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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; criação de empregos</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Empregos: Microempresas têm melhor resultado para fevereiro</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
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		<description><![CDATA[As com até quatro funcionários criaram mais de um terço das vagas formais. No total, as micro e pequenas empresas contrataram 157.247 profissionais. <a href="http://vaccarezza.com.br/empregos-microempresas-tem-melhor-resultado-para-fevereiro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/motivacao-3.jpg" rel="lightbox[17018]"><img class="alignleft size-medium wp-image-17026" title="motivacao-3" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/motivacao-3-300x214.jpg" alt="motivacao 3 300x214 Empregos: Microempresas têm melhor resultado para fevereiro " width="300" height="214" /></a>As empresas com até quatro funcionários geraram mais de um terço das vagas formais de emprego abertas no mês passado, quando foi registrado o melhor resultado da história para um mês de fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24), pelo Sebrae. Em todo o País foram 103 mil contratações feitas pelas microempresas. As que empregam entre cinco e 19 pessoas geraram 8,4 mil postos de trabalho (3% do total) e as que possuem entre 20 e 99 funcionários, 45,5 mil (16,2%).</p>
<p>No total, as micro e pequenas empresas (MPE) contrataram 157.247 profissionais com carteira de trabalho assinada, 56% do volume total registrado no País no período (280.799).</p>
<p>Os dados foram levantados pelo Sebrae a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Pela metodologia do Caged, é considerada MPE as companhias que empregam menos de 99 pessoas.</p>
<p>As empresas do setor de serviços geraram metade das vagas abertas nas micro e pequenas. Apesar de manter a liderança na geração de postos de trabalho, a participação das MPE dentro do volume total recuou em relação a janeiro, quando elas responderam por 80% do emprego gerado. Isso se deve a um avanço das médias e grandes, que historicamente geram mais vagas no primeiro trimestre do ano, segundo Leonardo Mattar, responsável pela análise dos dados no Sebrae.</p>
<p>Uma evidência é o fato de que a indústria de transformação, onde predomina a atuação das empresas de porte maior, teve importante papel na expansão do mercado de trabalho. Em fevereiro o setor respondeu por 21,4% dos empregos.</p>
<p>“Existe uma participação mais efetiva das médias e grandes em fevereiro, mas não há uma perda de espaço na geração de emprego pelas micro e pequenas, pelo contrário, elas continuam gerando muito emprego e representando a maioria das vagas criadas”, afirma Mattar.</p>
<p>No volume total de vagas abertas no País, a construção civil responde por 10,9% das contratações, e a agricultura, por 7,4%. Também aumentaram seus quadros os setores de comércio, que empregou 6,2% dos trabalhadores contratados em fevereiro, e a administração pública, que responde por 5,3%. Juntos, a indústria de extração mineral e os serviços de utilidade pública empregaram 0,8% do total.</p>
<p>No acumulado dos dois primeiros meses de 2011, já são 448.742 vagas com carteira de trabalho assinada. A previsão é chegar a 3 milhões de empregos até o fim do ano, segundo Carlos Lupi, ministro do Trabalho. Em 2010, foram gerados 2,5 milhões de vagas.<br />
<em><br />
Portal Brasil</em></p>
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		<title>Vanguarda econômica</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Publicados]]></category>
		<category><![CDATA[Vaccarezza na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério das Micro e Pequenas Empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[Em artigo, Vaccarezza fala da importância do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, que será criado pela presidenta Dilma. <a href="http://vaccarezza.com.br/vanguarda-economica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16850" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/foto-11.jpg" rel="lightbox[16849]"><img class="size-medium wp-image-16850" title="foto 1" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/foto-11-300x199.jpg" alt="foto 11 300x199 Vanguarda econômica" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza ao lado da presidenta Dilma - Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</p></div>
<p>Por Cândido Vaccarezza*</p>
<p>Com a recém-anunciada criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas, a presidente Dilma Rousseff reconhece a importância do segmento e dá um grande passo para manter o crescimento econômico com distribuição de renda no país.</p>
<p>As micro e pequenas empresas (MPEs) contribuem muito para a economia brasileira. Os números são impressionantes: as MPEs representam 98% de 5,1 milhões de empresas brasileiras. São responsáveis por 58% dos empregos com carteira assinada e por 20% do Produto Interno Bruto (PIB). No Estado de São Paulo, o maior mercado do país, elas respondem por 67% do total de trabalhadores ocupados.</p>
<p>Nos dois governos do presidente Lula, o segmento conseguiu avanços significativos. Em 2006, foi criada a Lei Geral da Pequena e Micro Empresa.</p>
<p>Em 2007, a Lei Geral do Simples Nacional reduziu a carga tributária e simplificou a vida das MPEs. E um ano depois foi a vez da Lei do Microempresário Individual, que regularizou dezenas de milhares de empreendimentos, seguida, em 2009, por ajustes no Simples, que passou a abranger empresas de um número maior de setores econômicos.</p>
<p>As mudanças foram fundamentais para as MPEs e contribuíram com o fortalecimento da economia. Mas, mesmo com esses avanços, ainda há muito o que ser feito. O relatório do Sebrae sobre a mortalidade de empresas continua sendo alarmante. Os números apontam que 27% das empresas vão à falência no primeiro ano de vida; 37% no segundo e 58% no quinto ano. Os principais fatores que levam ao fechamento das empresas são a falta de planejamento e erros de gestão.</p>
