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	<title>Deputado Federal Vaccarezza do PT &#187; Notícias Politicas</title>
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	<description>Deputado Federal líder do governo Dilma na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza comunica os projetos sociais, leis e informações sobre política no Brasil</description>
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		<title>Pedro Serafim agradece recursos federais a Campinas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 19:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2011, foram destinados mais de R$ 150 milhões em recursos do governo federal a Campinas. <a href="http://vaccarezza.com.br/pedro-seraflm-agradece-recursos-federais-a-campinas/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2012/02/prefeito_deputado02022012.jpg" rel="lightbox[25471]"><img class="aligncenter size-large wp-image-25474" title="Prefeito Pedro Serafim e deputado Cândido Vaccarezza" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2012/02/prefeito_deputado02022012-500x330.jpg" alt="prefeito deputado02022012 500x330 Pedro Serafim agradece recursos federais a Campinas" width="500" height="330" /></a>O prefeito de Campinas (SP), Pedro Serafim, encontrou-se em Brasília com o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, para agradecer o apoio dado pelo governo federal ao município por meio de investimentos em programas sociais e obras de infraestrutura.</p>
<p>De acordo com o Siafi &#8211; Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, em 2011 foram destinados mais de R$ 150 mi em recursos do governo federal a Campinas. Deste valor, destaque para as áreas de reestruturação e atendimento à saúde (R$ 22 mi); apoio à alimentação escolar na educação, transporte escolar e formação de professores &#8211; por meio do Fundo Nacional de Educação (13,5 mi); infraestutura de esportes (R$ 30,7 mi) e obras de infraestrutura e saneamento (R$ 40 mi).</p>
<p>Vaccarezza garantiu ao prefeito que Campinas continuará recebendo recursos federais para investimentos e gastos sociais.</p>
<p>A população de Campinas pode conhecer os convênios firmados pelo município e o governo federal e também acompanhar as liberações dos repasses de verbas públicas no Portal Orçamento Brasil, da Câmara dos Deputados em <a href="http://bit.ly/OrcamentoBrasil" target="_blank">http://bit.ly/OrcamentoBrasil</a>.</p>
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		<title>Funpresp, Lei Geral a Copa e Código Florestal são prioridades do governo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vaccarezza trabalha com uma agenda ainda mais ambiciosa na volta dos trabalhos da Câmara: consolidar a coalizão de um governo que tem aprovação de 92% dos brasileiros <a href="http://vaccarezza.com.br/funpresp-lei-geral-a-copa-e-codigo-florestal-sao-prioridades-do-governo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional retoma os trabalhos com vários desafios pela frente. Concluir a votação do Fundo de Previdência dos Servidores Públicos (Funpresp), aprovar a Lei Geral da Copa e votar as alterações do Senado para o novo Código Florestal são prioridades para o governo nesse início de sessão legislativa.</p>
<p>Mas o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), trabalha com uma agenda ainda mais ambiciosa: consolidar a coalizão de um governo que tem aprovação de 92% dos brasileiros. &#8220;O governo deve aprovar novas medidas para proteger as empresas nacionais e estimular o crescimento, como fez em 2011, protegendo o mercado interno de estratégias desleais de comércio internacional e criando estímulos às exportações e à geração de empregos&#8221;, adianta o líder.</p>
<p>Vaccarezza explica que, já na próxima semana, a Câmara deve recomeçar a discussão do Projeto de Lei 1992/07, que institui o fundo de previdência complementar do servidor público federal (Funpresp). Segundo ele, há acordo com o DEM, o PSDB e o PPS para o encerramento do debate sem obstrução. “Queremos encerrar a discussão antes do Carnaval e votar”, sustentou.</p>
