticíclicas.</p>
<p>Essas políticas moldaram um novo ambiente, de ampliação de renda e emprego, de um lado, e de confiança e expansão do investimento, de outro. Não foi algo trivial nem de continuidade pela inércia.</p>
<p>Desde 2005 há críticos à diretriz de expandir as operações do BNDES. Quando se afirmava que o Brasil podia crescer 5%, outros tentavam provar que o máximo possível era 3,5%.</p>
<p>Quando os bancos públicos sustentaram a expansão do crédito em meio à crise, muitos faziam ressalvas. Quando o presidente transmitia mensagens de otimismo, vários tentaram ridicularizar. Mas todas essas diretrizes estavam corretas.</p>
<p>Comparando 1997-2003 com 2004-2010, o gasto federal cresceu de 15% para 17% do PIB. As transferências a pessoas, como o Bolsa Família e as aposentadorias vinculadas ao salário mínimo, respondem por todo o acréscimo de 2% do PIB.</p>
<p>O gasto com pessoal oscilou de 4,5% para 4,4%. Os investimentos da União, de 0,7% para 0,8%. Tiveram impacto neutro.</p>
<p>Os investimentos das estatais federais subiram de 1,2% para 1,7% do PIB em média. Esse foi outro fator de aceleração.</p>
<p>Adotaram-se medidas favoráveis à expansão dos bancos privados, como a regulação do crédito consignado e o apoio aos bancos médios durante a crise econômica, e diretrizes indiscutivelmente novas de expansão e apoio em relação aos bancos públicos.</p>
<p>O crédito dos bancos privados saltou de 14,8% do PIB em 2003 para 27,1% em 2010. O dos bancos públicos, de 9,8% para 19,5%.</p>
<p>O crédito dos bancos públicos, mais voltados ao investimento, foi importante para ampliar a capacidade produtiva e evitar que a aceleração da economia fosse limitada pelo risco de inflação.</p>
<p>Entre 1995 e 2005, as reservas internacionais oscilaram na faixa de US$ 30-70 bilhões. Com a nomeação de Mantega para a Fazenda, desde 2006 prevaleceu uma política de compra continuada de reservas, por prudência contra crises e para suavizar a tendência de valorização do real, de modo a evitar um impacto brusco sobre a indústria.</p>
<p>As reservas então sobem de U$ 54 bilhões em 2005 para US$ 206 bilhões em setembro de 2008, às vésperas da crise.</p>
<p>Por fim, quando o mundo mergulha na crise, opta-se por política anticíclica, de manutenção dos investimentos públicos, redução de impostos e forte suporte ao crédito.</p>
<p>Descontando efeitos contábeis do Fundo Soberano e da concessão do pré-sal, o superavit primário federal foi reduzido de 2,8% em 2008 para 1,2% em 2009 e em 2010.</p>
<p>Injetou-se impulso de mais de 3% do PIB nesses dois anos. O suporte ao crédito responde facilmente por outros 3% do PIB. Foram políticas ativas, corajosas e inovadoras, que estão no centro do bom desempenho econômico do país.</p>
<p><em>*DEMIAN FIOCCA, é economista, sócio da Mare Investimentos. Foi presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e da Nossa Caixa. </em></p>
<p><em>Artigo publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 21 de fevereiro de 2011.</em></p>
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		<title>O Brasil no rumo certo: salário médio tem o maior nível e três regiões metropolitanas atingem o pleno emprego</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 17:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[líder do governo na Câmara dos Deputados]]></category>
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		<description><![CDATA[Vaccarezza: As políticas implantadas pelo governo Lula estão tornando nossa economia consistente, promovendo desenvolvimento econômico com distribuição de renda e redução das desigualdades. <a href="http://vaccarezza.com.br/o-brasil-no-rumo-certo-salario-medio-tem-o-maior-nivel-e-tres-regioes-metropolitanas-atingem-o-pleno-emprego/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O forte crescimento econômico deste ano fez com que a taxa de desemprego das seis principais regiões metropolitanas do país caísse ao menor nível em oito anos e ficasse em 6,2% em setembro. Em agosto, a taxa havia sido de 6,7%, recorde de baixa até então.</p>
<p>Nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, a taxa de desemprego atingiu um patamar considerado como de pleno emprego, quando a oferta cobre toda a procura por trabalho. Nesses locais, as taxas ficaram em 4,1%, 4,9% e 5,3% em setembro, respectivamente.</p>
<p>A expansão recorde do PIB em 2010 também provocou o aumento do rendimento médio do trabalhador, que subiu 1,3% em relação a agosto e chegou a R$ 1.499, maior marca desde o início da pesquisa do IBGE, em março de 2002.</p>