<p>A instituição do Fórum Permanente de Aconselhamento para uma Política Nacional de Desenvolvimento das MPEs, constituído por 47 órgãos governamentais e 81 entidades do setor privado, e a Mobilização Empresarial pela Inovação, liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), são outras iniciativas para unificar empresários e o poder público em busca da solução dos problemas enfrentados pelo segmento, principalmente no que diz respeito à área da inovação tecnológica.</p>
<p>Vale observar que a cooperação entre micro e pequenos empresários, poder público e universidades já tem registrado grandes feitos no país. Destaque para as incubadoras de empresas de alta tecnologia. Em São Carlos, por exemplo, florescem dezenas de MPEs de alta tecnologia. Uma delas está produzindo VANTs, aviões não-tripulados para controle de fronteiras e de desmatamento. Outra se transformou em líder mundial na produção de determinado equipamento ótico. Em outros países, como Itália, Espanha e Israel, incubadoras tripartites do gênero lideram a inovação e a geração de empregos de alta qualificação.</p>
<p>Agora, deputados e senadores também contribuem com esse movimento. O Congresso se prepara para votar ajustes no Simples que vão melhorar a vida dos micros e pequenos empresários. Terá papel importante a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, com a principal finalidade de elevar de R$240 mil para R$360 mil o limite da receita bruta anual das microempresas para inclusão no Simples. As pequenas empresas e o empreendedor individual também serão beneficiados, com aumento do limite de R$2,4 milhões para R$3,6 milhões e de R$36 mil para R$48 mil, respectivamente.</p>
<p>Muitos falam nas MPEs e elas são tema constante dos debates (e das promessas) eleitorais. Mas a criação do Ministério das Micro e Pequenas Empresas é o primeiro reconhecimento definitivo de que as micro e pequenas empresas são a vanguarda da geração de empregos e de renda no país. E constitui elemento fundamental para a constituição de uma política pública clara em apoio aos micro e pequenos empreendimentos, de forma a reduzir sua mortalidade nos primeiros anos de luta.</p>
<p><em>*Cândido Vaccarezza é deputado federal (PT-SP) e líder do governo da Câmara. Artigo originalmente publicado em O Globo, edição de segunda-feira, 21 de março de 2011. </em></p>
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		<title>Fevereiro registra recorde de empregos criados no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram criados mais de 280 mil empregos, resultado 34,08% superior que o recorde anterior. Setor de Serviços registrou melhor resultado da história.
 <a href="http://vaccarezza.com.br/fevereiro-registra-recorde-de-empregos-criados-no-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DHTCALI0O2PCA250B8ZCANV07X3CA698HZ1CAO9X94ECAIYHRKGCAWW1DLLCAMU1IYPCA8F3LUCCAFLF1C4CA0E5AL1CACKWPNACA7V5PUQCAE2NGJWCAA2HLPGCAMYROO3CA07F1I9CADT3KWI.jpeg" rel="lightbox[16727]"><img class="alignright size-full wp-image-16738" title="carteira de trabalho" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DHTCALI0O2PCA250B8ZCANV07X3CA698HZ1CAO9X94ECAIYHRKGCAWW1DLLCAMU1IYPCA8F3LUCCAFLF1C4CA0E5AL1CACKWPNACA7V5PUQCAE2NGJWCAA2HLPGCAMYROO3CA07F1I9CADT3KWI.jpeg" alt=" Fevereiro registra recorde de empregos criados no Brasil" width="150" height="109" /></a><em>Mais de 280 mil novos empregos com carteira assinada foram criados no período, resultado 34,08% superior que o recorde anterior. </em></p>
<p><em>Setor de Serviços registrou melhor resultado da história</em></p>
<p>Em fevereiro foram criados 280.799 novos empregos com carteira assinada no Brasil, número recorde para o período. O resultado é 34,08% superior ao melhor desempenho registrado na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ocorrido em fevereiro de 2010, quando foram gerados 209.425 postos. Os dados foram anunciados nesta terça-feira, 15 de fevereiro, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.</p>
<p>O setor de Serviços registrou saldo recorde para todos os meses da série histórica do Caged, com a geração de 134.342 empregos celetistas. O setor Extrativo Mineral, com a geração de 1.713 postos, registrou desempenho inédito em fevereiro. A Indústria de Transformação, com 60.098 novos postos, e a Construção Civil, com 30.701, registraram seus segundos melhores resultados para o mês.</p>
<p>A expansão de empregos foi generalizada também entre os 25 subsetores de atividade econômica, com dez registrando recordes e quatro o segundo melhor desempenho para o mês.</p>
<p>Todas as cinco regiões brasileiras tiveram saldo recorde em fevereiro, sendo a geração de empregos puxada pelo Sudeste, que abriu 165.523 postos. Em termos relativos, o maior crescimento foi registrado no Centro-Oeste, com elevação de 1,21% no estoque de trabalhadores com carteira assinada. Entre as 27 Unidades da Federação, quinze mostraram saldos recordes e quatro apontaram o segundo melhor resultado para o período.</p>
<p><strong>Bimestre </strong>- O número de trabalhadores com carteira assinada também bateu recorde no primeiro bimestre de 2011, com a geração de 448.742 postos de trabalho formal, equivalente ao crescimento de 1,25% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010. O total já incorpora as informações declaradas fora do prazo relativas ao mês de janeiro de 2011. Nos últimos 12 meses, o montante de empregos gerados atingiu 2.523.029 postos de trabalho, correspondendo ao aumento de 7,45%.</p>
<p>O número de admissões e desligamentos do último mês também foram os maiores registrados na série histórica para o período, totalizando 1.797.217 e 1.516.418, respectivamente.</p>
<p><em>Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego</em></p>
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		<title>Emprego e renda em crescimento mostram país no rumo certo</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/emprego-e-renda-em-crescimento-mostram-pais-no-rumo-certo/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 19:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em janeiro, a criação de empregos foi a segunda maior desde 1992. Já a renda do trabalhador foi a mais elevada desde 2002. <a href="http://vaccarezza.com.br/emprego-e-renda-em-crescimento-mostram-pais-no-rumo-certo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16329" class="wp-caption alignleft" style="width: 271px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpg" rel="lightbox[16328]"><img class="size-full wp-image-16329" title="images" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/02/images.jpg" alt="images Emprego e renda em crescimento mostram país no rumo certo" width="261" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Operários, tela de Tarsila do Amaral pintada em 1933</p></div>