<p>De acordo com o líder, o projeto é prioritário para o governo porque “vai permitir que o Brasil não viva daqui a 30 anos os problemas que a França enfrenta hoje”. O substitutivo apresentado em dezembro no Plenário pelo relator, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), cria três fundos de previdência complementar para os futuros servidores públicos federais – um para o Executivo, outro para o Legislativo e mais um para o Judiciário.</p>
<p><strong>Facilidade</strong><br />
Pela proposta, os funcionários contratados após a entrada em funcionamento das novas instituições terão as aposentadorias equiparadas ao teto máximo do Regime Geral de Previdência: R$ 3.916,20. Enquanto patrocinador do fundo, o governo deverá contribuir com 8,5% sobre a parcela da base de contribuição que exceder esse teto. A alíquota do servidor será decidida por ele mesmo. Vaccarezza acredita que a proposta será aprovada com “relativa facilidade”.</p>
<p>Eleito novo líder da Minoria na Câmara, o deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) também acha que o projeto será aprovado facilmente, devido à grande maioria governista. “Com 85% dos votos da Casa, quando consegue uma ordem unida, o governo faz o que quer. Se o projeto for prioridade da Casa Civil, será colocado em votação e aprovado”, asseverou.</p>
<p><strong>Copa e Código Florestal</strong><br />
Outras prioridades do governo para este ano, que Vaccarezza espera ver votadas em março, são a Lei Geral da Copa (PL 2330/11) e as emendas do Senado ao novo Código Florestal (EMS 1876/99). Quanto ao último, o líder do governo disse que “deverá haver um grande acordo”. Já com relação à Lei da Copa, Vaccarezza afirmou que iria reunir-se ainda nesta terça-feira com o relator, deputado Vicente Candido (PT-SP), e que ainda nesta semana “o projeto vai ter andamento”.</p>
<p>Mendes Thame considera que o projeto de lei da Copa representa um “imenso retrocesso”. Em sua opinião, a proposta “rasga a Lei das Licitações (8.666/93)”, assim como a legislação que proíbe a venda de bebidas nos estádios.</p>
<p>“Muita gente pode não gostar dessa lei, mas ela funciona muito bem, e evitou muitas cabeças quebradas, muitas agressões”, defende.</p>
<p><strong>Royalties</strong><br />
Encerradas as votações dessas três propostas, o governo irá centrar esforços no debate sobre a distribuição dos royalties da exploração de petróleo (PL 2565/11), conforme Vaccarezza. “Esse ainda precisa ser discutido, e só será votado se houver um grande acordo”, afirmou.</p>
<p>Apesar de considerar a pauta do governo para o semestre “muito difícil”, o líder se disse otimista. Por várias vezes sustentou que o “clima” nas relações com a base é agora muito melhor que no final do ano passado.</p>
<p>(com informações da Agência Câmara)</p>
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		<title>Prouni já concedeu 1 milhão de bolsas de estudo em universidades particulares</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/prouni-ja-concedeu-1-milhao-de-bolsas-de-estudo-em-universidades-particulares/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[cerimônia]]></category>
		<category><![CDATA[ProUni]]></category>

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		<description><![CDATA[Na cerimônia em que foi celebrada a concessão de 1 milhão de bolsas do Prouni, a presidenta Dilma afirmou que o Enem é a forma mais democrática de acesso dos jovens ao ensino universitário. Segundo ela, o Enem também permite “a transformação e a deselitização” do ensino superior.  <a href="http://vaccarezza.com.br/prouni-ja-concedeu-1-milhao-de-bolsas-de-estudo-em-universidades-particulares/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidenta Dilma Rousseff disse hoje que o Programa Universidade para Todos (Prouni) é um instrumento de distribuição de renda no país. Na cerimônia em que foi celebrada a concessão de 1 milhão de bolsas do Prouni, a presidenta afirmou que o Enem é a forma mais democrática de acesso dos jovens ao ensino universitário. Segundo ela, o Enem também permite “a transformação e a deselitização” do ensino superior.</p>
<p>Após a cerimônia, em entrevista coletiva, a presidenta reiterou que o Enem deve ser aperfeiçoado, assim como o Prouni passou por adaptações e melhorias.</p>
<p>“Ninguém está dizendo que é perfeito, mas que é um grande caminho. A gente melhora aquilo que tem de melhorar. Mas o Enem é uma grande, talvez uma das maiores, iniciativas nessa área. Como eu faria o Ciência sem Fronteiras sem o Enem? Como eu faria o Prouni sem o Enem? Como seria o acesso mais democrático das pessoas a todas essas oportunidades que se abriram? Mantem aquele sistema antigo e antiquado de vestibular?”</p>