<p>As políticas implantadas no Brasil pelo governo do presidente Lula estão tornando nossa economia consistente, promovendo o desenvolvimento econômico com distribuição de renda e redução das desigualdades entre as pessoas e as regiões, destaca o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza.</p>
<p>De agosto para setembro, foram abertas 147 mil vagas &#8211; alta de 0,7%. Já o contingente de desocupados caiu 120 mil &#8211; ou 7,5%. Com isso, o total de pessoas desempregadas atingiu 1,480 milhão nas seis regiões pesquisadas, também no menor nível da série histórica da pesquisa.</p>
<p>“Houve um aumento expressivo da ocupação. Isso permitiu que todos que procuraram emprego se ocupassem, o que levou à queda da taxa de desemprego”, declarou Cimar Azeredo Pereira, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.</p>
<p>Até então, prevalecia a saída de pessoas do mercado de trabalho como fator preponderante para a redução da taxa de desemprego. O cenário mudou e o emprego voltou a se acelerar com mais força em setembro.</p>
<p>Foi a primeira vez que Belo Horizonte ficou abaixo dos 5%. Em Porto Alegre, a taxa é inferior a esse percentual desde maio. Já o Rio teve a sua mais baixa marca da série histórica do IBGE, iniciada em março de 2002.</p>
<p>Não há uma definição padrão, mas muitos economistas consideram que taxas próximas a 5% significam pleno emprego. Isso porque sempre existe o chamado desemprego natural.</p>
<p>É que persiste uma assimetria do mercado, pela qual as vagas oferecidas nem sempre se encaixam ao perfil de quem as procura. Além disso, há pessoas que estão buscando o emprego ideal e não se ocupam até encontrá-lo.</p>
<p>Porto Alegre já vivia uma realidade melhor há mais tempo &#8211; em setembro, a ocupação cresceu 1% ante agosto, enquanto o número de desempregados caiu 8%.<br />
Rio e Belo Horizonte avançaram mais recentemente e não registraram indicadores tão bons em setembro.</p>
<p>No Rio, o total de empregados caiu 0,4% em relação a agosto. Já o de desocupados teve queda maior: 8%. Em Belo Horizonte, a ocupação subiu 0,2%, ao passo que o contingente de desempregados recuou 7,7%.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com informações da Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Vitória de Dilma em 31 de outubro garantirá o Brasil para todos os brasileiros</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/vitoria-de-dilma-em-31-de-outubro-garantira-o-brasil-para-todos-os-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 21:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[A continuidade e o aprofundamento do projeto de Brasil com desenvolvimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades está nas mãos de cada um de nós.  <a href="http://vaccarezza.com.br/vitoria-de-dilma-em-31-de-outubro-garantira-o-brasil-para-todos-os-brasileiros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A continuidade e o aprofundamento do projeto de Brasil com desenvolvimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades entre pessoas e regiões está nas mãos de cada um de nós. Esse ciclo de crescimento, com oportunidades para todos, foi iniciado em 2003, com o governo do presidente Lula, e será aprofundado com Dilma presidente.</p>
<p>Cândido Vaccarezza, líder do Governo na Câmara dos Deputados, pede o envolvimento, na campanha de Dilma, de todas as pessoas que querem que o Brasil siga mudando para melhor. É preciso que cada um de nós – que quer o fortalecimento da democracia e o aprofundamento dessas políticas que estão transformando o Brasil e a vida dos brasileiros – compareça às urnas no próximo dia 31 e vote 13, Dilma presidente. E mais: vamos convencer um amigo, um vizinho, um parente a votar em Dilma para que o Brasil fique cada vez menos desigual e para que todos os seus moradores tenham estímulo e chances de crescer e ser mais feliz.</p>
<p>Vaccarezza chama a atenção também para outra questão: cuidado com mentiras que circulam por aí – pela internet, panfletos, por meio de conversas de pessoas supostamente corretas e isentas em ônibus ou nas ruas e metrôs. A oposição está fazendo a campanha mais truculenta e a de mais baixo nível do período pós-redemocratização. É um desserviço à democracia, afirma Vaccarezza.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza</em></p>