<p>Janeiro deste ano registrou o segundo melhor resultado para o mês na criação de empregos desde 1992. Ao todo, o Brasil gerou 152.091 postos de trabalho formal no primeiro mês de 2011, número superado apenas pelo de 2010, quando foram criadas 181.418 vagas com carteira assinada.  Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho.</p>
<p>Os setores que mais contribuíram para o saldo positivo foram os de serviços (71.231), da indústria de transformação (53.207) e da construção civil (33.358).</p>
<p>Também em janeiro deste ano, o rendimento médio real dos trabalhadores atingiu R$ 1.538,30 nas seis principais regiões metropolitanas do País, o valor mais elevado para o mês desde 2002, quando foi iniciada a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.  A alta foi de 0,5% na relação com dezembro último e de 5,3% na comparação com janeiro de 2010.</p>
<p>Os números mostram que o Brasil está no rumo certo, afirma o líder do Governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza. O governo do PT e partidos aliados, iniciado em 2003 com o presidente Lula, continua a promover o desenvolvimento econômico com distribuição de renda na gestão da presidenta Dilma. E a criar empregos com carteira assinada, destaca Vaccarezza.</p>
<p><strong>Desemprego tem menor taxa para janeiro em 8 anos</strong><br />
A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 6,1% em janeiro, ante 5,3% em dezembro. O resultado é o menor para meses de janeiro desde 2003. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego em janeiro deste ano também ficou bem abaixo da apurada em janeiro de 2010, quando atingiu 7,2%.</p>
<p>O aumento da taxa de desemprego de dezembro para janeiro representa a dispensa de trabalhadores temporários costumeiramente contratados no último trimestre de cada ano, segundo o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, Cimar Azeredo. “Isso sempre acontece, este aumento da taxa de desocupação em janeiro. É um fato sazonal e esperado no mercado”, afirmou ele.</p>
<p>Azeredo lembrou que, nos últimos meses de cada ano, sempre ocorre um aumento no número de trabalhadores temporários, para atender o mercado interno mais aquecido do período. Mas, nos primeiros meses de cada ano, esses trabalhadores temporários são dispensados, e entram novamente no mercado de trabalho para buscar emprego, elevando assim a taxa de desemprego. “Mas o que é preciso ver é que, na comparação com os meses de janeiro da série histórica, esta (a taxa de janeiro de 2011) é a menor taxa de desocupação da série”, observou. “Este janeiro é melhor do que o mês de janeiro do ano passado, o que representa uma continuidade daquela trajetória de redução da população desocupada, descontado efeitos sazonais”, completou.</p>
<p><strong>População ocupada</strong><br />
Ainda segundo o IBGE, a população ocupada nas seis principais regiões metropolitanas do País foi de 22,08 milhões de pessoas em janeiro deste ano. Isso representa uma queda de 1,6% ante dezembro do ano passado, mas uma alta de 2,2% ante janeiro de 2010.</p>
<p>Já a população desocupada, ou seja, sem emprego, foi de 1,423 milhão de pessoas em janeiro deste ano, o que representa uma alta de 13,7% na comparação com dezembro do ano passado e recuo de 15,6% ante janeiro de 2010.</p>
<p>Ainda segundo o instituto, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 10,474 milhões de pessoas em janeiro deste ano. É uma estabilidade ante dezembro de 2010 e uma elevação de 6,6% ante janeiro de 2010.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com agências noticiosas</em></p>
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		<title>Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 17:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A taxa em 2010 foi a menor registrada pelo IBGE. Vaccarezza destaca que, em 2003, início do governo Lula, o índice era de 12,4%. Em 2010, último ano do governo Lula, ficou em 6,7%, o menor dos últimos 8 anos. Na mesma comparação, o rendimento médio do trabalhador cresceu 19%. <a href="http://vaccarezza.com.br/queda-do-desemprego-nos-ultimos-8-anos-mostra-acerto-das-politicas-implantadas-por-lula/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15801" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/01/fotoh-edit1.jpg" rel="lightbox[15799]"><img class="size-medium wp-image-15801" title="fotoh edit1" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/01/fotoh-edit1-300x228.jpg" alt="fotoh edit1 300x228  Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula" width="300" height="228" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza: Queda do desemprego nos últimos 8 anos mostra acerto das políticas implantadas por Lula - Foto: Salu Parente</p></div>
<p>O índice de desemprego em dezembro, de 5,3%, é o menor desde 2002. E o do ano de 2010 também é o menor da série histórica registrada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – e ficou em 6,7%. Para o deputado Cândido Vaccarezza, líder do Governo na Câmara dos Deputados, é mais um dado a reafirmar que as políticas adotadas pelo governo do presidente Lula, do PT e dos partidos aliados foram acertadas e abriram um novo ciclo de desenvolvimento no país, desta vez com distribuição de renda e com criação de empregos. E ressalta: no primeiro ano do governo Lula, em 2003, a taxa média de desocupação era de 12,4%.</p>
<p>Vaccarezza destaca ainda outro ponto nos números divulgados na última semana de janeiro pelo IBGE: O ano de 2010 apresentou a maior média do rendimento médio mensal habitual desde 2003 – R$ 1.490,61 – o que representou um ganho de 3,8% em relação a 2009 e de 19% em relação a 2003.</p>
<p><strong>Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE</strong><br />