<div id="__ss_11216653" style="width: 510px; text-align: center;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Bolsas do Prouni" href="http://www.slideshare.net/BlogDoPlanalto/prouni-11216653" target="_blank">Bolsas do Prouni</a></strong> <object id="__sse11216653" width="510" height="426" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=prounifinal-120123074856-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=Bolsas do Prouni-11216653&amp;userName=BlogDoPlanalto" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse11216653" width="510" height="426" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=prounifinal-120123074856-phpapp01&amp;rel=0&amp;stripped_title=Bolsas do Prouni-11216653&amp;userName=BlogDoPlanalto" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /> </object></div>
<p>Com informações do<a href="http://blog.planalto.gov.br/" target="_blank"> Blog do Planalto</a></p>
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		<title>Aprovação de Dilma chega a 92%</title>
		<link>http://vaccarezza.com.br/avaliacao-do-governo-dilma-supera-antecessores/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[presidenta Dilma Rousseff]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa recente do Datafolha mostra que 59% dos brasileiros classificaram a gestão da presidenta Dilma Rousseff em seu 1º ano de mandato como ótima ou boa. O crescimento de dez pontos percentuais em seis meses faz a presidente atingir o maior índice de aprovação  <a href="http://vaccarezza.com.br/avaliacao-do-governo-dilma-supera-antecessores/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em pesquisa recente divulgada pelo Instituto Datafolha o índice de aprovação do governo Dilma chegou a 92%, considerando as avaliações que o julgaram entre &#8220;ótimo&#8221; e &#8220;regular&#8221;. A pesquisa mostra que 59% dos brasileiros classificaram a gestão da presidenta Dilma Rousseff em seu 1º ano de mandato como ótima ou boa. O crescimento de dez pontos percentuais em seis meses faz a presidente atingir o maior índice de aprovação (62% entre o eleitorado feminino e 56% no masculino), ao final do primeiro ano de governo desde a volta das eleições diretas, em 1989. Dos entrevistados, 33% classificaram a gestão como regular, e 6% como ruim ou péssima &#8211; cinco pontos a menos que na pesquisa de agosto. A nota média do governo é 7,2 e foram ouvidas 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro.</p>
<p>Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, a chave para entender a evolução dos números nos últimos meses está na economia: &#8220;A população estava preocupada com a crise internacional, mas percebeu que ela não mexeu no seu bolso&#8221;, afirma. A fatia de entrevistados que acredita que sua situação econômica vai melhorar subiu de 54% em junho passado para 60% neste mês. O otimismo sobre a economia do país foi de 42% para 46% no período.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a avaliação de Dilma melhorou entre homens e mulheres e em todas as faixas de idade, renda familiar e escolaridade, alcançando um equilíbrio entre os eleitores da base e do topo da pirâmide social. Tem 61% de ótimo e bom entre os que estudaram até o ensino fundamental e 59% entre os que chegaram ao ensino superior.</p>
<p>Com informações da Folha de São Paulo</p>
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		<title>Royalties, Código Florestal e previdência do servidor: votações polêmicas para 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 14:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deputados precisam votar mudanças nas propostas da divisão de royalties do petróleo e do novo Código Florestal, além do fundo de previdência complementar dos servidores públicos e outros projetos de grande importância. <a href="http://vaccarezza.com.br/royalties-codigo-florestal-e-previdencia-do-servidor-votacoes-polemicas-para-2012/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deputados precisam votar mudanças nas propostas da divisão de royalties do petróleo e do novo Código Florestal, além do fundo de previdência complementar dos servidores públicos e outros projetos de grande importância.</p>