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		<title>Emoção, retrospectiva e planos para o futuro na entrevista de Lula ao Jornal da Record</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 19:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[Na conversa com a repórter Adriana Araújo, o presidente Lula fez uma breve avaliação de seu governo, muitas vezes se emocionando ao falar do carinho do povo e do bom momento do País. Clique no título acima para ver a entrevista. <a href="http://vaccarezza.com.br/emocao-retrospectiva-e-planos-para-o-futuro-na-entrevista-de-lula-ao-jornal-da-record/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1ª parte</h2>
<p><object width="640" height="505"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/e/nH9Ak3qBPRc"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/e/nH9Ak3qBPRc" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="505" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h2>2ª parte</h2>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=ML8GLsc39RA</p>
<p><strong>Se preferir, leia trechos abaixo:</strong></p>
<p>Em entrevista que em foi ao ar na noite de quarta-feira, 21 de julho, no Jornal da Record (TV Record), o presidente Lula fez uma breve avaliação de seu governo, muitas vezes se emocionando ao falar do carinho do povo e do bom momento do País, e revelou que não pensa em dizer ‘adeus’ quando acabar seu mandato, no dia 31 de dezembro deste ano. “Porque eu vou andar muito pelo Brasil. Eu tenho planos, vou voltar a viajar o Brasil inteiro”, disse ele. A intenção, afirmou o presidente, é reeditar a Caravana da Cidadania pelo Brasil, “para ver o que aconteceu nas coisas”.</p>
<p><em><strong>Uma coisa é certa: eu aprendi a conviver com esse povo durante tantos anos, que eu utilizava “eu não governo, eu cuido desse povo com o carinho que eu cuido da minha família”.</strong><br />
</em><br />
O presidente Lula se emocionou quando falou do bom momento que o País vive e do orgulho que sentiu quando participou de cerimônia de assinatura de empréstimo do BNDES para uma cooperativa de catadores de papel, em São Paulo. Ao lembrar da reunião que promoveu no Palácio do Planalto com portadores de deficiência visual, chorou:</p>
<p><strong><em>Eu fiz uma reunião no Palácio do Planalto com os moradores de rua, porque esse Palácio não é só para príncipes, não é só para banqueiros. Eu lembro o dia em que eu trouxe os portadores de deficiência física, porque tinha um debate no Brasil se os cães-guia poderiam entrar em igreja, se os cães-guia poderiam entrar em shopping, se os cães-guia poderiam entrar no metrô, um absurdo! O cão-guia é o olho do cego. Como é que alguém pode deixar o seu olho do lado de fora do shopping ou da igreja? Então, para demonstrar que eles podiam entrar, o que eu fiz? Eu fiz uma reunião dentro do Palácio, com mais de mil pessoas portadoras de deficiência com os seus cachorros. Nenhum cachorro fez nenhum xixi e nenhum cocô dentro do Palácio. Foram embora tranquilamente, guiando os seus donos. Depois, quando eu fiz com os moradores de rua, o discurso deles, o que era? “Presidente, nós não queremos reivindicar nada. Nós só queremos dizer o seguinte: a maior conquista nossa é o fato de a gente estar dentro do Palácio”, coisa que eles jamais pensaram em entrar. (choro emocionado). Acho que eu estou ficando velho…</em></strong></p>
<p><strong>Confira abaixo os principais trechos da entrevista:</strong></p>
<p><strong>Boas lembranças</strong><br />
Nessa semana toda, a lembrança que vem à minha mente foi o encontro que eu tive com os quase 400 estudantes da periferia, do ProUni que se formaram em Medicina. Você não imagina o… Eu cheguei em casa, eu quase que não conseguia dormir, de ver meninas e meninos pobres da periferia, que jamais poderiam estudar Medicina, por conta do ProUni se formaram, e no ano que vem, se Deus quiser, já estarão fazendo a sua Residência e trabalhando. Foi… se eu morresse naquele dia, para mim já teria valido a pena ter passado pela Terra.</p>
<p><strong>Popularidade</strong><br />
Ora, eu penso que é a relação que eu tenho com o povo. Eu acho que a minha história de vida ajudou muito, e acho que o resultado do que nós estamos fazendo. Uma coisa, Adriana, você sabe, você é jornalista, que se dependesse de alguns jornais, se dependesse de algumas televisões e se dependesse de algumas rádios – eu estou falando “algumas” para não generalizar – eu teria zero na pesquisa.</p>
<p><strong>Relação com a imprensa</strong><br />