A Pesquisa de Emprego do IBGE é calculada mensalmente com base em dados das seguintes regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Para isso, cerca de 400 servidores do Instituto visitam aproximadamente 44 mil domicílios.</p>
<p>De acordo com o IBGE, em 2010, o número de pessoas ocupadas somou 22 milhões, 3,5% a mais do que em 2009. Também o número de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu recorde no ano passado. Foram 10,2 milhões de pessoas, em média, ou seja, 46,3% do total de pessoas ocupadas. Em 2009, a proporção de trabalhadores formais no universo de pessoas ocupadas era de 44,7%.</p>
<p>Na comparação dezembro de 2010 com dezembro de 2009, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado cresceu 8,1%.</p>
<p><strong>Desocupação no país é uma das mais baixas</strong></p>
<p><em>Por Cassia Almeida &#8211; O Globo em 28/01/2011<br />
</em></p>
<p><em> </em>O Brasil fechou o ano passado com uma taxa de desemprego das mais baixas numa comparação com 37 países, feita pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini. Pelo estudo, a maioria dos países da Zona do Euro ainda ostenta desemprego superior a 2010. Na região, o desemprego atingiu 10% dos trabalhadores. Em 2009, estava em 9,4%. Já na América Latina e Caribe, o movimento foi inverso. A taxa de desemprego passou de 8,2% para 7,6%:</p>
<p>- Muitos países da América Latina reduziram o desemprego a reboque do Brasil. Vimos isso na Argentina (a taxa caiu de 8,7% para 7,8%), no Paraguai (de 8,2% para 7,8%), no Uruguai (7,7% para 7,1%). Foi a força da economia brasileira no ano passado que se refletiu nos vizinhos.</p>
<p>O ranking do desemprego é liderado pela Espanha, onde 20% da força de trabalho está à procura de uma ocupação. Agostini afirma que os países com crises fiscais são os que apresentam as maiores taxas. Não por acaso, Irlanda ocupa o terceiro lugar no ranking, com desemprego de 13,5%. Em 2009, a taxa ficara em 11,9%. Em Portugal, situação semelhante. A taxa de desocupação saiu de 9,6% para 10,9%.</p>
<p>- A questão crítica do desemprego ainda está na Europa com níveis de desemprego historicamente elevados.</p>
<p>Desemprego nos EUA subiu de 9,3% para 9,7%</p>
<p>Nos Estados Unidos, a falta de vagas fez a taxa subir de 9,3% em 2009 para 9,7% em 2010. Taxa bastante alta quando a comparação é feita com 2007, quando o desemprego atingia menos da metade da força de trabalho americana. Naquele ano, a taxa ficara em 4,6%.</p>
<p>- O Brasil está a um passo à frente no emprego. O mercado de trabalho fortalece a demanda doméstica e o país não fica tão refém da recuperação do setor externo para manter a atividade econômica aquecida.</p>
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		<title>Novo recorde na criação de empregos: País gera mais de 2,5 milhões em 2010</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 19:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O resultado é inédito na história do país. Ao longo do governo Lula foram criados 15 milhões de novos postos de trabalho, segundo dados do CAGED e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).  <a href="http://vaccarezza.com.br/novo-recorde-na-criacao-de-empregos-pais-gera-mais-de-25-milhoes-em-2010/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Do Blog do Planalto</em></p>
<p>Dados do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta terça-feira, 18 de janeiro, mostra que a geração de empregos no Brasil fechou 2010 com novos 2.524.678 trabalhadores com carteira assinada. O resultado é inédito na história do país. Ao longo do governo Lula foram criados 15 milhões de novos postos de trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Os dados foram anunciados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, na sede do Ministério, em Brasília, ao prevê que em 2011 serão criados três milhões de empregos.</p>
<p>“Em boa parte de 2009 a economia ficou parada. Voltamos a crescer em 2010 com uma retomada muito forte, por isso a comparação com 2009 é favorável. A crise freou a economia e o pós-crise revelou um ritmo muito rápido de recuperação do Brasil. Para confirmar, basta comparar nosso crescimento com Europa e EUA, onde a recuperação da crise foi bem mais lenta. Além disso, o potencial de investimentos em nosso país é muito grande e isso promoveu a geração vigorosa de empregos. O Estado, aliás, tem se mostrado a locomotiva desse crescimento”, analisa o ministro.</p>
<p>Em 2010, foi registrado crescimento em quatro dos cinco setores da atividade econômica: Serviços, 1.008.595 postos; Comércio: 601.846 postos; Indústria de Transformação, 536.070; Construção Civil, 329.195. A Agricultura foi o único setor a encerrar o ano com saldo negativo: 2.580 postos fechados.</p>
<p>“Os setores que mais crescem e vão continuar crescendo são os de Serviços, Comércio e Construção Civil. Vamos continuar investindo porque o investimento gera empregos. A renda vai continuar crescendo acima da inflação. O resultado da RAIS 2010, mais para o meio do ano, será maior do que o de 2009, com aproximadamente 3 milhões de empregos formais, já que somam-se a estes 2,5 milhões os novos postos de trabalho criados no Serviço Público, que não entram no Caged”, diz Lupi.</p>
<p>O levantamento por nível geográfico revela expansão do emprego em todas as grandes regiões e unidades da federação. O Sudeste – por exemplo – lidera com 1.276.903 postos e recorde em 3 estados; seguido pelo Nordeste, com 488.561 postos e recorde em 8 dos 9 estados; em terceiro lugar o Sul, com 444.713 postos e recorde em todos os estados; o Centro-Oeste com 178.242 postos e recorde em um estado; e o Norte, com 136.259 postos e recorde em um estado.</p>
<p>O ministro Lupi se mostra otimista quanto ao crescimento do mercado de trabalho no Brasil em 2011. “O Brasil tem muito a se desenvolver. O mercado está crescendo e por isso a circulação de mão-de-obra é maior. Temos o ‘PAC 2′, o ‘Minha Casa, Minha Vida’, as Olimpíadas e a Copa, que contribuirão para seguirmos avançando. Vamos gerar três milhões de novos empregos formais em 2011. O controle da inflação e a economia crescendo justificam este avanço. O Brasil tem 10 anos de crescimento, geração de emprego e renda”, prevê Lupi.</p>