<p>Como 2012 é um ano de eleições, em que vários deputados serão candidatos ou farão campanha para prefeitos em suas regiões, a Câmara dos Deputados precisa cumprir uma agenda maior até julho, quando começa oficialmente o período eleitoral.</p>
<p>Assim que os trabalhos forem retomados, em fevereiro, duas propostas dividirão a atenção dos deputados: o novo Código Florestal (EMS 1876/99) e a nova divisão dos royalties da exploração de petróleo (PL 2565/11). Ambos os assuntos tiveram projetos aprovados na Câmara em 2011, mas foram modificados pelo Senado e voltam para uma decisão final.</p>
<p>Apesar de haver acordos para que as emendas dos senadores sejam analisadas, ainda há uma disputa entre ruralistas e ambientalistas em relação ao Código Florestal, e os estados produtores de petróleo reclamam de perdas muito grandes em suas arrecadações caso a nova regra dos royalties não seja alterada. O código deve ir direto ao Plenário, mas os royalties ainda vão passar por uma comissão responsável por negociar uma solução.</p>
<p>Ambientalistas reclamam que há uma anistia implícita no texto, que perdoa desmatamentos em áreas importantes e abre a possibilidade de compensação com reservas florestais em outras áreas. Já os ruralistas alegam que cumprir todas as exigências propostas pela nova lei sairia muito caro para pequenos produtores.</p>
<p>O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que defende os produtores, calcula que recompor os 65 milhões de hectares considerados irregulares de acordo com a proposta seria inviável. Segundo ele, o custo por hectare da recomposição em seu estado é de R$ 5 mil. “É absolutamente inviável recuperar 65 milhões de hectares e ainda assim continuarmos produzindo”, defendeu.</p>
<p>Na avaliação do coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (PV-MA), as divergências na bancada ruralista tendem a impedir a votação dessa proposta. &#8220;É importante que, primeiro, a Câmara avalie como esse código chegou do Senado. Segundo, que as próprias forças do ruralismo entrem em consenso. E, por parte dos ambientalistas, há uma vontade de que a gente possa votar com mais calma.&#8221;</p>
<p>Mas o presidente da Câmara, Marco Maia, acredita que uma decisão pode sair logo em março. “Quando começamos a discutir o código florestal, por exemplo, tínhamos 98% de dissenso, mas agora estamos muito perto de um texto com 98% de aprovação”, disse.</p>
<p><strong>Royalties<br />
</strong>Já quanto aos royalties há um apelo dos estados produtores para que as regras atuais não sejam alteradas, ou que pelo menos as perdas de arrecadação sejam compensadas. Rio de Janeiro e Espírito Santo, principalmente, podem perder receitas porque no modelo antigo recebiam a maior parte dos recursos. Os deputados desses estados argumentam que pelo menos o que existia até a aprovação da proposta deveria ficar como está.</p>
<p>Com o aumento da produção de petróleo a partir do pré-sal, outros estados querem repartir as receitas, e seus governadores consideram injusto que apenas poucos estados se beneficiem com recursos que são de todo o País. Pelo texto do Senado, a União terá sua fatia nos royalties reduzida de 30% para 20% já em 2012. E os estados produtores, de 26,25% para 20%. Em contrapartida, os estados e municípios não produtores saltam de 8,75% para 40%.</p>
<p><strong>Governo</strong><br />
O governo tem outra prioridade, também com acordo para votação na primeira semana de trabalhos em 2012: o projeto que cria o fundo de previdência complementar do servidor público federal (Funpresp – PL 1992/07). Divergências em relação ao texto levaram a oposição a impedir a votação do projeto em 2012, e o Plenário pode enfrentar obstrução por causa dessa proposta já no começo das votações. Um acordo entre os líderes prevê a análise do projeto no próximo mês.</p>
<p>A Lei Geral da Copa (PL 2330/11) também é prioridade para o governo, mas o texto ainda não está pronto na comissão especial que analisa a proposta. Falta resolver alguns pontos, como a liberação de bebidas alcoólicas durante os jogos da Copa e a venda de meia-entrada.</p>
<p>O governo também promete enviar para a Câmara em 2012 outras propostas de regulamentação ampla. A primeira delas será um novo Código Mineral, juntamente com uma Lei Geral de Royalties Mineral e a proposta de criação de uma agência reguladora para o setor.</p>
