Uma das principais respostas do governo Lula à crise econômica internacional foi aumentar os investimentos públicos. Foram R$ 7,7 bilhões, nos cinco primeiros meses deste ano, apenas para as obras do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, um investimento 76% maior que no mesmo período de 2008.
O PAC incorpora um conjunto de obras que promovem o desenvolvimento estrutural do País e que criam empregos em todo o Brasil. E, com a crise, passou a ter um papel central na política anticíclica do governo federal. Lançado em 2007, o programa já tem concluídos 335 empreendimentos, sendo 186 no setor de energia, 133 no setor de logística e 16 no eixo social e urbano. Os números não incluem obras nas áreas de habitação e saneamento, que são monitoradas separadamente.
São mais de 4 mil quilômetros de rodovias concluídos. No setor de infraestrutura energética, os empreendimentos já finalizados totalizam a geração de 3,7 mil megawatts de energia. A rede de transmissão de energia foi aumentada em mais de 5 mil quilômetros de linhas.
A estimativa de investimento para o período 2007 / 2010 era de R$ 504 bilhões. Agora, esse valor foi redimensionado e o governo deverá investir nas ações e obras de infraestrutura um total de R$ 646 bilhões. Só no programa de construção de um milhão de moradias lançado no último mês de março, o Minha Casa, Minha Vida, serão aplicados R$ 60 bilhões, sendo R$ 28 bilhões em subsídios. Os investimentos da Petrobras saltaram de 1,3% para 1,7% do PIB, a soma de tudo o que se produz no País.
O PAC é um programa de um governo que se assume como indutor do desenvolvimento, da distribuição de renda e da criação de empregos, e que começou a ser executado antes mesmo da crise internacional do neoliberalismo. Isto mostra que o governo Lula tem planejamento, não improvisa. Que o governo Lula se preocupa em garantir recursos para que também o setor privado possa fazer investimentos.
É por isso que grande parte do mundo reconhece que o Brasil sairá mais cedo e mais forte desta crise. É por isso que o presidente Lula, mesmo na crise, mantém taxas de aprovação jamais registradas na história deste País.