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		<title>Lula se despede do povo com balanço de governo e pedido de apoio a Dilma</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 17:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lula: "O apoio a Dilma também significa cobrar, na hora certa, como vocês souberam me cobrar". Pediu que não perguntem sobre o seu futuro, mas sim “pelo futuro do Brasil” e afirmou que sua felicidade estará sempre ligada à felicidade do povo. <a href="http://vaccarezza.com.br/lula-se-despede-do-povo-com-balanco-de-governo-e-pedido-de-apoio-a-dilma/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_15461" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/12/m101224085116luladespedida.jpg" rel="lightbox[15460]"><img src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/12/m101224085116luladespedida.jpg" alt="m101224085116luladespedida Lula se despede do povo com balanço de governo e pedido de apoio a Dilma" title="m101224085116luladespedida" width="200" height="200" class="size-full wp-image-15461" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente do Brasil 2003-2010 - Foto: Ricardo Stuckert</p></div>Com o pedido de apoio à presidente eleita, Dilma Rousseff, “em todos os momentos”, o presidente Lula fez uma prestação de contas à Nação em seu último pronunciamento transmitido na noite de sexta-feira, 23 de dezembro, em cadeia nacional de rádio e televisão. O apoio a Dilma, disse, “também significa cobrar, na hora certa, como vocês souberam me cobrar”. Ele pediu ainda que os cidadãos não perguntem sobre o seu futuro, mas sim “pelo futuro do Brasil” e afirmou que sua felicidade estará sempre ligada à felicidade do povo.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6X7YNcOM3Rw&#038;feature=player_embedded#!">Clique aqui para assistir a íntegra do pronunciamento</a></p>
<p>“Saio do governo para viver a vida das ruas. Homem do povo que sempre fui, serei mais povo do que nunca, sem renegar o meu destino e jamais fugir à luta. Não me perguntem sobre o meu futuro, porque vocês já me deram um grande presente. Perguntem, sim, pelo futuro do Brasil! E acreditem nele. Porque temos motivos de sobra para isso. Minha felicidade estará sempre ligada à felicidade do meu povo. Onde houver um brasileiro sofrendo, quero estar espiritualmente ao seu lado. Onde houver uma mãe e um pai com desesperança quero que minha lembrança lhes traga um pouco de conforto. Onde houver um jovem que queira sonhar grande, peço-lhe que olhe a minha história e veja que na vida nada é impossível.”</p>
<p>Nesta última parte da fala &#8212; com duração de quase 11 minutos &#8212; o presidente se dedicou a agradecer “a vocês por terem me ensinado muitas lições. E por terem me fortalecido nas horas difíceis e ampliado minha alegria nas horas alegres”. “Vivi no coração do povo e nele quero continuar vivendo até o último dos meus dias. Mais que nunca, sou um homem de uma só causa e esta causa se chama Brasil! Um feliz Natal e próspero Ano Novo a todos vocês e muito obrigado por tudo”, concluiu.</p>
<p>Lula iniciou o pronunciamento lembrando que deixará a Presidência da República dentro dos próximos dias. Para ele, os últimos oito anos “foram oito anos de luta, desafios e muitas conquistas. Mas, acima de tudo, de amor e de esperança no Brasil e no povo brasileiro”. E prosseguiu:”Com muita alegria, vou transmitir o cargo à companheira Dilma Rousseff, consagrada nas urnas em uma eleição livre, transparente e democrática. Um rito rotineiro neste país que já se firmou como uma das maiores democracias do mundo.</p>
<p><strong>A seguir, os principais trechos do pronunciamento oficial do presidente Lula:</p>
<p>Transmissão da faixa Presidencial.</strong><br />
“É profundamente simbólico que a faixa Presidencial passe das mãos do primeiro operário presidente para as mãos da primeira mulher presidenta. Será um marco no belo caminho que nosso povo vem construindo para fazer do brasil, se deus quiser, um dos países mais igualitários do mundo. País que já realizou parte do sonho dos seus filhos. Mas que pode e fará muito mais para que este sonho tenha a grandeza que o brasileiro quer e merece.”</p>
<p><strong>Autoestima da população.</strong><br />
“Hoje, cada brasileiro – e brasileira &#8212; acredita mais no seu país e em si mesmo. Trata-se de uma conquista coletiva de todos nós. Se algum mérito tive, foi o de haver semeado sonho e esperança. Meu sonho e minha esperança vêm das profundezas da alma popular &#8212; do berço pobre que tive e da certeza que, com luta, coragem e trabalho, a gente supera qualquer dificuldade. E quando uma pessoa do povo consegue vencer as dificuldades gigantescas que a vida lhe impõe, nada mais consegue aniquilar o seu sonho, nem sua capacidade de superar desafios. E quando um país como o Brasil, cuja maior força está na alma e na energia popular, passa a acreditar em si mesmo, nada, absolutamente nada, detém sua marcha inexorável para a vitória. Foi com esta energia no peito que nós, brasileiros e brasileiras, afugentamos a onda de fracasso que pairava sobre o país quando assumimos o governo. Agora, estamos provando ao mundo &#8212; e a nós mesmos &#8212; que o brasil tem um encontro marcado com o sucesso.”</p>
<p><strong>Resultados do governo.</strong><br />
“Se governei bem, foi porque antes de me sentir presidente, me senti sempre, um brasileiro comum que tinha que superar as suas dores, vencer os preconceitos e não fracassar. Se governei bem, foi porque antes de me sentir um chefe de estado, me senti sempre um chefe de família, que sabia das dificuldades dos seus irmãos para colocar comida na mesa, para dar escola para seus filhos, para chegar em casa, todas as noites, a salvo dos perigos e da violência. Se governamos bem, foi, principalmente, porque conseguimos nos livrar da maldição elitista que fazia com que os dirigentes políticos deste grande país governassem apenas para um terço da população. E se esquecessem da maioria do seu povo, que parecia condenada à miséria e ao abandono eternos. Mostramos que é possível e necessário governar para todos &#8212; e quando isso se realiza o grande ganhador é o país.”</p>
<p><strong>O crescimento econômico e social.</strong><br />