<p>O Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara tem uma proposta nesse sentido e, como aconteceu com o projeto sobre exploração do pré-sal, o relatório do deputado Jaime Martins (PR-MG) sobre o tema pode ser usado como ponto de partida nas discussões. O líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG), disse que já indicou Martins para ser o relator das propostas. “Ele já mostrou que é capaz, é do ramo, e entende do assunto, por isso é natural a escolha dele”, disse.</p>
<p>Também está em fase final de elaboração pelo governo um pacote para a redução da violência no trânsito, que deve envolver algumas iniciativas legislativas, modificando o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). O líder do governo, deputado<strong> Cândido Vaccarezza</strong> <strong>(PT-SP)</strong>, citou inclusive a possibilidade de um exame para todos os condutores que renovarem suas habilitações. “Quem tirou carteira depois de 1997 não faz prova nenhuma ao renovar o documento. Acho que precisamos fazer uma revisão completa do código”, avaliou.</p>
<p><strong>Oposição</strong><br />
A oposição, por outro lado, reivindica a inclusão na pauta do piso salarial de policiais militares e bombeiros (PECs 446/09 e 300/08); o fim do voto secreto nas votações do Legislativo (PEC 349/01); a prioridade aos processos por crimes praticados por autoridades (PL 1277/07); e a recriação das férias coletivas do Judiciário (PEC 3/07).</p>
<p>Para o líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), é prematuro falar em obstrução no ano de 2012. Ele acredita que, apesar do grande número de medidas provisórias que o governo continua editando, a Câmara tem se pautado por projetos de interesse da sociedade, e não apenas do governo. “A Câmara precisa pleitear o envio de uma reforma tributária, que é uma dívida com a sociedade, mas acredito que a agenda comporta a votação desses temas, e a oposição vai contribuir em todos eles”, disse.</p>
<p><em>Fonte: Agência Câmara</em><br />
<em> Reportagem – Marcello Larcher</em><br />
<em> Edição – Marcos Rossi</em></p>
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		<title>Líder do governo: ‘Não valorizo ministro técnico’</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 22:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vaccarezza na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Cândido Vaccarezza]]></category>
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		<category><![CDATA[PT-SP]]></category>
		<category><![CDATA[vice-presidente Michel Temer]]></category>

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		<description><![CDATA[Na contramão do vice-presidente Michel Temer, o líder de Dilma Rousseff na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirma: “Cargo de ministro deve ser ocupado por políticos, não por técnicos.” Em entrevista ao blog, Temer defendera como “melhor solução” uma fórmula híbrida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22279" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2012/01/VaccarezzaSLim6001.jpg" rel="lightbox[22278]"><img class="size-large wp-image-22279" title="VACCAREZZA/ COLETIVA" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2012/01/VaccarezzaSLim6001-500x229.jpg" alt="VaccarezzaSLim6001 500x229 Líder do governo: ‘Não valorizo ministro técnico’" width="500" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">foto: Sérgio Lima / Folha</p></div>
<p>Na contramão do vice-presidente Michel Temer, o líder de Dilma Rousseff na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirma: “Cargo de ministro deve ser ocupado por políticos, não por técnicos.”</p>
<p>Em entrevista ao blog, Temer defendera como “melhor solução” uma fórmula híbrida. Os partidos passariam a privilegiar a formulação de políticas. Para implementá-las, patrocinariam a indicação de gestores técnicos. “Isso seria o ideal”, disse.</p>
<p>Ouvido pelo repórter, o líder do governo soou noutra direção: “Não valorizo ministro técnico”, declarou, em timbre peremptório. “Em qualquer lugar do mundo, mesmo nas nações parlamentaristas, cargo de ministro é exercido por políticos.”</p>