Eu não me acho perseguido, nunca. Eu agradeço sempre à imprensa porque eu sou presidente, também, por causa da imprensa. Mesmo quando ela me criticava, ela falava o meu nome. Mas, mas, como jornalista, você sabe que nós não somos tratados, na minha opinião, até com o respeito que deveríamos ser tratados, muitas vezes, e eu nunca me queixei. Nunca, nunca trouxe aqui na minha sala um dono de televisão, de rádio ou de jornal para me queixar.</p>
<p>(…) Aliás, eu duvido que este país já tenha vivido um momento de democracia, como ele vive hoje. E o governo, muitas vezes, é ofendido, a figura do presidente é ofendida, a figura do vice é ofendida, a figura de ministro é ofendida. E eu digo: Oh, ninguém deve assimilar o ódio, porque se a gente tiver o mesmo ódio que eles têm de nós, a gente vai ter azia, vai ter gastrite, a gente não vai dormir. Deixa eles ficarem com insônia, e vamos nós continuar trabalhando. Então, quando as políticas públicas dão resultado, Adriana, não tem jeito.</p>
<p><strong>Vida pós-mandato</strong><br />
Eu só não quero participar de mais reunião de partido político. Pelo amor de Deus! Eu estraguei tantos sábados da minha vida fazendo reunião. Sábado de sol, que eu saía para a reunião do PT; sábado de sol que eu saía para reunião da CUT; sábado de sol que eu saía para a reunião do sindicato, minha mulher, em casa com as crianças: “Vamos não sei para onde, vamos para a represa, vamos para a praia, vamos não sei para onde”, e eu não fui. Então, isso eu não faço mais. Eu, agora, posso participar, até dia de semana, de reunião, mas pelo amor de Deus, não me convoquem mais para uma reunião de domingo, não.</p>
<p><strong>Momento do adeus</strong><br />
Então deixa eu te contar uma coisa: eu não penso em dizer adeus. Porque eu vou andar muito pelo Brasil. Eu vou… eu tenho planos, eu vou voltar a viajar o Brasil inteiro. Ou seja, cada estado deste país eu vou voltar a visitar. Eu tenho vontade de voltar a fazer caravana para ver o que aconteceu nas coisas. Ou seja, eu quero voltar a andar. Uma coisa é certa: eu aprendi a conviver com esse povo durante tantos anos, que eu utilizava “eu não governo, eu cuido desse povo com o carinho que eu cuido da minha família.</p>
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		<title>Recorde de empregos mostra que o Brasil está no rumo certo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 18:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[A criação de 1.473.320 empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, e o crescimento, nos últimos sete anos e meio, de quase 30% no valor do salário médio inicial do trabalhador brasileiro demonstra o acerto das políticas do governo Lula, afirma Vaccarezza. <a href="http://vaccarezza.com.br/recorde-de-empregos-mostra-que-o-brasil-esta-no-rumo-certo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/07/brasil-olho.jpg" rel="lightbox[11640]"><img class="alignleft size-full wp-image-11642" title="brasil olho" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/07/brasil-olho.jpg" alt="brasil olho Recorde de empregos mostra que o Brasil está no rumo certo" width="124" height="82" /></a>A criação de 1.473.320 empregos com carteira assinada no primeiro semestre deste ano, um recorde na história brasileira, demonstra o acerto das políticas do governo Lula e, em especial as medidas tomadas pelo governo federal no combate à crise econômica que se espalhou pelo mundo no final de 2008 e que se refletiu durante todo o ano passado em praticamente todas as economias do planeta.</p>
<p>O Brasil está no rumo certo. Fomos um dos últimos países a sentir os reflexos da crise e um dos primeiros a sair dela. Temos um presidente responsável e atento aos movimentos internacionais, tanto na área econômica quanto na área política. Vemos que o crescimento de nossa economia foi retomado de forma sólida, afirmou o líder do Governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza.</p>
<p>Somente no mês passado, 212.952 empregos foram criados, o segundo melhor na série histórica. Só perdeu para junho de 2008, onde o Brasil gerou 309.442 postos. Nos últimos 12 meses, verificou-se a criação de 2.168.924 postos de trabalho, equivalente à expansão de 6,71% no contingente de empregados no País, que hoje tem 34.474.339 trabalhadores com carteira assinada.</p>
<p>Além do número recorde de empregos criados no primeiro semestre do ano, o Ministério do Trabalho, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgou também outra boa notícia: o salário inicial dos trabalhadores brasileiros aumentou quase 30% desde o início do governo Lula, ou seja, desde 2003.</p>