“O Brasil venceu o desafio de crescer econômica e socialmente e provou que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. Construímos, juntos, um projeto de nação baseado no desenvolvimento com inclusão social, na democracia com liberdade plena e na inserção soberana do brasil no mundo. Fortalecemos a economia sem enfraquecer o social; ampliamos a participação popular sem ferir as instituições; diminuímos a desigualdade sem gerar conflito de classes; e imprimimos uma nova dinâmica política, econômica e social ao país, sem comprometer uma sequer das liberdades democráticas. Ao receber ajuda e apoio, o nosso povo deu uma resposta dinâmica e produtiva, trabalhando com entusiasmo e consumindo com responsabilidade, ajudando a formar uma das economias mais sólidas e um dos mercados internos mais vigorosos do mundo. Em suma : governo e sociedade trabalharam sempre juntos, com união, equilíbrio, participação e espírito democrático.”</p>
<p><strong>O Brasil das grandes obras.</strong><br />
“O Brasil demonstra, hoje, sua pujança em obras e projetos que estão entre os maiores do mundo e vão mudar o curso da nossa história. Me refiro às obras das hidrelétricas de Jirau, Santo Antônio e Belo Monte; às refinarias de Pernambuco, Rio de Janeiro, Maranhão e Ceará; às estradas que vão abrir rotas inéditas e estratégicas, como as ligações com o Pacífico e o Caribe; e às ferrovias Norte-Sul, Transnordestina e Oeste-Leste, além do projeto, em licitação, do trem de alta velocidade, que vai ligar São Paulo ao Rio. Também estamos fazendo os maiores investimentos mundiais no setor de petróleo, principalmente a partir da descoberta do Pré-sal, que é o nosso passaporte para o futuro. Ele vai gerar milhões de empregos e uma riqueza que será, obrigatoriamente, aplicada no combate à pobreza, na saúde, na educação, na cultura, na ciência e tecnologia e na defesa do meio ambiente.”</p>
<p>“Estamos, ainda, realizando um dos maiores projetos de combate à seca do mundo: a transposição das águas do São Francisco, que irá matar a sede e diminuir a pobreza de milhões e milhões de nordestinos. Ao mesmo tempo em que realiza grandes obras, o Brasil, acima de tudo, cuida das pessoas &#8211; em especial das pessoas mais pobres.”</p>
<p><strong>Programas de transferência de renda.</strong><br />
“Temos, hoje, os maiores e mais modernos programas de transferência de renda, segurança alimentar e assistência social do mundo. Entre eles, o Bolsa Família, que beneficia quase 13 milhões de famílias pobres e é aplaudido e imitado mundo afora. Nosso modelo de governo também permitiu que o salário mínimo tivesse ganho real de 67% e a oferta de crédito alcançasse 48% do PIB em 2010, um recorde histórico. O investimento em agricultura familiar cresceu oito vezes e assentamos 600 mil famílias &#8212; metade de todos os assentamentos realizados no brasil até hoje.”</p>
<p><strong>Luz para Todos.</strong><br />
“Com o Luz para Todos levamos energia elétrica a 2 milhões e 600 mil pequenas propriedades. E, através do minha casa minha vida, estamos construindo 1 milhão de moradias, e as famílias que recebem até 3 salários mínimos serão as mais beneficiadas. Na área da saúde, tivemos vários avanços como o SAMU, o Brasil Sorridente e as Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, que estão sendo construídas Brasil a fora.”</p>
<p>“Triplicamos o investimento em educação, elevando a qualidade do ensino em todos os níveis. Inaguramos 214 escolas tecnicas federais, mais do que foi feito em 100 anos. E implantamos 14 novas universidades e 126 novas extensões universitárias em todas as regiões do país. O PROUNI beneficiou 750 mil jovens de baixa renda, com bolsas universitárias.”</p>
<p><strong>O Brasil mudou de patamar.</strong><br />
“Temos, quase US$ 300 bilhões de reservas internacionais próprias &#8212; dez vezes mais do que tínhamos no início do nosso governo. Nossa taxa média anual de crescimento dobrou. Agora, em 2010, por exemplo, vamos ter um crescimento recorde de quase oito por cento &#8212; um dos maiores do mundo.”</p>
<p>“E outras quatro grandes conquistas provam, com força simbólica e concreta, que nosso país mudou de patamar. E também mudou de atitude. Geramos 15 milhões de empregos, um recorde histórico, e hoje começamos a viver um ciclo de pleno emprego. Promovemos a maior ascensão social de todos os tempos, retirando 28 milhões de pessoas da linha da pobreza e fazendo com que 36 milhões entrassem na classe média. Zeramos nossa dívida com o Fundo Monetário Internacional e agora é o Brasil que empresta dinheiro ao FMI. E, ao mesmo tempo, reduzimos como nunca o desmatamento na Amazônia.”</p>
<p><strong>A fé em três fundamentos.</strong><br />
“A minha maior felicidade é saber que vamos ampliar todas estas conquistas. Minha fé se alicerça em três fundamentos: as riquezas do Brasil, a força do seu povo e a competência da presidenta Dilma. Ela conhece, como ninguém, o que foi feito e como fazer mais e melhor. Tenho certeza de que Dilma será uma presidenta à altura deste novo Brasil, que respeita seu povo e é respeitado pelo mundo. Este país que, depois de produzir seguidos espetáculos de crescimento e inclusão, vai sediar os dois maiores eventos do planeta: a Copa do Mundo e as Olimpíadas.”</p>
<p>“Este país que reduziu a desigualdade entre as pessoas e entre as regiões e vai seguir reduzindo-a muito mais. Este país que descobriu que não há maior conquista do que recuperar a autoestima do seu povo.”</p>
<p><em>Do Portal do PT</em></p>
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		<title>Com Lula, Brasil cria mais empregos que governos FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 18:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vaccarezza destaca que o presidente Lula trata com responsabilidade as questões econômicas e sociais. E que as políticas implantadas a partir de 2003 transformaram o Brasil num país mais forte, mais estruturado e mais preparado para enfrentar o desafio de desenvolver a economia e melhorar a vida do povo brasileiro. <a href="http://vaccarezza.com.br/com-lula-brasil-cria-mais-empregos-que-governos-fhc-itamar-collor-e-sarney-juntos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14894" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/11/FOTOJ1.jpg" rel="lightbox[14893]"><img class="size-medium wp-image-14894" title="FOTOJ" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2010/11/FOTOJ1-300x204.jpg" alt="FOTOJ1 300x204 Com Lula, Brasil cria mais empregos que governos FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Vaccarezza conversa com o presidente Lula</p></div>