<p>Acrescentou: “Não existe política de ministro ou de partido. No presidencialismo, quem define as políticas de governo e escolhe os executors é o presidente da República. Ministro que não executa a política do governo é trocado.”</p>
<p>Vaccarezza esmiuçou seu raciocínio: “No início do governo Lula, tivemos no Ministério da Fazenda um médico [Antonio Palocci] que geriu a economia com extrema competência. Portou-se como político, não como médico.”</p>
<p>Aplica a mesma tese ao tucano José Serra, ex-titular da Saúde de FHC? “Acho que o Serra teve no Ministério da Saúde um desempenho melhor do que o obtido nas disputas políticas. Ele é engenheiro e economista. Pela formação, não poderia gerenciar a Saúde. E foi melhor no cargo do que na política.”</p>
<p>Na opinião de Vaccarezza, “uma o êxito de uma cirurgia cardíaca depende da habilidade do cardiologista. Mas um bom médico não será necessariamente um bom ministro ou um administrador competente de hospital.”</p>
<p>Do mesmo modo, argumenta o deputado, “um bom professor não será obrigatoriamente um ministro da Educação capaz.” Vaccarezza dá de ombros para a tese segundo a qual a presença de políticos na Esplanada abastarda o governo, tornando-o mais suscetível à corrupção.</p>
<p>“Se você pega a história do Brasil ou de qualquer outro país, a corrupção não tem relação direta com o fato de os eventuais envolvidos serem políticos ou técnicos.”</p>
<p>Recordou-se ao deputado que o DNA de boa parte dos escândalos costuma carregar o gene das emendas penduradas por parlamentares no Orçamento da União.</p>
<p>E Vaccarezza: “É injusto associar a corrupção ao Legislativo, a Casa da política. Temos centenas de emendas. Há 513 deputados e 81 senadores. No total, 594 parlamentares. Ainda que houvesse problemas com as emendas de 60, teríamos 10% do Legislativo. Nem assim seria adequado generalizar.”</p>
<p>Fonte: Blog do Josias</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil faz captação externa com a menor taxa de juros</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 13:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de títulos]]></category>
		<category><![CDATA[menor taxa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Os governos usam a emissão de títulos soberanos de dívida para levantar recursos e financiar operações sem ter de fazer empréstimos no mercado. Mas o principal objetivo é criar uma taxa de referência para empresas brasileiras.  <a href="http://vaccarezza.com.br/brasil-faz-captacao-externa-com-a-menor-taxa-de-juros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-19495" title="dolar-futuro" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/07/dolar-futuro-300x225.jpg" alt="dolar futuro 300x225 Brasil faz captação externa com a menor taxa de juros" width="300" height="225" /></p>
<p><strong>Folha de S. Paulo – Poder &#8211; 4/01/11</strong></p>
<p><strong>Brasil faz captação externa com a menor taxa de juros de sua história</strong></p>
<p><strong>DE BRASÍLIA</strong> – O Tesouro Nacional conseguiu a menor taxa de juros da história ao ofertar títulos brasileiros nos mercados dos Estados Unidos e da Europa. Ontem, foram emitidos papéis com vencimento em 2021 com taxa de retorno ao investidor de 3,449% ao ano.</p>
<p>Os governos usam a emissão de títulos soberanos de dívida para levantar recursos e financiar operações sem ter de fazer empréstimos no mercado. Mas o principal objetivo é criar uma taxa de referência para empresas brasileiras que buscam recursos lá fora.</p>
<p>A menor taxa cobrada na venda de papéis brasileiros no exterior havia sido de 4,18%, em julho do ano passado, quando já havia chegado ao menor patamar registrado neste tipo de emissão.</p>
<p>O órgão negociou US$ 750 milhões e poderá ofertar mais US$ 75 milhões no mercado asiático durante a noite. O montante negociado ficou dentro do esperado pelo governo.</p>
<p>No início de novembro, durante fortes turbulências externas vindas da Europa, o Brasil captou cerca de US$ 1 bilhão por meio da emissão do Bônus Global2041. Aoperação foi marcada pela forte demanda, chegando a cerca de US$ 6 bilhões, e pelo menor rendimento já pago pelo país em títulos de 30 anos: 4,694%.</p>
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		<title>Superávit da balança comercial sobe 47,8%</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 19:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