<p>Na comparação janeiro de 2003 a junho de 2010, o valor médio do salário de admissão saltou de R$ 635,85 para R$ 821,13, um crescimento de 29,14%. Apenas entre o primeiro semestre do ano passado e o deste ano, o salário médio pago a trabalhadores recém-admitidos aumentou 4,86%, passando de R$ 783,08 para R$ 821,13.</p>
<p>Os maiores aumentos de salário inicial ocorreram em Rondônia (quase 60%), no Piauí (mais de 55%), no Maranhão e na Bahia (acima de 46%).</p>
<p>Dos oito setores pesquisados pelo Ministério do Trabalho, seis atingiram níveis recordes de criação de emprego no primeiro semestre. O setor de serviços preencheu 490.000 novas vagas; a indústria de transformação 394.000; a construção civil 230.000; o comércio 144.000 e a agricultura 175.000. Foi no setor agrícola que o Caged registrou a maior taxa de crescimento do emprego no semestre – quase 12% maior do que a do período janeiro/junho do ano passado.</p>
<p><strong><br />
Acerto do governo Lula</strong><br />
O desempenho do primeiro semestre reflete as medidas tomadas pela equipe econômica do governo Lula para conter a crise, na opinião da economista Zeira Camargo, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).</p>
<p>Um dos setores que obteve maior crescimento foi a metalurgia, com 6% de aumento. “Esse foi um setor que mais sofreu com a crise e se compararmos o período de outubro 2008 (auge da crise) a julho de 2009 (começo da recuperação), quando perdemos 212 mil empregos, percebemos que já recuperamos o total perdido e há um saldo positivo de 2 mil postos.”</p>
<p>Para Zeira, a reação imediata do governo brasileiro foi fundamental para a recuperação. Ela citou a redução dos impostos para veículos e a chamada linha branca (geladeira, máquina de lavar). Outra medida importante foi a facilidade de crédito e o estímulo do governo. “Quando o presidente vai a televisão e pede para a população comprar, isso é muito importante”, diz.</p>
<p>O movimento sindical, na opinião de Zeira, também teve um papel importante na recuperação. “Percebemos o tamanho do problema e nos mobilizamos para reduzir os impactos. Propomos férias coletivas no auge da crise, banco de horas e, em muitos casos, as medidas adiaram as demissões ou até evitaram perdas de postos de trabalho”.<br />
<em><br />
Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com agências noticiosas e dilmanaweb<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil bate recorde e gera 1,5 milhão de empregos formais no primeiro semestre</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/brasil-bate-recorde-e-gera-15-milhao-de-empregos-formais-no-primeiro-semestre/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 16:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 12 meses, o Ministério contabilizou a criação de 2,168 milhões de vagas, o que significa uma expansão de 6,7% sobre a base de empregados formais do país. <a href="http://vaccarezza.com.br/brasil-bate-recorde-e-gera-15-milhao-de-empregos-formais-no-primeiro-semestre/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Portal do PT</em></p>
<p>A economia do país teve uma geração histórica de empregos formais no semestre, com 1,473 milhão de vagas criadas neste período, batendo o desempenho registrado em 2008, quando foram criados 1,361 milhão de postos de trabalho. Os números fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado hoje (15)  pelo Ministério do Trabalho.</p>
<p>O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, prevê que em todo o ano de 2010 sejam gerados 2,5 milhões de empregos formais.</p>
<p>No ano passado, foram criados 299 mil postos de trabalho, o pior resultado desde 1999, início da série histórica do Ministério. Somente em junho o Caged registrou a criação de 212.952 postos de trabalho, o segundo melhor resultado para o mês na série histórica deste cadastro.</p>
<p>Em 12 meses, o Ministério contabilizou a criação de 2,168 milhões de vagas, o que significa uma expansão de 6,7% sobre a base de empregados formais do país.</p>
<p>Ainda de acordo com o Ministério, a maior taxa (11,98%) na geração de empregos ocorreu no setor agrícola no semestre. Em termos absolutos, porém, a maior contribuição para o aumento dos empregos formais veio do setor de serviços, com a criação de 490.028 vagas em seis meses.</p>
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