<p>No último mês de outubro, a economia brasileira gerou 204.804 vagas de emprego com carteira assinada. Com esse resultado, sobe para 2,406 milhões o número de postos de trabalho formal criados em 2010, um recorde histórico para apenas dez meses. E o total de empregos gerados nos sete anos e dez meses do governo Lula chega a quase 15 milhões ou, mais precisamente, 14.929.843. Um número também recorde.</p>
<p>Vaccarezza, líder do governo na Câmara dos Deputados, lembra que, desde a posse, o presidente Lula tratou com responsabilidade as questões econômicas e sociais. E que as políticas implantadas a partir de 2003 transformaram o Brasil num país mais forte, mais estruturado e mais preparado para enfrentar o desafio de desenvolver a economia e melhorar a vida do povo brasileiro.</p>
<p>O Portal R7 fez as contas sobre a criação de empregos no Brasil a partir da redemocratização, a partir da volta dos presidentes eleitos, e concluiu: na era Lula, o país criou mais empregos que os governos Fernando Henrique Cardoso, Itamar Franco, Fernando Collor e José Sarney juntos.</p>
<p>Veja matéria abaixo:</p>
<p><strong>Era Lula cria mais empregos que governos FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos<br />
</strong><em>Por Gustavo Gantois e Mariana Londres – Portal R7 </em></p>
<p>Há oito anos, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para seu primeiro mandato, as pesquisas de opinião mostraram que o desemprego e a fome eram as maiores preocupações dos brasileiros. Chegando ao fim do governo mais popular da história recente, um novo levantamento, feito em setembro pelo instituto Datafolha, mostrou que os dois maiores tormentos agora são a saúde e a segurança.</p>
<p>Sinal dos tempos, a campanha presidencial de 2010 quase deixou o tema emprego passar em branco. Enquanto o Lula candidato prometia a geração de 10 milhões de vagas formais, a presidente eleita, Dilma Rousseff, fez questão de não fixar qualquer meta. Segundo o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, que participou do programa de governo de Dilma na área, a ausência foi proposital.</p>
<p>- Ela não precisou e nem precisa prometer porque já está fazendo. O governo da Dilma é o da continuidade.</p>
<p>De acordo com a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), que registra todas as contratações e demissões de empregados regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pelo regime estatutário, dos servidores públicos, além dos trabalhadores temporários e avulsos, a expansão durante o governo Lula é incontestável. De 2003 até outubro de 2010 foram criados 14.929.843 empregos. Isso dá a Lula uma média de 1,8 milhão de postos de trabalho por cada ano de seu governo.</p>
<p>A comparação com os governos anteriores é quase injusta. Fernando Henrique Cardoso criou 5.016.672 empregos em seus oito anos de mandato, uma média de 627 mil. Itamar Franco, que governou de 1993 a 1994, gerou 1.394.398 postos – média de 697 mil. José Sarney, em seus cinco anos como presidente, criou 3.994.437 empregos, marcando a segunda melhor média (998 mil) dos últimos 30 anos. Fernando Collor, por sua vez, deixou o governo com a extinção de mais de 2,2 milhões de postos de trabalho.</p>
<p>Os 14,9 milhões de empregos gerados nos oito anos do governo Lula até outubro deste ano, portanto, superam a soma dos empregos gerados nos governos FHC, Itamar, e Sarney, que juntos são 10,4 milhões em 15 anos. Isso sem contar com o fechamento de 2,2 milhões de vagas durante os três anos do governo Collor, o que daria um saldo de 8,2 milhões de empregos em 18 anos.</p>
<p><strong>Propostas de Dilma</strong><br />
Em seu programa de governo, a presidente eleita afirma que vai trabalhar a questão do emprego em três frentes. A primeira, calcada na continuidade da geração, vem do seu próprio perfil de quem vê o Estado como grande indutor do crescimento econômico. Para isso, como argumenta Lupi, vai investir ainda mais em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do programa Minha Casa, Minha Vida, e, principalmente, em projetos da Petrobras estimados em R$ 250 bilhões até 2014 – outros R$ 462 bilhões estão previstos pós-2014.</p>
<p>- As ações estatais são a locomotiva do crescimento econômico e da geração de emprego. Há projetos gigantescos envolvendo o Comperj [Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro] que vão demandar investimentos em hotelaria, restaurantes e outros serviços. Isso tudo é emprego que não acaba mais.</p>
<p>A segunda frente de Dilma é a ampliação de cursos técnicos para todos os municípios com mais de 50 mil habitantes. Nesse ponto, os números estão a seu favor. Desde 2003, foram abertas 214 novas escolas profissionalizantes, com a oferta de 500 mil matrículas. Ainda nessa frente, há o programa Próximo Passo, que pretende qualificar, entre os beneficiários do Bolsa Família, 145 mil trabalhadores na área da construção civil e 25 mil na área de turismo e hotelaria.</p>
<p>O terceiro nicho de geração de empregos talvez seja o mais importante. De acordo com projeção do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os pequenos empresários serão responsáveis por quase 80% de todas as vagas criadas em 2010. Dilma afirma, em seu programa de governo, que fará políticas especiais tributárias, de crédito, qualificação profissional e suporte tecnológico para ampliar o setor.</p>
<p>Para o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Márcio Pochmann, tudo leva a crer que o caminho seja realmente esse. Apostar em milagres, como já foi comprovado pela história recente brasileira, não é saudável.</p>
<p>- Muito já foi feito no sentido de criar falsos processos de geração sustentável de emprego. Investir nas micro e pequenas empresas e, ao mesmo tempo, estimular o restante da economia por meio de ações estatais é uma saída viável. Mas não há melhor indicativo de sustentabilidade do que 28 milhões de brasileiros saindo da pobreza e tendo apoio do Estado para buscar um emprego digno.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com Portal R7 e agências noticiosas</em></p>