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		<description><![CDATA[“O Brasil nunca exportou e importou tanto. Tivemos um saldo comercial robusto, contribuindo para as contas externas do país”, disse a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres  <a href="http://vaccarezza.com.br/superavit-da-balanca-comercial-sobe-478/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-22259" title="portosantos" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2012/01/portosantos-300x200.jpg" alt="portosantos 300x200 Superávit da balança comercial sobe 47,8%" width="300" height="200" /></p>
<p>A balança comercial brasileira registrou, em 2011, superávit de     US$ 29,79 bilhões, o maior nos últimos quatro anos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações e as importações brasileiras bateram recordes para o acumulado do ano, o que levou ao aumento de 47,8% do superávit comercial.</p>
<p>As vendas somaram US$ 256 bilhões, um aumento de 26,8% em relação a 2010. Os números divulgados hoje (2) pelo MDIC revelam que as exportações brasileiras atingiram a marca histórica de US$ 1 bilhão por dia útil. Já as importações alcançaram US$ 226 bilhões, ou seja, 24,5% a mais do que o registrado no ano passado.</p>
<p>“O Brasil nunca exportou e importou tanto. Tivemos um saldo comercial robusto, contribuindo para as contas externas do país”, disse a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Lacerda Prazeres sobre “o dinamismo do comércio exterior brasileiro”.</p>
<p>Segundo ela, contribuíram para o aumento do saldo comercial, as exportações de soja, sobretudo para o mercado chinês, minério de ferro, petróleo, autopeças, motores para veículos, máquinas e equipamentos de terraplanagem. As vendas de produtos industrializados também tiveram resultado expressivo, em 2011, com aumento de 19%, acrescentou a secretária de Comércio Exterior.</p>
<p>Além da China, Estados Unidos e países da África foram os principais destinos das exportações brasileiras no ano passado.</p>
<p>As importações de combustíveis, lubricantes e automóveis também impactaram o resultado da balança comercial brasileira em 2011. No entanto, as compras foram diversificadas e não houve concentração excessiva em nenhuma região específica. Os destaques são a China, e os países da América Latina, do Caribe e da África.</p>
<p>2012 – O secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, ressaltou que o comércio exterior brasileiro enfrentará desafios este ano em virtude da estagnação das economias da zona do euro e do baixo crescimento esperado para a economia norte-americana. Além disso, o PIB da China também deve crescer abaixo dos 9%. O enxugamento do crédito e a guerra cambial também são elementos de preocupação para o governo brasileiro. </p>
<p>Por isso, segundo Alessandro Teixeira, o governo vai lançar novas medidas de estímulo às exportações ainda no primeiro trimestre que devem ser favorecidas em 2012 pelo perfil do câmbio brasileiro e pela alta na demanda por alimentos.</p>
<p>“As economias em desenvolvimento também terão crescimento superior às desenvolvidas em 2012. Isso auxilia as exportações brasileiras”, afirmou o secretário.</p>
<p><em>do Blog do Planalto</em></p>
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		<title>Brasil se torna 6ª economia do mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 17:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estabilização da economia]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>

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		<description><![CDATA[Após ultrapassar o Reino Unido, o Brasil se tornou a 6ª maior economia do mundo de acordo com dados do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (CEBR, em inglês), consultoria responsável pelos resultados. A crise de 2008 e a consequente recessão foram os pivôs da queda britânica, que pela primeira vez é ultrapassada por um país sul-americano no ranking das maiores economias do mundo. <a href="http://vaccarezza.com.br/apos-ultrapassar-o-reino-unido-brasil-se-torna-a-6%c2%aa-maior-economia-do-mundo/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-22244" title="Economia brasileira é considerada a 6ª maior e supera Reino Unido" src="http://vaccarezza.com.br/wp-content/uploads/2011/12/bandeira_brasil-150x150.jpg" alt="bandeira brasil 150x150 Brasil se torna 6ª economia do mundo  " width="150" height="150" />O Brasil ultrapassou o Reino Unido e se tornou a 6ª maior economia do mundo de acordo com dados do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (CEBR, em inglês), consultoria responsável pelos resultados. A crise de 2008 e a consequente recessão foram os pivôs da queda britânica, que pela primeira vez é ultrapassada por um país sul-americano no ranking das maiores economias do mundo.</p>
