O Tempo
Brasília. A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, minimizou ontem, 3 de agosto, as notícias de que o candidato do PSDB, José Serra, irá provocá-la no debate de amanhã ao abordar temas delicados para deixá-la fora de controle, como questões sobre as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
Mas Dilma disse que não vai precisar tomar Lexotan – remédio usado para tratar ansiedade – e não irá cair nas provocações. “Vocês acreditam que o debate é um torneio de provocações? Eu não. Pra mim o debate é um momento de prestar contas do que se fez, porque só palavra não adianta nada. Tem que mostrar o que fez. Há uma diferença entre dizer e fazer. Eu não vou descer neste nível (da provocação)”.
Segundo Dilma, levar a campanha com o governo Lula de pano de fundo não é tarefa pesada. Ela lembrou que carregar “o outro governo” é mais difícil.
Arrecadação
Isolamento. O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou ontem que o pequeno valor da arrecadação de campanha de Serra mostra o isolamento do candidato.


Todo esse “embroglio” sobre o vazamento de dados da Receita, envolvendo politicos tucanos e outros, que SERRA tenta jogar sobre os marqueteiros de Dilma,cada vez mais se assemelha a outros tantos criados pelo proprio SERRA, nas proximidades de eleições. O PT estaria atento a essa manobras? Teria já adotado prov idencias internas para que não surjam de suas fileiras “aloprados” que facilitem tais ataques? . Outras tentativas de SERRA surgirão, até as vesperas da votação. Estariam os petistas alertados para isso?. Sou petista desde o início(fundaçao) e me preocupo com isso.