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		<title>O Brasil no rumo certo: salário médio tem o maior nível e três regiões metropolitanas atingem o pleno emprego</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 17:59:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>

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		<description><![CDATA[Vaccarezza: As políticas implantadas pelo governo Lula estão tornando nossa economia consistente, promovendo desenvolvimento econômico com distribuição de renda e redução das desigualdades. <a href="http://vaccarezza.com.br/o-brasil-no-rumo-certo-salario-medio-tem-o-maior-nivel-e-tres-regioes-metropolitanas-atingem-o-pleno-emprego/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O forte crescimento econômico deste ano fez com que a taxa de desemprego das seis principais regiões metropolitanas do país caísse ao menor nível em oito anos e ficasse em 6,2% em setembro. Em agosto, a taxa havia sido de 6,7%, recorde de baixa até então.</p>
<p>Nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, a taxa de desemprego atingiu um patamar considerado como de pleno emprego, quando a oferta cobre toda a procura por trabalho. Nesses locais, as taxas ficaram em 4,1%, 4,9% e 5,3% em setembro, respectivamente.</p>
<p>A expansão recorde do PIB em 2010 também provocou o aumento do rendimento médio do trabalhador, que subiu 1,3% em relação a agosto e chegou a R$ 1.499, maior marca desde o início da pesquisa do IBGE, em março de 2002.</p>
<p>As políticas implantadas no Brasil pelo governo do presidente Lula estão tornando nossa economia consistente, promovendo o desenvolvimento econômico com distribuição de renda e redução das desigualdades entre as pessoas e as regiões, destaca o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza.</p>
<p>De agosto para setembro, foram abertas 147 mil vagas &#8211; alta de 0,7%. Já o contingente de desocupados caiu 120 mil &#8211; ou 7,5%. Com isso, o total de pessoas desempregadas atingiu 1,480 milhão nas seis regiões pesquisadas, também no menor nível da série histórica da pesquisa.</p>
<p>“Houve um aumento expressivo da ocupação. Isso permitiu que todos que procuraram emprego se ocupassem, o que levou à queda da taxa de desemprego”, declarou Cimar Azeredo Pereira, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.</p>
<p>Até então, prevalecia a saída de pessoas do mercado de trabalho como fator preponderante para a redução da taxa de desemprego. O cenário mudou e o emprego voltou a se acelerar com mais força em setembro.</p>
<p>Foi a primeira vez que Belo Horizonte ficou abaixo dos 5%. Em Porto Alegre, a taxa é inferior a esse percentual desde maio. Já o Rio teve a sua mais baixa marca da série histórica do IBGE, iniciada em março de 2002.</p>
<p>Não há uma definição padrão, mas muitos economistas consideram que taxas próximas a 5% significam pleno emprego. Isso porque sempre existe o chamado desemprego natural.</p>
<p>É que persiste uma assimetria do mercado, pela qual as vagas oferecidas nem sempre se encaixam ao perfil de quem as procura. Além disso, há pessoas que estão buscando o emprego ideal e não se ocupam até encontrá-lo.</p>
<p>Porto Alegre já vivia uma realidade melhor há mais tempo &#8211; em setembro, a ocupação cresceu 1% ante agosto, enquanto o número de desempregados caiu 8%.<br />
Rio e Belo Horizonte avançaram mais recentemente e não registraram indicadores tão bons em setembro.</p>
<p>No Rio, o total de empregados caiu 0,4% em relação a agosto. Já o de desocupados teve queda maior: 8%. Em Belo Horizonte, a ocupação subiu 0,2%, ao passo que o contingente de desempregados recuou 7,7%.</p>
<p><em>Assessoria do deputado Cândido Vaccarezza com informações da Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Desemprego em setembro fica em 6,2%, o menor desde 2002, diz IBGE</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 12:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[criação de empregos]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias da Presidência]]></category>
		<category><![CDATA[rendimento médio do trabalhador]]></category>

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		<description><![CDATA[O rendimento médio real dos trabalhadores também cresceu. Em setembro estava em R$ 1.499,00. Subiu 1,3%  sobre agosto e 6,2% na comparação anual. <a href="http://vaccarezza.com.br/desemprego-em-setembro-fica-em-62-o-menor-desde-2002-diz-ibge/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Antes dessa, a menor taxa havia sido registrada no mês anterior.<br />
Salário dos trabalhadores cresceu 6,2% sobre setembro de 2009.<br />
</em></p>
<p><em>Do G1, em São Paulo </em></p>
<p>A taxa de desemprego ficou em 6,2% em setembro, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira, 21 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a menor, considerando todos os meses, desde março de 2002, quando teve início a série histórica do órgão. O menor resultado antes desse havia sido registrado em agosto deste ano, com taxa de 6,7%. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação havia ficado em 7,7%.</p>
<p>A população ocupada (22,3 milhões de pessoas) registrou crescimento de 0,7% em relação ao mês anterior, agosto, e 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A população desocupada (1,5 milhão) caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano. O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano.</p>
<p><strong>Salário</strong><br />
O rendimento médio real dos trabalhadores, que ficou em R$ 1.499,00 em setembro, cresceu 1,3%  sobre agosto e 6,2% na comparação anual.</p>
<p>Em todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em setembro, na comparação mensal, apresentou aumento: Recife (1,9%), Salvador (1,2%), Belo Horizonte (1,7%), Rio de Janeiro (2,7%), São Paulo (0,4%) e Porto Alegre (1,3%). Frente a setembro de 2009, igualmente, todas as regiões tiveram alta: Recife (13,5%), Salvador (5,9%), Belo Horizonte (11,4%), Rio de Janeiro (8,8%), São Paulo (3,1%) e Porto Alegre (7,5%).</p>
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