<p>Em 1º na lista estão os Estados Unidos, seguidos por China, Japão, Alemanha e França. Os jornais ingleses The Guardian e Daily Mail destacaram que o crescimento esperado de Rússia e Índia para os próximos dez anos pode deixar o Reino Unido ainda mais para baixo na lista das maiores economias. Segundo o Guardian, os franceses que, apesar de ocuparem a 5ª colocação, devem apresentar um ritmo de queda maior que o dos britânicos nos próximos anos.</p>
<p>&#8220;O Brasil tem batido os europeus no futebol por um longo tempo, mas batê-los na economia é um novo fenômeno&#8221;, disse Douglas McWilliams, do CEBR. &#8220;Nosso ranking mostra como o mapa da economia está mudando, com países da Ásia e produtores de commodities escalando o ranking, enquanto nós na Europa caímos para baixo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Daily Mail lembra ainda que os britânicos têm uma qualidade de vida mais elevada, mas destaca o poder e o potencial brasileiro como motivos para a subida no ranking, além da situação política estável, o que atrai investidores.</p>
<p><strong>Mantega antecipou bons resultados </strong><br />
Na quinta-feira passada, o ministro da Fazenda Guido Mantega antecipou a informação e se mostrou otimista em relação ao desempenho da economia brasileira em 2012. Mantega reforçou que o Brasil se tornaria a sexta economia mundial, destacando que apenas a China cresceria mais que a economia brasileira em 2011. Segundo Mantega, este é um cenário possível de alcançar, mesmo num contexto internacional que ele definiu como &#8220;complicado&#8221;.</p>
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		<title>Congresso aprova Orçamento com foco na área social</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imprensa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Politicas]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta do Orçamento 2012, aprovada no Parlamento, prioriza investimentos públicos, que crescem 13,2% em relação ao projeto original do Executivo – passando de R$ 164,7 bilhões para R$ 186,5 bilhões <a href="http://vaccarezza.com.br/congresso-aprova-orcamento-com-foco-na-area-social/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta base do Orçamento 2012, aprovada no Parlamento após 13 horas de reuniões, prioriza investimentos públicos, que crescem 13,2% em relação ao projeto original do Executivo – passando de R$ 164,7 bilhões para R$ 186,5 bilhões –; as ações sociais, beneficiadas com mais recursos para saúde e educação (respectivamente, R$ 5,9 bilhões e R$ 1,8 bilhão para os dois ministérios); e os municípios com até 50 mil habitantes, agraciados com R$ 2,2 bilhões em emendas para saúde e saneamento escolhidas pela própria população. </p>
<p>Ainda foram contempladas uma série de ações nos estados, fruto de negociação com as bancadas estaduais e que viabilizará mais assistência financeira aos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2012. A estimativa recente dá conta de que ficará na casa dos R$ 42,5 bilhões, valor próximo ao incluído pelo governo.</p>
<p>Gastos com funcionalismo público somam R$ 203,2 bilhões, o mesmo número do projeto original. Os valores da Previdência Social também mudaram pouco. Nos gastos por função, que traz o maior número por despesa agregada, a dotação da Previdência Social saiu de R$ 391,77 bilhões para R$ 391,86 bilhões.</p>
<p>A atuação dos parlamentares garantiu o acréscimo de R$ 32,1 bilhões ao projeto enviado pelo Executivo, a maior parte em investimentos. O texto inicial previa um orçamento efetivo (conceito que exclui os gastos com refinanciamento da dívida pública) de R$ 1,572 trilhão. Após acréscimos de receita e despesa no Congresso, o valor ficou em R$ 1,602 trilhão.</p>
<p><strong>Com Agência Câmara</strong></p>
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